País quer mediação de Portugal para maior inserção no mercado europeu  

  • Ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes
Luanda – O ministro da Indústria e do Comércio, Victor Fernandes, disse, nesta quinta-feira, em Luanda, que “Portugal é um parceiro importante para mediar a favor de Angola junto dos parceiros europeus, para que o país tenha maior penetração nessa comunidade.

O governante, que falava à imprensa no final de uma visita de cortesia do embaixador de Portugal em Angola, Pedro Pessoa Passos, no país há quase seis meses, fez saber que esta “advocacia” visa a atracção de mais investimento privado estrangeiro directo para Angola.

Segundo o ministro, no âmbito da parceria e irmandade entre os dois Estados, foi informado ao embaixador que já se lançou alguns desafios aos representantes da União Europeia (UE) e que a intenção é Portugal ajudar Angola a criar o corredor para a exportação de alguns produtos fabricados internamente.

“O que já foi acertado com a embaixadora da UE cessante, era a escolha de produtos que pudessem estar em condições para o referido corredor, nomeadamente os derivados da madeira, o café e as frutas. Mas para tal, tinha que se saber os países que se quer negociar”, explicou.

Para que isso se efective, acrescentou Victor Fernandes, deve-se olhar para se aferir a qualidade da produção, a homogeneização do ponto de vista da normalização, análise laboratorial, bem como outros conjuntos de tarefas a serem gizadas dentro das normas.

Neste momento, prosseguiu, foi criada uma equipa técnica conjunta desse Ministério e da Embaixada de Portugal que vai trabalhar na definição de um cronograma, capacitar pessoal, identificar as potencialidades e falar com os produtores e operadores para se definir as regras do processo.

Explicou terem abordado, também, o adiamento da graduação de Angola para país de Rendimento Médio, onde se conta com o apoio de Portugal e, dada a importância do assunto, merece algum tempo para a preparação do dossier e posterior graduação daqui a três anos.

“Pretendemos reforçar o caminho da alteração da estrutura económica, pois a aposta na produção nacional, na diversificação das fontes de rendimento não têm volta. E precisamos de todos os parceiros, em particular de Portugal, com o seu conhecimento e experiência para se atingir o objectivo”, expressou.

Por sua vez, o embaixador Pedro Pessoa Passos, sublinhou que a relação entre os dois Estados e os dois povos vem de muitos anos e se reflectem nas trocas comerciais, como a vontade e o interesse mútuo, a julgar sobretudo pela presença de empresas angolanas em Portugal.

“O importante é que Portugal participe cada vez mais no processo de diversificação da economia de Angola, e, por meio deste, conquistarem os mercados regionais e sub-regionais, ajudando o país a atingir a excelência em certos produtos para exportar a marca Made in Angola para a EU”, disse.

A presidência de Portugal para UE, expressou, é importante para trazer na agenda europeia o continente africano e, com isto Angola.

“Como o caminho a percorrer é o mesmo. Portugal será sempre o instrumento, como já faz com os PALOP e Timor Leste, para fazer passar questões de Angola na UE, dentro das prioridades do país”, salientou, pedindo a Angola para enumerar as áreas prioritárias.

Segundo o embaixador Pedro Pessoa Passos, Portugal quer participar activamente no processo de diversificação da economia de Angola, e vai ajudar este Estado africano a conhecer melhor e aceder ao mercado europeu, e a UE a conhecer ainda mais o mercado e produtos angolanos.

O governante, que falava à imprensa no final de uma visita de cortesia do embaixador de Portugal em Angola, Pedro Pessoa Passos, no país há quase seis meses, fez saber que esta “advocacia” visa a atracção de mais investimento privado estrangeiro directo para Angola.

Segundo o ministro, no âmbito da parceria e irmandade entre os dois Estados, foi informado ao embaixador que já se lançou alguns desafios aos representantes da União Europeia (UE) e que a intenção é Portugal ajudar Angola a criar o corredor para a exportação de alguns produtos fabricados internamente.

“O que já foi acertado com a embaixadora da UE cessante, era a escolha de produtos que pudessem estar em condições para o referido corredor, nomeadamente os derivados da madeira, o café e as frutas. Mas para tal, tinha que se saber os países que se quer negociar”, explicou.

Para que isso se efective, acrescentou Victor Fernandes, deve-se olhar para se aferir a qualidade da produção, a homogeneização do ponto de vista da normalização, análise laboratorial, bem como outros conjuntos de tarefas a serem gizadas dentro das normas.

Neste momento, prosseguiu, foi criada uma equipa técnica conjunta desse Ministério e da Embaixada de Portugal que vai trabalhar na definição de um cronograma, capacitar pessoal, identificar as potencialidades e falar com os produtores e operadores para se definir as regras do processo.

Explicou terem abordado, também, o adiamento da graduação de Angola para país de Rendimento Médio, onde se conta com o apoio de Portugal e, dada a importância do assunto, merece algum tempo para a preparação do dossier e posterior graduação daqui a três anos.

“Pretendemos reforçar o caminho da alteração da estrutura económica, pois a aposta na produção nacional, na diversificação das fontes de rendimento não têm volta. E precisamos de todos os parceiros, em particular de Portugal, com o seu conhecimento e experiência para se atingir o objectivo”, expressou.

Por sua vez, o embaixador Pedro Pessoa Passos, sublinhou que a relação entre os dois Estados e os dois povos vem de muitos anos e se reflectem nas trocas comerciais, como a vontade e o interesse mútuo, a julgar sobretudo pela presença de empresas angolanas em Portugal.

“O importante é que Portugal participe cada vez mais no processo de diversificação da economia de Angola, e, por meio deste, conquistarem os mercados regionais e sub-regionais, ajudando o país a atingir a excelência em certos produtos para exportar a marca Made in Angola para a EU”, disse.

A presidência de Portugal para UE, expressou, é importante para trazer na agenda europeia o continente africano e, com isto Angola.

“Como o caminho a percorrer é o mesmo. Portugal será sempre o instrumento, como já faz com os PALOP e Timor Leste, para fazer passar questões de Angola na UE, dentro das prioridades do país”, salientou, pedindo a Angola para enumerar as áreas prioritárias.

Segundo o embaixador Pedro Pessoa Passos, Portugal quer participar activamente no processo de diversificação da economia de Angola, e vai ajudar este Estado africano a conhecer melhor e aceder ao mercado europeu, e a UE a conhecer ainda mais o mercado e produtos angolanos.