Moxico precisa de kz 488 mil milhões para estradas inacabadas

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Luena – Mais de kz 488 mil milhões são necessários para a conclusão das obras de construção de cerca de 800 quilómetros de estradas da província do Moxico, leste de Angola, paralisadas há oito anos por falta de verbas.

Trata-se dos troços Lucusse (Moxico)/Lumbala Caquengue/Cazombo (Alto Zambeze), Lutembo/Lumbala NGuimbo/Ninda/Neriquinha, no município dos Bundas, Luena/Cassamba e Cangamba, no município dos Luchazes, assim como a estrada Marco25, no município do Luau, até à vila do Cazombo, num percurso de 175 quilómetros.

Na província do Moxico, apenas 576 quilómetros, dos três mil e 477 quilómetros que compõem a malha rodoviária da região, encontram-se asfaltados, sendo que, dos nove municípios, apenas um (Camanongue) está ligado por estrada eslfatada.

Segundo um documento do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), a que a ANGOP teve acesso, hoje, no Luena, a província aguarda, igualmente, por um financiamento para se construir mais de mil e 600 quilómetros de estradas, avaliados em mais de 882 mil milhões de kwanzas.

Entre as vias estruturantes, destacam-se a construção do troço entre Luena/Leua/Cameia /Luacano/Luau, ao longo da Estrada Nacional 250, a leste da província, num percurso de cerca de 300 quilómetros, bem como Luacano/Cazombo (174kms) e Luena / Munhango (170 kms). As estradas serão construídas com base em padrões das da SADC.

Entretanto, nos últimos oito anos, foram asfaltados apenas 342,7 quilómetros, destacando-se parte da Estrada Nacional 180 (EN180), que liga o município de Camanongue com a capital da província (Luena), terminando à comuna do Luvuei, no município dos Bundas.

Ao longo da EN250, a asfaltagem abrangeu também o troço entre a vila do Lumbala Nguimbo e a comuna do Ninda, no município dos Bundas.

Foi, igualmente, asfaltada a estrada entre a vila do Luau até a localidade do Marco 25, faltando a conclusão de 176 quilómetros para ligar com a vila de Cazombo, sede do município do Alto Zambeze.

Actualmente, dos nove municípios da província, apenas um (Camanongue) está ligado por estrada asfaltada com a cidade do Luena.

Automobilistas temem pela insegurança

Numa ronda feita pela ANGOP, os automobilistas que circulam, periodicamente, nas estradas da província do Moxico falaram sobre os perigos e a insegurança que as vias apresentam, devido ao elevado grau de degradação.

André Tchibumba, motorista há 25 anos, disse que circula, frequentemente, no troço Luau /Cazombo, transportando mercadorias para o município do Alto Zambeze.

Segundo o interlocutor, durante a época chuvosa, a situação fica mais complicada, uma vez que vários camiões ficam entalados durante 15 dias, no meio da mata, enfrentando muitos riscos.

A opinião foi partilhada pelo automobilista Zaqueu Manuel, há 15 anos na profissão, que apela à reabilitação do referido troço.

Por sua vez, o taxista Mauro Bumba defendeu a construção da estrada que liga a sede da província com o município do Luau, passando por Leua, Cameia e Luacano, para reduzir a distância e dinamizar as trocas comerciais nestas regiões.

Entretanto, recentemente, o director geral adjunto do INEA, José Alexandre, disse à imprensa, que Moxico é a única província do país sem qualquer obra de reabilitação em curso, depois de muitos anos de paralisação.

Na ocasião, o responsável anunciou a retoma para breve da reabilitação do troço entre Luau/Cazombo/Lumbala Caquengue, informando que já foi contratada uma empresa para a empreitada, sendo que o financiamento está “em fase muito avançada”.

Uma informação reforçada, há duas semanas, pelo governador provincial, Gonçalves Muandumba.

Trata-se dos troços Lucusse (Moxico)/Lumbala Caquengue/Cazombo (Alto Zambeze), Lutembo/Lumbala NGuimbo/Ninda/Neriquinha, no município dos Bundas, Luena/Cassamba e Cangamba, no município dos Luchazes, assim como a estrada Marco25, no município do Luau, até à vila do Cazombo, num percurso de 175 quilómetros.

Na província do Moxico, apenas 576 quilómetros, dos três mil e 477 quilómetros que compõem a malha rodoviária da região, encontram-se asfaltados, sendo que, dos nove municípios, apenas um (Camanongue) está ligado por estrada eslfatada.

Segundo um documento do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), a que a ANGOP teve acesso, hoje, no Luena, a província aguarda, igualmente, por um financiamento para se construir mais de mil e 600 quilómetros de estradas, avaliados em mais de 882 mil milhões de kwanzas.

Entre as vias estruturantes, destacam-se a construção do troço entre Luena/Leua/Cameia /Luacano/Luau, ao longo da Estrada Nacional 250, a leste da província, num percurso de cerca de 300 quilómetros, bem como Luacano/Cazombo (174kms) e Luena / Munhango (170 kms). As estradas serão construídas com base em padrões das da SADC.

Entretanto, nos últimos oito anos, foram asfaltados apenas 342,7 quilómetros, destacando-se parte da Estrada Nacional 180 (EN180), que liga o município de Camanongue com a capital da província (Luena), terminando à comuna do Luvuei, no município dos Bundas.

Ao longo da EN250, a asfaltagem abrangeu também o troço entre a vila do Lumbala Nguimbo e a comuna do Ninda, no município dos Bundas.

Foi, igualmente, asfaltada a estrada entre a vila do Luau até a localidade do Marco 25, faltando a conclusão de 176 quilómetros para ligar com a vila de Cazombo, sede do município do Alto Zambeze.

Actualmente, dos nove municípios da província, apenas um (Camanongue) está ligado por estrada asfaltada com a cidade do Luena.

Automobilistas temem pela insegurança

Numa ronda feita pela ANGOP, os automobilistas que circulam, periodicamente, nas estradas da província do Moxico falaram sobre os perigos e a insegurança que as vias apresentam, devido ao elevado grau de degradação.

André Tchibumba, motorista há 25 anos, disse que circula, frequentemente, no troço Luau /Cazombo, transportando mercadorias para o município do Alto Zambeze.

Segundo o interlocutor, durante a época chuvosa, a situação fica mais complicada, uma vez que vários camiões ficam entalados durante 15 dias, no meio da mata, enfrentando muitos riscos.

A opinião foi partilhada pelo automobilista Zaqueu Manuel, há 15 anos na profissão, que apela à reabilitação do referido troço.

Por sua vez, o taxista Mauro Bumba defendeu a construção da estrada que liga a sede da província com o município do Luau, passando por Leua, Cameia e Luacano, para reduzir a distância e dinamizar as trocas comerciais nestas regiões.

Entretanto, recentemente, o director geral adjunto do INEA, José Alexandre, disse à imprensa, que Moxico é a única província do país sem qualquer obra de reabilitação em curso, depois de muitos anos de paralisação.

Na ocasião, o responsável anunciou a retoma para breve da reabilitação do troço entre Luau/Cazombo/Lumbala Caquengue, informando que já foi contratada uma empresa para a empreitada, sendo que o financiamento está “em fase muito avançada”.

Uma informação reforçada, há duas semanas, pelo governador provincial, Gonçalves Muandumba.