Mina do Furi cria 330 empregos em dois anos

  • Diamantes de Angola
Cambulo– A Sociedade Mineira do Furi, localizada em Fucauma, província da Lunda Norte, em produção desde 2019, gerou já 320 empregos directos e indirectos.

Oficialmente inaugurada quarta-feira, pelo ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, no âmbito das celebrações do Dia do Mineiro angolano, a assinalar-se a 27 do mês em curso, a mina tem uma concessão de 956 quilómetros quadrados e produz actualmente sete mil quilates de diamantes/mês

De acordo com o director das operações mineiras do projecto, Tobias Jungi, até 2020 foram investidos na mina 26 milhões de dólares norte-americanos.

A mesma já está a produzir desde 2019, sendo 90 por cento da sua actual força de trabalho composta por cidadãos da Lunda Norte.

O responsável avançou que a exploração na mina é feita a céu aberto, em bancada com apoio de rampas e recursos a máquinas, como escavadoras de 75 e 80 toneladas, bulldozers e damper para remoção do estéril e do minério.

Sem avançar o valor da facturação, Tobias Jungi disse que, desde o início da exploração, a mina exportou 110 mil quilates de diamantes.

Desenvolvimento da mina e perspectivas

De 2019 até Janeiro 2021 a mina esteve caracterizada pela abertura de frentes e estabilização de uma produção mensal regular de 6.500 quilates/mês

No próximo passo e com o investimento de capital para uma terceira unidade de pré-tratamento de 180 toneladas/hora e afins, a ser instalada nas imediações das áreas de Xifuto e Sampanhe, prevê-se uma produção de 11.500 quilates/mês, resultando num incremento de 98 por cento.

Até 2022, segundo Tobias Jungi, "com o investimento de capital para uma quarta unidade de pré-tratamento de 150 toneladas/hora e afins, a ser montada nas imediações de Sunza e Chamauma, prevê-se produzir 17 mil quilates/mês resultando num incremento adicional de 49 %.

Desafios

Os maiores desafios deste projecto são de natureza técnico-económicas e sociais, com o objectivo de se triplicar a receita bruta de vendas a curto prazo, com os investimentos de Capital necessários e criar-se riqueza e empregos com sustentabilidade a longo prazo.

A Sociedade Mineira do Furi detém as participações financeiras da Dicorp e a Endiama Mining.

Oficialmente inaugurada quarta-feira, pelo ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, no âmbito das celebrações do Dia do Mineiro angolano, a assinalar-se a 27 do mês em curso, a mina tem uma concessão de 956 quilómetros quadrados e produz actualmente sete mil quilates de diamantes/mês

De acordo com o director das operações mineiras do projecto, Tobias Jungi, até 2020 foram investidos na mina 26 milhões de dólares norte-americanos.

A mesma já está a produzir desde 2019, sendo 90 por cento da sua actual força de trabalho composta por cidadãos da Lunda Norte.

O responsável avançou que a exploração na mina é feita a céu aberto, em bancada com apoio de rampas e recursos a máquinas, como escavadoras de 75 e 80 toneladas, bulldozers e damper para remoção do estéril e do minério.

Sem avançar o valor da facturação, Tobias Jungi disse que, desde o início da exploração, a mina exportou 110 mil quilates de diamantes.

Desenvolvimento da mina e perspectivas

De 2019 até Janeiro 2021 a mina esteve caracterizada pela abertura de frentes e estabilização de uma produção mensal regular de 6.500 quilates/mês

No próximo passo e com o investimento de capital para uma terceira unidade de pré-tratamento de 180 toneladas/hora e afins, a ser instalada nas imediações das áreas de Xifuto e Sampanhe, prevê-se uma produção de 11.500 quilates/mês, resultando num incremento de 98 por cento.

Até 2022, segundo Tobias Jungi, "com o investimento de capital para uma quarta unidade de pré-tratamento de 150 toneladas/hora e afins, a ser montada nas imediações de Sunza e Chamauma, prevê-se produzir 17 mil quilates/mês resultando num incremento adicional de 49 %.

Desafios

Os maiores desafios deste projecto são de natureza técnico-económicas e sociais, com o objectivo de se triplicar a receita bruta de vendas a curto prazo, com os investimentos de Capital necessários e criar-se riqueza e empregos com sustentabilidade a longo prazo.

A Sociedade Mineira do Furi detém as participações financeiras da Dicorp e a Endiama Mining.