Moxico dispõe de 19 mil metros cúbicos de floresta para exploração

Luena - Dezanove mil metros cúbicos de floresta estão disponíveis para o abate na província do Moxico, durante a campanha de exploração da madeira aberta neste mês de Maio.

Na campanha da época anterior tinham sido explorados 18 mil metros cúbicos.

 Ao falar durante um encontro sobre a exploração da madeira na província, o director da Agricultura, Pesca e Pecuária , Maya Sandjesse, disse que a campanha decorrerá nos municípios do Moxico (sede provincial), Luau, Alto Zambeze, Luchazes e Bundas.

Treze das 37 empresas estão licenciadas para abater madeiras das espécies do “Mucosso”, “Mutete”, “Mulombe” e “Kakulakula”, disse.

Maya Sandjesse, na ocasião, apresentou como as principais preocupações no sector o incumprimento das obrigações de algumas empresas traçadas no regulamento florestal e o envio tardio das licenças por parte do ministério de tutela.

 Constam ainda da lista de problemas, a predominância do critério em explorar uma espécie em função do mercado externo por parte das empresas, o que incentiva a exploração ilegal da madeira e asfixia a pequena indústria (carpintaria e mercenária), que vêm se debatendo com a carência de madeira para a produção local de mobiliário, concertação de equipamentos escolares, entre outros.

O director provincial da Agricultura, Pesca e Pecuária no Moxico afirmou que para a sustentabilidade da exploração florestal é necessário o reforço na fiscalização, repovoamento e povoamento das espécies exóticas e naturais.

A criação de mercados de venda da madeira cerrada, entrepostos comerciais no Luena e Luau, criação de viveiros florestais nos municípios e comunas, pagamento de impostos e outras obrigações fiscais, citou ainda como fórmula de rentabilizar o sector madeireiro.

 Por seu turno, o governador do Moxico, Gonçalves Muandumba, pediu à classe empresarial que acate as leis e que explore de forma sustentável, patriótica e investam na formação dos jovens marceneiros, carpinteiros, para além da promoção do emprego.

O gabinete da Agricultura, Pesca e Pecuária no Moxico, de 2018 a 2021, registou a exploração de nove milhões e 158 mil  893 metros cúbicos de madeira, dos quais três milhões e 927 mil metros cúbicos de madeira foram transportados para os entrepostos de Luanda e Bengo.

Naquele período, foram arrecadados receitas de multas por transgressões num valor de 87 milhões 725 mil 624 kwanzas, enquanto de rendimentos por emolumentos e taxas teve o registo de 21 milhões 387 mil 883 kwanzas.

Na campanha da época anterior tinham sido explorados 18 mil metros cúbicos.

 Ao falar durante um encontro sobre a exploração da madeira na província, o director da Agricultura, Pesca e Pecuária , Maya Sandjesse, disse que a campanha decorrerá nos municípios do Moxico (sede provincial), Luau, Alto Zambeze, Luchazes e Bundas.

Treze das 37 empresas estão licenciadas para abater madeiras das espécies do “Mucosso”, “Mutete”, “Mulombe” e “Kakulakula”, disse.

Maya Sandjesse, na ocasião, apresentou como as principais preocupações no sector o incumprimento das obrigações de algumas empresas traçadas no regulamento florestal e o envio tardio das licenças por parte do ministério de tutela.

 Constam ainda da lista de problemas, a predominância do critério em explorar uma espécie em função do mercado externo por parte das empresas, o que incentiva a exploração ilegal da madeira e asfixia a pequena indústria (carpintaria e mercenária), que vêm se debatendo com a carência de madeira para a produção local de mobiliário, concertação de equipamentos escolares, entre outros.

O director provincial da Agricultura, Pesca e Pecuária no Moxico afirmou que para a sustentabilidade da exploração florestal é necessário o reforço na fiscalização, repovoamento e povoamento das espécies exóticas e naturais.

A criação de mercados de venda da madeira cerrada, entrepostos comerciais no Luena e Luau, criação de viveiros florestais nos municípios e comunas, pagamento de impostos e outras obrigações fiscais, citou ainda como fórmula de rentabilizar o sector madeireiro.

 Por seu turno, o governador do Moxico, Gonçalves Muandumba, pediu à classe empresarial que acate as leis e que explore de forma sustentável, patriótica e investam na formação dos jovens marceneiros, carpinteiros, para além da promoção do emprego.

O gabinete da Agricultura, Pesca e Pecuária no Moxico, de 2018 a 2021, registou a exploração de nove milhões e 158 mil  893 metros cúbicos de madeira, dos quais três milhões e 927 mil metros cúbicos de madeira foram transportados para os entrepostos de Luanda e Bengo.

Naquele período, foram arrecadados receitas de multas por transgressões num valor de 87 milhões 725 mil 624 kwanzas, enquanto de rendimentos por emolumentos e taxas teve o registo de 21 milhões 387 mil 883 kwanzas.