Estado deve mais de Kz 9 mil milhões a empresário de Malanje

  • Ministra das Finanças de Angola, Vera Daves
Malanje - O Estado deve mais de nove mil milhões de kwanzas a empresas privadas em na provínica de Malanje, resultante da prestação de bens e serviços, durante o período de 2013 a 2017.

A informação foi dada hoje (terça-feira) à imprensa, nesta cidade, pelo coordenador adjunto do Grupo Técnico de Apoio ao Credor do Estado (GTACE), do Ministério das Finanças, Fausto João, à saída de um encontro com empresários locais credores do Estado.

De acordo com o responsável, o valor corresponde a 285 processos cadastrados, cujas dívidas estão a ser certificadas pelo Ministério das Finanças para posterior liquidação.

Explicou que para o pagamento, o processo passa por averiguação e certificação das dívidas, com base nos contratos, facturas e outros documentos que conformam as mesmas.

Sem avançar valores, fez saber que cerca de 15 empresas viram já pagas pelo Estado as suas dívidas, numa altura em que estão em apreciação o restante dos 285 processos de créditos a nível de Malanje.

Fausto João fez saber, por outro lado, que muitas dívidas não foram ainda ressarcidas porque os processos carecem de análises, por falta de documentos de certificação com destaque para contratos e facturas dos bens e serviços prestados.

A reunião com os empresários decorreu por ocasião da visita da ministra das Finanças, Vera Daves, à província, visando esclarecer as empresas credoras sobre os motivos do atraso na liquidação e outros aspectos relacionados com as dívidas do Estado.

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Malanje, José Manuel, precisou que os atrasos no pagamento das dívidas estão a condicionar os negócios de muitos empresários, pelo facto de muito dinheiro estar ainda ao dispor do Estado, para além de que muitos têm dívidas com a Banca e estão sujeitos a juros.

A par disso, realçou que os montantes em dívidas com o Estado, mesmo em caso de liquidação, perdem o valor de aquisição devido à inflação do mercado que vem se registando desde 2013 aos anos actuais.

A jornada de trabalho da ministra serviu para analisar com o governo de Malanje, entre outros assuntos, o estado de execução das acções do Executivo nos municípios e culminou com visitas a vários projectos em curso na sede de Malanje e município de Cangandala.

A informação foi dada hoje (terça-feira) à imprensa, nesta cidade, pelo coordenador adjunto do Grupo Técnico de Apoio ao Credor do Estado (GTACE), do Ministério das Finanças, Fausto João, à saída de um encontro com empresários locais credores do Estado.

De acordo com o responsável, o valor corresponde a 285 processos cadastrados, cujas dívidas estão a ser certificadas pelo Ministério das Finanças para posterior liquidação.

Explicou que para o pagamento, o processo passa por averiguação e certificação das dívidas, com base nos contratos, facturas e outros documentos que conformam as mesmas.

Sem avançar valores, fez saber que cerca de 15 empresas viram já pagas pelo Estado as suas dívidas, numa altura em que estão em apreciação o restante dos 285 processos de créditos a nível de Malanje.

Fausto João fez saber, por outro lado, que muitas dívidas não foram ainda ressarcidas porque os processos carecem de análises, por falta de documentos de certificação com destaque para contratos e facturas dos bens e serviços prestados.

A reunião com os empresários decorreu por ocasião da visita da ministra das Finanças, Vera Daves, à província, visando esclarecer as empresas credoras sobre os motivos do atraso na liquidação e outros aspectos relacionados com as dívidas do Estado.

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Malanje, José Manuel, precisou que os atrasos no pagamento das dívidas estão a condicionar os negócios de muitos empresários, pelo facto de muito dinheiro estar ainda ao dispor do Estado, para além de que muitos têm dívidas com a Banca e estão sujeitos a juros.

A par disso, realçou que os montantes em dívidas com o Estado, mesmo em caso de liquidação, perdem o valor de aquisição devido à inflação do mercado que vem se registando desde 2013 aos anos actuais.

A jornada de trabalho da ministra serviu para analisar com o governo de Malanje, entre outros assuntos, o estado de execução das acções do Executivo nos municípios e culminou com visitas a vários projectos em curso na sede de Malanje e município de Cangandala.