MIREMPET reorganiza cooperativas

  • Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Pedro Azevedo
Dundo – O Executivo angolano está a trabalhar para reorganizar a actividade mineira, com realce para a exploração de diamantes, desenvolvida pelas cooperativas, a fim de torná-las mais produtivas, aumentando a sua contribuição na arrecadação de receitas para o Estado.

A acção conjunta do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (MIREMPET) e da ENDIAMA EP visa também combater definitivamente o garimpo e a actividade artesanal, informou o titular do sector, Diamantino de Azevedo.

A informação foi avançada quarta-feira, durante um encontro com as cooperativas e responsáveis das minas que operam na Lunda Norte.

Sem precisar, disse que desde o início do processo, havia cerca de 826 autorizações para o exercício destas actividades com diversas irregularidades, o que obrigou o Estado a reduzir para cerca de 260 cooperativas, entretanto a acção contínua para que todos se organizem do ponto de vista legal e fazerem produção semi-industrial.

Disse que inicialmente as cooperativas tinham o prazo de dois anos para se organizarem, entretanto, devido à pandemia da Covid-19, o período foi alargado, apelando os responsáveis das cooperativas a colaborarem com o Estado nesta tarefa.

Por outro lado, apelou as sociedades mineiras a se engajarem mais na actividade de prospecção, para que se aumente os recursos e as reservas das minas e que a mesma seja feita de forma sistemática e de acordo com as metodologias que estão internacionalmente consagradas.

“Agradou-me ouvir que grande parte dos equipamentos usados na mina do Furi foi produzido em Angola e quero aqui parabenizar a empresa que está a produzir os equipamentos mineiros e garantir que nós vamos tudo fazer para suportar iniciativas do género para que possamos no futuro produzir grande parte do equipamento do tratamento minero no país”, ressaltou.

Novos desafios

O governante disse que o Executivo angolano, reconhecendo que o petróleo, embora estará ainda por muitos anos, aos poucos irá perder a importância estratégica que tem na balança económica nacional, olhando para o sector mineiro como parte do processo da diversificação económica e de fontes de arrecadação de divisas.

Por este facto, estão em curso no país, actividades de prospecção de ouro, cobre, minério de ferro, cobalto, e outros minerais.

Anunciou que o Estado está a trabalhar com uma potência mundial na pesquisa de produção de hidrogénio verde que no futuro será importante para a produção de energia eléctrica.

Responsabilidade social e ambiental

O governante apelou no encontro, as empresas diamantíferas a melhorarem os seus projectos de responsabilidade social com as comunidades circunvizinhas das zonas onde exercem as suas actividades, construindo infra-estruturas dignas.

Disse ainda que as empresas mineiras devem dedicar-se cada vez mais, na actividade produtiva com mais responsabilidade social e ambiental, criando programas de preservação do meio ambiente, evitando a danificação dos solos e dos rios.

 

 

A acção conjunta do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (MIREMPET) e da ENDIAMA EP visa também combater definitivamente o garimpo e a actividade artesanal, informou o titular do sector, Diamantino de Azevedo.

A informação foi avançada quarta-feira, durante um encontro com as cooperativas e responsáveis das minas que operam na Lunda Norte.

Sem precisar, disse que desde o início do processo, havia cerca de 826 autorizações para o exercício destas actividades com diversas irregularidades, o que obrigou o Estado a reduzir para cerca de 260 cooperativas, entretanto a acção contínua para que todos se organizem do ponto de vista legal e fazerem produção semi-industrial.

Disse que inicialmente as cooperativas tinham o prazo de dois anos para se organizarem, entretanto, devido à pandemia da Covid-19, o período foi alargado, apelando os responsáveis das cooperativas a colaborarem com o Estado nesta tarefa.

Por outro lado, apelou as sociedades mineiras a se engajarem mais na actividade de prospecção, para que se aumente os recursos e as reservas das minas e que a mesma seja feita de forma sistemática e de acordo com as metodologias que estão internacionalmente consagradas.

“Agradou-me ouvir que grande parte dos equipamentos usados na mina do Furi foi produzido em Angola e quero aqui parabenizar a empresa que está a produzir os equipamentos mineiros e garantir que nós vamos tudo fazer para suportar iniciativas do género para que possamos no futuro produzir grande parte do equipamento do tratamento minero no país”, ressaltou.

Novos desafios

O governante disse que o Executivo angolano, reconhecendo que o petróleo, embora estará ainda por muitos anos, aos poucos irá perder a importância estratégica que tem na balança económica nacional, olhando para o sector mineiro como parte do processo da diversificação económica e de fontes de arrecadação de divisas.

Por este facto, estão em curso no país, actividades de prospecção de ouro, cobre, minério de ferro, cobalto, e outros minerais.

Anunciou que o Estado está a trabalhar com uma potência mundial na pesquisa de produção de hidrogénio verde que no futuro será importante para a produção de energia eléctrica.

Responsabilidade social e ambiental

O governante apelou no encontro, as empresas diamantíferas a melhorarem os seus projectos de responsabilidade social com as comunidades circunvizinhas das zonas onde exercem as suas actividades, construindo infra-estruturas dignas.

Disse ainda que as empresas mineiras devem dedicar-se cada vez mais, na actividade produtiva com mais responsabilidade social e ambiental, criando programas de preservação do meio ambiente, evitando a danificação dos solos e dos rios.