Ministro de Estado apela parcerias estratégicas entre empresários

  • Manuel Nunes Júnior, ministro de Estado e Coordenação Económica
Luanda – O ministro de Estado para Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, exortou nesta quinta-feira, em Luanda, os empresários nacionais a estabelecerem relações de parcerias estratégicas com operadores económicos de países com conhecimento e tecnologias avançadas, como a China, visando aumentar a produção nacional, diminuir as importações e promover as exportações.

 Ao falar no acto de empossamento dos órgãos sociais da Câmara de Comércio Angola – China (CAC), o governante apelou ainda os operadores económicos a atrair os investimentos chineses que façam aumentar a velocidade e qualidade do processo de diversificação económica de Angola.

Referiu que a CAC deve desempenhar um papel fundamental na promoção da relação de complementaridades estratégicas entre as empresas angolanas e chinesas, para que rapidamente se tire proveito do conhecimento e da tecnologia avançada dos asiáticos.

“O conhecimento e a tecnologia são os factores decisivos para o desenvolvimento e a prosperidade das nações. Por isso, é preciso promover os investimentos chineses em Angola. O investimento da China será sempre bem-vindo no nosso país, para financiar projectos de desenvolvimento e trazer know how e tecnologia avançada”, reforçou.

Afirmou que o Governo angolano está a fazer tudo para melhorar o ambiente de negócios no país, assim como tornar o processo de investimento em Angola mais célere e eficiente.

“Não queremos que Angola seja vista pelo mundo como um país com uma trajectória de crescimento empobrecedor, isto é, um país passivo e sujeito a relações de subcontratação dependente”, sublinhou.

Esse cenário, afirmou, só poderá ser evitado caso Angola desponte para o mundo com uma competitividade em determinados sectores da economia, apostando na diferenciação e na qualidade dos produtos locais.     

Apontou o desenvolvimento dos sectores como agricultura, indústria, turismo, pescas, construção civil, entre outras áreas que ajudam a diversificar as fontes de rendimento, visando atingir níveis de crescimento económico sustentável e eficiente, como os principais desafios do Governo angolano.

Afirmou que, apesar de ser um ano muito difícil para as economias de vários países do mundo, em 2020, Angola registou um crescimento de cinco por cento no sector da agricultura.

Referiu ainda que, em 2020, as importações, em geral, reduziram em 30 por cento, enquanto as importações de bens alimentares diminuíram em 20 por cento.

Recordou que o novo paradigma de governação do Executivo angolano, iniciado em 2017, está baseado na livre iniciativa dos cidadãos, no respeito pelo talento e mérito de cada indivíduo, bem como na confiança e capacidade empreendedora inovação dos angolanos.

O foco da governação angolana, prosseguiu, assenta em dois factores fundamentais: instauração de um verdadeiro Estado de democrático e direito, assim como a construção de uma economia de mercado que seja capaz de diversificar, efectivamente, a economia nacional e alterar a estrutura económica de Angola dependente dos recursos petrolíferos.

Reconheceu o desempenho e a visão da direcção cessante, pela criação desta plataforma empresarial, com um grande potencial para a promoção e desenvolvimento de negócios entre Angola e China.

Augurou que os novos membros de direcção tenham sucesso nos seus objectivos e encarem os desafios da CAC como uma corrida de estafeta, na qual o sucessor deve ter uma velocidade igual ou superior do antecessor, com o alcance dos objectivos preconizados.

Sob o lema “Diferentes culturas, um propósito um futuro”, a nova direcção da Câmara de Comércio Angola – China (CAC), liderada por Luís Cupenala, tem a missão de impulsionar a participação do empresariado nacional e estrangeiro no processo de diversificação da economia angolana e desenvolver o tecido económico e social do país.

A tomada de posse da nova direcção, que terá um mandato de cinco anos (2021-2026), põe fim ao mandato dos membros fundadores da CAC, que foi presidida por Arnaldo Calado, desde 2016 a 2021.

 

 Ao falar no acto de empossamento dos órgãos sociais da Câmara de Comércio Angola – China (CAC), o governante apelou ainda os operadores económicos a atrair os investimentos chineses que façam aumentar a velocidade e qualidade do processo de diversificação económica de Angola.

Referiu que a CAC deve desempenhar um papel fundamental na promoção da relação de complementaridades estratégicas entre as empresas angolanas e chinesas, para que rapidamente se tire proveito do conhecimento e da tecnologia avançada dos asiáticos.

“O conhecimento e a tecnologia são os factores decisivos para o desenvolvimento e a prosperidade das nações. Por isso, é preciso promover os investimentos chineses em Angola. O investimento da China será sempre bem-vindo no nosso país, para financiar projectos de desenvolvimento e trazer know how e tecnologia avançada”, reforçou.

Afirmou que o Governo angolano está a fazer tudo para melhorar o ambiente de negócios no país, assim como tornar o processo de investimento em Angola mais célere e eficiente.

“Não queremos que Angola seja vista pelo mundo como um país com uma trajectória de crescimento empobrecedor, isto é, um país passivo e sujeito a relações de subcontratação dependente”, sublinhou.

Esse cenário, afirmou, só poderá ser evitado caso Angola desponte para o mundo com uma competitividade em determinados sectores da economia, apostando na diferenciação e na qualidade dos produtos locais.     

Apontou o desenvolvimento dos sectores como agricultura, indústria, turismo, pescas, construção civil, entre outras áreas que ajudam a diversificar as fontes de rendimento, visando atingir níveis de crescimento económico sustentável e eficiente, como os principais desafios do Governo angolano.

Afirmou que, apesar de ser um ano muito difícil para as economias de vários países do mundo, em 2020, Angola registou um crescimento de cinco por cento no sector da agricultura.

Referiu ainda que, em 2020, as importações, em geral, reduziram em 30 por cento, enquanto as importações de bens alimentares diminuíram em 20 por cento.

Recordou que o novo paradigma de governação do Executivo angolano, iniciado em 2017, está baseado na livre iniciativa dos cidadãos, no respeito pelo talento e mérito de cada indivíduo, bem como na confiança e capacidade empreendedora inovação dos angolanos.

O foco da governação angolana, prosseguiu, assenta em dois factores fundamentais: instauração de um verdadeiro Estado de democrático e direito, assim como a construção de uma economia de mercado que seja capaz de diversificar, efectivamente, a economia nacional e alterar a estrutura económica de Angola dependente dos recursos petrolíferos.

Reconheceu o desempenho e a visão da direcção cessante, pela criação desta plataforma empresarial, com um grande potencial para a promoção e desenvolvimento de negócios entre Angola e China.

Augurou que os novos membros de direcção tenham sucesso nos seus objectivos e encarem os desafios da CAC como uma corrida de estafeta, na qual o sucessor deve ter uma velocidade igual ou superior do antecessor, com o alcance dos objectivos preconizados.

Sob o lema “Diferentes culturas, um propósito um futuro”, a nova direcção da Câmara de Comércio Angola – China (CAC), liderada por Luís Cupenala, tem a missão de impulsionar a participação do empresariado nacional e estrangeiro no processo de diversificação da economia angolana e desenvolver o tecido económico e social do país.

A tomada de posse da nova direcção, que terá um mandato de cinco anos (2021-2026), põe fim ao mandato dos membros fundadores da CAC, que foi presidida por Arnaldo Calado, desde 2016 a 2021.