Ministro recomenda maior organização às cooperativas

  • Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás , Diamantino Pedro Azevedo
Saurimo – As cooperativas de diamantes que pretendam continuar a exercer a sua actividade deverão organizar-se de forma empresarial e pagar contribuições fiscais, recomendou sexta-feira, em Saurimo, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo.

Conforme o ministro, que falava num encontro formal com operadores minerais da província da Lunda Sul, as cooperativas de exploração artesanal e semi-industrial deverão evoluir para empresas industriais num prazo de dois anos.

Na sua óptica, ao entrarem em fase de produção deverão contribuir na arrecadação de receitas para o Estado.

A observância de normas, garantiu, é também importante para a preservação do valor dos diamantes naturais, numa altura em que os diamantes sintéticos ganham cada vez mais espaço.

Explicou que grande número de cooperativas já licenciadas estão “inoperantes”, umas por estarem ainda em processo de mobilização de meios e equipamentos, enquanto outras, a negociar parcerias com potenciais investidores ou financiadores.

Sem apontar dados dos actuais níveis de produção nacional, Diamantino Azevedo, referiu que para além do Governo estar apostado na exploração de outros metais como o ouro, magnésio e ferro, entre outros, ainda assim os diamantes são considerados os principais minerais que contribuem aos cofres do Estado.

A criação das cooperativas visou criar condições para integrar os mineiros artesanais em cooperativas de exploração semi-industrial de diamantes, com vista a um melhor aproveitamento dos recursos minerais em benefício da população, aumentar as receitas do Estado, gerar mais empregos e desencorajar o garimpo ilegal.

Cooperativas

O responsável do projecto Dala, Camaxi Caturichi, disse que os principais constrangimentos identificados estão relacionados com o posicionamento e localização de algumas áreas de concessão, desconhecimento de informação geológica em algumas áreas, dificuldades no transporte de equipamento e máquinas.

Disse igualmente que encontram obstáculos na obtenção de vistos para os trabalhadores emigrantes, dificuldades na captação de investidores e acesso ao financiamento e morosidade no pagamento das produções extraídas nas áreas de concessão.

Apontou ainda, o mau estado das vias de acesso e as trocas constante do espaço para exploração, como sendo uma das dificuldades que enfrentam e que tem condicionado as actividades.

O Gabinete da Indústria e Geologia e Mina na Lunda Sul controla 30 cooperativas de exploração semi-industrias de diamantes.

O encontro promovido pelo Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, teve como objectivo analisar os constrangimentos da actividade semi-industrial de diamantes na Lunda Sul e contou com todos agentes activos da exploração artesanal da pedra preciosa e foi testemunhado pelo governador da Lunda Sul, Daniel Neto.

 

Conforme o ministro, que falava num encontro formal com operadores minerais da província da Lunda Sul, as cooperativas de exploração artesanal e semi-industrial deverão evoluir para empresas industriais num prazo de dois anos.

Na sua óptica, ao entrarem em fase de produção deverão contribuir na arrecadação de receitas para o Estado.

A observância de normas, garantiu, é também importante para a preservação do valor dos diamantes naturais, numa altura em que os diamantes sintéticos ganham cada vez mais espaço.

Explicou que grande número de cooperativas já licenciadas estão “inoperantes”, umas por estarem ainda em processo de mobilização de meios e equipamentos, enquanto outras, a negociar parcerias com potenciais investidores ou financiadores.

Sem apontar dados dos actuais níveis de produção nacional, Diamantino Azevedo, referiu que para além do Governo estar apostado na exploração de outros metais como o ouro, magnésio e ferro, entre outros, ainda assim os diamantes são considerados os principais minerais que contribuem aos cofres do Estado.

A criação das cooperativas visou criar condições para integrar os mineiros artesanais em cooperativas de exploração semi-industrial de diamantes, com vista a um melhor aproveitamento dos recursos minerais em benefício da população, aumentar as receitas do Estado, gerar mais empregos e desencorajar o garimpo ilegal.

Cooperativas

O responsável do projecto Dala, Camaxi Caturichi, disse que os principais constrangimentos identificados estão relacionados com o posicionamento e localização de algumas áreas de concessão, desconhecimento de informação geológica em algumas áreas, dificuldades no transporte de equipamento e máquinas.

Disse igualmente que encontram obstáculos na obtenção de vistos para os trabalhadores emigrantes, dificuldades na captação de investidores e acesso ao financiamento e morosidade no pagamento das produções extraídas nas áreas de concessão.

Apontou ainda, o mau estado das vias de acesso e as trocas constante do espaço para exploração, como sendo uma das dificuldades que enfrentam e que tem condicionado as actividades.

O Gabinete da Indústria e Geologia e Mina na Lunda Sul controla 30 cooperativas de exploração semi-industrias de diamantes.

O encontro promovido pelo Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, teve como objectivo analisar os constrangimentos da actividade semi-industrial de diamantes na Lunda Sul e contou com todos agentes activos da exploração artesanal da pedra preciosa e foi testemunhado pelo governador da Lunda Sul, Daniel Neto.