Recomendados mais investimentos na cadeia de valor da mandioca

  • Uma mostra da Expo-Malanje
Malanje - O primeiro Congresso Internacional da Mandioca recomendou, sábado, mais investimentos na cadeia de valor do tubérculo e a promoção de parcerias público-privadas favoráveis ao agro-negócio centrado na inclusão de mulheres e jovens.

Realizado nos dias 24 e 25, em Malanje, o evento recomendou, igualmente, aos produtores e camponeses a aumentarem os seus conhecimentos sobre as técnicas e uso das tecnologias na agricultura, com relevantes impactos na quantidade e qualidade da mandioca produzida no país.

Constam das recomendações do Congresso, o incremento da produção industrial da farinha de mandioca, com recurso a matéria-prima 100 por cento nacional, visando a redução do preço do produto, bem como a promoção da regulamentação da aplicação obrigatória de um mínimo de 30% de farinha de mandioca na produção do pão e de outros produtos de pastelaria.

O fórum recomendou ainda a criação e o fomento de pequenas indústrias de processamento de mandioca, com recurso às incubadoras e aceleradoras do investimento no agro-negócio, como forma de dinamização e desenvolvimento da agricultura e valorização do tubérculo.

Por outro lado, os participantes ao Congresso concluíram haver necessidades de criação de um fundo de financiamento da agricultura, bolsas de terras para potenciar a agricultura com custos acessíveis, expansão das Escolas de Campo como metodologia de transmissão de conhecimentos aos produtores rurais.

Concluiu-se igualmente ser necessário o acesso aos mercados adequados para a venda de mandioca e seus derivados com valor acrescentado, assim como a criação de um quadro institucional de serviços de apoio permanente (Incubadoras, aceleradoras, Serviços de Desenvolvimento de Negócio e outros) às Micro, Pequenas e Médias Empresas.

O primeiro Congresso decorreu sob o lema “Alavancar a diversificação da economia com base na cadeia de valor da mandioca” e abordou temas como a promoção e aceleração do desenvolvimento industrial sustentável e inclusivo, a estratégia da União Africana na dinamização do desenvolvimento da agricultura e os avanços científicos no desenvolvimento das ciências agrárias em Angola, entre outros.

Promovido pelo Ministério da Indústria e Comércio, em parceria com o governo de Malanje, o evento teve como objectivo dar maior aproveitamento e visibilidade à mandioca e seus derivados, enquanto alimento definido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) como alimento da século XXI, face a sua cadeia de valor.

O evento visou promover a cadeia de valor da mandioca e seus derivados e teve participação dos ministros da Economia e Planeamento e da Agricultura e Pescas e de governadores e vice-governadores provinciais, secretários de Estado, representantes de organizações internacionais e de associações empresariais e cooperativas agrícolas.

Realizado nos dias 24 e 25, em Malanje, o evento recomendou, igualmente, aos produtores e camponeses a aumentarem os seus conhecimentos sobre as técnicas e uso das tecnologias na agricultura, com relevantes impactos na quantidade e qualidade da mandioca produzida no país.

Constam das recomendações do Congresso, o incremento da produção industrial da farinha de mandioca, com recurso a matéria-prima 100 por cento nacional, visando a redução do preço do produto, bem como a promoção da regulamentação da aplicação obrigatória de um mínimo de 30% de farinha de mandioca na produção do pão e de outros produtos de pastelaria.

O fórum recomendou ainda a criação e o fomento de pequenas indústrias de processamento de mandioca, com recurso às incubadoras e aceleradoras do investimento no agro-negócio, como forma de dinamização e desenvolvimento da agricultura e valorização do tubérculo.

Por outro lado, os participantes ao Congresso concluíram haver necessidades de criação de um fundo de financiamento da agricultura, bolsas de terras para potenciar a agricultura com custos acessíveis, expansão das Escolas de Campo como metodologia de transmissão de conhecimentos aos produtores rurais.

Concluiu-se igualmente ser necessário o acesso aos mercados adequados para a venda de mandioca e seus derivados com valor acrescentado, assim como a criação de um quadro institucional de serviços de apoio permanente (Incubadoras, aceleradoras, Serviços de Desenvolvimento de Negócio e outros) às Micro, Pequenas e Médias Empresas.

O primeiro Congresso decorreu sob o lema “Alavancar a diversificação da economia com base na cadeia de valor da mandioca” e abordou temas como a promoção e aceleração do desenvolvimento industrial sustentável e inclusivo, a estratégia da União Africana na dinamização do desenvolvimento da agricultura e os avanços científicos no desenvolvimento das ciências agrárias em Angola, entre outros.

Promovido pelo Ministério da Indústria e Comércio, em parceria com o governo de Malanje, o evento teve como objectivo dar maior aproveitamento e visibilidade à mandioca e seus derivados, enquanto alimento definido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) como alimento da século XXI, face a sua cadeia de valor.

O evento visou promover a cadeia de valor da mandioca e seus derivados e teve participação dos ministros da Economia e Planeamento e da Agricultura e Pescas e de governadores e vice-governadores provinciais, secretários de Estado, representantes de organizações internacionais e de associações empresariais e cooperativas agrícolas.