Navio Baía Farta realiza primeiro cruzeiro esta sexta-feira

  • Navio de Investigação Marinha
Luanda – O navio oceanográfico angolano de Investigação Científica “Baía Farta” realiza o seu primeiro cruzeiro científico está sexta-feira (dia 30), para a estimação da abundância das espécies de fundo em toda a costa marítima de Angola, soube hoje a ANGOP.

O primeiro cruzeiro do “Baía Farta” resulta dos êxitos obtidos durante a segunda fase das provas de mar a bordo do navio de Investigação Científica, decorrida de 25 de Maio a 3 de Junho último.

Findo o período de provas de mar, o fiscalizador atestou que o navio está em condições para a realização do respectivo Cruzeiro Científico, segundo uma nota de imprensa o Ministério da Agricultura e Pescas (Minagrip) chegada hoje à ANGOP.

Conforme a nota, o primeiro cruzeiro tem como objectivos estimar a biomassa e a estrutura de comprimento das principais espécies demersais (que vive no fundo do mar), nomeadamente, esparídeos, corvinas, roncadores, garoupas e outras de interesse comercial.

Visa igualmente descrever as características biológicas das espécies, mapear a biodiversidade marinha e as condições ambientais (temperatura, salinidade, oxigénio dissolvido e fluorescência, incluindo a composição da fauna platónica).

Segundo o roteiro, o cruzeiro seguirá os padrões internacionais e por questões organizacionais será dividido em duas etapas: Norte (Luanda-Sul do Rio Congo), que terá a duração de 10 dias, e Centro Sul (Ponta das Palmeirinhas – Rio Cunene), com a duração de 25 dias.

O navio “Baía Farta”, que chegou ao país em 2018, terminou a sua primeira fase de testes/provas do mar, em Abril último, nas águas oceânicas nacionais e internacionais, visando aferir a superação das inconformidades e avarias detectadas ao longo do trajeto Roménia (país de origem)/Angola.

Após a sua conclusão na Roménia, o navio angolano, com 74 metros de comprimento, foi testado no mar negro, a uma profundidade de dois mil e 212 metros, bem como a mais de cinco mil metros de profundidade no Oceano Atlântico durante a sua vinda para Angola.

O “Baía Farta” dispõe de uma sala acústica, quatro laboratórios, um ginásio, camarotes duplos, cozinha, área de serviço com 15 monitores de comando e três computadores para o comando do Sonar (aparelho electrónico utilizado geralmente na navegação naval para medir a distância entre a superfície da água e o fundo marinho), cada um dos quais desenvolve trabalhos diferentes.

O primeiro cruzeiro do “Baía Farta” resulta dos êxitos obtidos durante a segunda fase das provas de mar a bordo do navio de Investigação Científica, decorrida de 25 de Maio a 3 de Junho último.

Findo o período de provas de mar, o fiscalizador atestou que o navio está em condições para a realização do respectivo Cruzeiro Científico, segundo uma nota de imprensa o Ministério da Agricultura e Pescas (Minagrip) chegada hoje à ANGOP.

Conforme a nota, o primeiro cruzeiro tem como objectivos estimar a biomassa e a estrutura de comprimento das principais espécies demersais (que vive no fundo do mar), nomeadamente, esparídeos, corvinas, roncadores, garoupas e outras de interesse comercial.

Visa igualmente descrever as características biológicas das espécies, mapear a biodiversidade marinha e as condições ambientais (temperatura, salinidade, oxigénio dissolvido e fluorescência, incluindo a composição da fauna platónica).

Segundo o roteiro, o cruzeiro seguirá os padrões internacionais e por questões organizacionais será dividido em duas etapas: Norte (Luanda-Sul do Rio Congo), que terá a duração de 10 dias, e Centro Sul (Ponta das Palmeirinhas – Rio Cunene), com a duração de 25 dias.

O navio “Baía Farta”, que chegou ao país em 2018, terminou a sua primeira fase de testes/provas do mar, em Abril último, nas águas oceânicas nacionais e internacionais, visando aferir a superação das inconformidades e avarias detectadas ao longo do trajeto Roménia (país de origem)/Angola.

Após a sua conclusão na Roménia, o navio angolano, com 74 metros de comprimento, foi testado no mar negro, a uma profundidade de dois mil e 212 metros, bem como a mais de cinco mil metros de profundidade no Oceano Atlântico durante a sua vinda para Angola.

O “Baía Farta” dispõe de uma sala acústica, quatro laboratórios, um ginásio, camarotes duplos, cozinha, área de serviço com 15 monitores de comando e três computadores para o comando do Sonar (aparelho electrónico utilizado geralmente na navegação naval para medir a distância entre a superfície da água e o fundo marinho), cada um dos quais desenvolve trabalhos diferentes.