Angola participa na reunião da OPEP como presidente

  • Plataforma de Petróleo
Luanda - Eleito no dia 30 de Novembro de 2020, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e  Gás, Diamantino Azevedo, participa, nesta segunda-feira (4 de Janeiro), pela primeira vez, na reunião da OPEP na qualidade de presidente da organização.

Durante o ano findo, Diamantino Azevedo ocupou a vice-presidência rotativa, cargo para o qual foi eleito a 06 de Dezembro de 2019.

Por videoconferência, a partir de Viena (Áustria), num primeiro momento, realizar-se-á a 25ª reunião do Comité Conjunto de Monitoramento Ministerial (JMMC) da OPEP+, para analisar o relatório do Grupo Técnico sobre a evolução do mercado global de petróleo, seus níveis de conformidade e perspectivas para os meses seguintes.

Já no momento seguinte,  acontecerá a 23ª reunião da Organização dos Países Exploradores de Petróleo (OPEP) e seus parceiros Não-OPEP, signatários da Declaração de Cooperação (DoC2016). 

Através da DoC, assinada em 2016 entre membros da OPEP e 10 outros países, as decisões sobre estabilização do mercado petrolífero têm sido consensuais em reunião deste mecanismo (DoC).

Os encontros desta segunda-feira vêm em cumprimento das deliberações de 03 de Dezembro de 2020, que determinam a realização de reuniões mensais, a partir de Janeiro de 2021, para avaliar as condições de mercado e decidir sobre novos ajustes de produção.

Os países membros da OPEP e os Não-OPEP decidiram, na última reunião de Dezembro, ajustar a produção diária de barris de petróleo, a partir de 2021, em função do comportamento do mercado internacional.

De acordo com as deliberações saídas da 12° reunião de ministros, os ajustes serão voluntários, na ordem de 0,5 mil barris/dia (mb/d), de 7,7 mb/d para 7,2 mb/d. 

Um dos grandes desafios do ministro Diamantino Azevedo, enquanto estiver a frente da OPEP deverá ser,certamente,  manter a estabilidade do mercado do petróleo, cujo preço do barril, nos últimos dias , tem oscilado entre os 40 e 50 dólares.

Angola é membro da OPEP desde 24 de Dezembro de 2006.

A sua produção diária do país ronda os 1.2 milhões de barris, mas em 2021 as perspectivas do Governo apontam para 1.3 milhões de barris por dia. No presente ano, os seus cortes de produção diária devem situar-se a volta do 261 mil b/d.

 

Durante o ano findo, Diamantino Azevedo ocupou a vice-presidência rotativa, cargo para o qual foi eleito a 06 de Dezembro de 2019.

Por videoconferência, a partir de Viena (Áustria), num primeiro momento, realizar-se-á a 25ª reunião do Comité Conjunto de Monitoramento Ministerial (JMMC) da OPEP+, para analisar o relatório do Grupo Técnico sobre a evolução do mercado global de petróleo, seus níveis de conformidade e perspectivas para os meses seguintes.

Já no momento seguinte,  acontecerá a 23ª reunião da Organização dos Países Exploradores de Petróleo (OPEP) e seus parceiros Não-OPEP, signatários da Declaração de Cooperação (DoC2016). 

Através da DoC, assinada em 2016 entre membros da OPEP e 10 outros países, as decisões sobre estabilização do mercado petrolífero têm sido consensuais em reunião deste mecanismo (DoC).

Os encontros desta segunda-feira vêm em cumprimento das deliberações de 03 de Dezembro de 2020, que determinam a realização de reuniões mensais, a partir de Janeiro de 2021, para avaliar as condições de mercado e decidir sobre novos ajustes de produção.

Os países membros da OPEP e os Não-OPEP decidiram, na última reunião de Dezembro, ajustar a produção diária de barris de petróleo, a partir de 2021, em função do comportamento do mercado internacional.

De acordo com as deliberações saídas da 12° reunião de ministros, os ajustes serão voluntários, na ordem de 0,5 mil barris/dia (mb/d), de 7,7 mb/d para 7,2 mb/d. 

Um dos grandes desafios do ministro Diamantino Azevedo, enquanto estiver a frente da OPEP deverá ser,certamente,  manter a estabilidade do mercado do petróleo, cujo preço do barril, nos últimos dias , tem oscilado entre os 40 e 50 dólares.

Angola é membro da OPEP desde 24 de Dezembro de 2006.

A sua produção diária do país ronda os 1.2 milhões de barris, mas em 2021 as perspectivas do Governo apontam para 1.3 milhões de barris por dia. No presente ano, os seus cortes de produção diária devem situar-se a volta do 261 mil b/d.