Angola empenhada em dinamizar indústria petrolífera

  • Plataforma petrolífera
Luanda- Angola vai manter-se empenhada em viabilizar o crescimento da indústria petrolífera, em resposta a dinâmica do mercado energético, a actual situação económica e financeira e a pandemia da Covid-19.

O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, declarou quarta-feira, no seu segundo discurso como presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que Angola vai manter o empenho para dinamizar a rentabilização do mercado do crude.

Na sua intervenção, na reunião da OPEP+, que congrega os 13 Estados Membros produtores e outros 10 países não produtores, assegurou que os programas de vacinação à Covid-19, em todo o mundo, trazem um novo optimismo à indústria, depois de prolongado tempo de incertezas.

Diamantino Azevedo acrescentou que o mercado energético está muito dinâmico, não só por conta da situação da Covid-19, mas também por via de conversas sobre a aceleração da transição energética.

"Embora haja uma quebra de investimentos na indústria peteolífera nos últimos meses e estar em voga a opção pelas energias renováveis e transição energética global, o petróleo e o gás ainda terão importância por mais décadas", alertou.

Por esse motivo, prosseguiu o ministro angolano, são necessários e cruciais mais investimentos, para evitar crises energéticas no futuro.

"Devemos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para garantir que a nossa indústria permaneça forte e saudável, e possa atender as previsões que apontam que até 2045 o petróleo representará ainda 28% da demanda energética", finalozou o ministro Diamantino Azevedo.

Produção de Angola e perspectivas da OPEP

A produção de Angola anda a volta de um milhão 150 mil barris/dia, podendo sofrer um ligeiro incremento para um milhão 167 mil/dia.

Entretanto, as projecções da OPEP para o crescimento da demanda de petróleo bruto, em 2021, anda a volta de 5,9 milhões de barris por dia.  

A reunião OPEP+ acontece desde Novembro de 2020, altura em que os 23 Estados Membros do Grupo (13 OPEP e 10 não-OPEP) decidiram realizar encontros mensais, via Webinar, para avaliar a evolução do mercado petrolífero, para dinamizar o sector.

O evento de hoje antecedeu a 14ª Conferência de Ministros dos OPEP e parceiros, que acontece hoje, quinta-feira, a partir de Viena (Áustria), a partir das 14 horas de Angola, via virtual.

Quer a sessão de quarta-feira, como a de hoje quinta-feira, contam com a intervenção do Príncipe Abdulaziz Bin Salman, ministro da Energia da Arábia Saudita e co-presidente da OPEP+; Alexander Novak, vice-Primeiro Ministro da Federação Russa e co-presidente da OPEP+, e do Presidente da OPEP e ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, Diamantino  Azevedo.

O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, declarou quarta-feira, no seu segundo discurso como presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que Angola vai manter o empenho para dinamizar a rentabilização do mercado do crude.

Na sua intervenção, na reunião da OPEP+, que congrega os 13 Estados Membros produtores e outros 10 países não produtores, assegurou que os programas de vacinação à Covid-19, em todo o mundo, trazem um novo optimismo à indústria, depois de prolongado tempo de incertezas.

Diamantino Azevedo acrescentou que o mercado energético está muito dinâmico, não só por conta da situação da Covid-19, mas também por via de conversas sobre a aceleração da transição energética.

"Embora haja uma quebra de investimentos na indústria peteolífera nos últimos meses e estar em voga a opção pelas energias renováveis e transição energética global, o petróleo e o gás ainda terão importância por mais décadas", alertou.

Por esse motivo, prosseguiu o ministro angolano, são necessários e cruciais mais investimentos, para evitar crises energéticas no futuro.

"Devemos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para garantir que a nossa indústria permaneça forte e saudável, e possa atender as previsões que apontam que até 2045 o petróleo representará ainda 28% da demanda energética", finalozou o ministro Diamantino Azevedo.

Produção de Angola e perspectivas da OPEP

A produção de Angola anda a volta de um milhão 150 mil barris/dia, podendo sofrer um ligeiro incremento para um milhão 167 mil/dia.

Entretanto, as projecções da OPEP para o crescimento da demanda de petróleo bruto, em 2021, anda a volta de 5,9 milhões de barris por dia.  

A reunião OPEP+ acontece desde Novembro de 2020, altura em que os 23 Estados Membros do Grupo (13 OPEP e 10 não-OPEP) decidiram realizar encontros mensais, via Webinar, para avaliar a evolução do mercado petrolífero, para dinamizar o sector.

O evento de hoje antecedeu a 14ª Conferência de Ministros dos OPEP e parceiros, que acontece hoje, quinta-feira, a partir de Viena (Áustria), a partir das 14 horas de Angola, via virtual.

Quer a sessão de quarta-feira, como a de hoje quinta-feira, contam com a intervenção do Príncipe Abdulaziz Bin Salman, ministro da Energia da Arábia Saudita e co-presidente da OPEP+; Alexander Novak, vice-Primeiro Ministro da Federação Russa e co-presidente da OPEP+, e do Presidente da OPEP e ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, Diamantino  Azevedo.