Parceria Angola-EUA fortalecida com funcionamento da Africell

  • Nina Fite, Embaixadora dos Estados Unidos da América em Angola
Luanda - A assinatura, nesta quarta-feira, do contrato de concessão para prestação de serviço de comunicações electrónicas entre o Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) e a norte-americana Africell demonstra um crescimento no investimento americano fora do sector petrolífero em Angola.

Esta avaliação foi feita pela embaixadora dos Estados Unidos da América (EUA) em Angola, Nina Maria Fite, quando falava à imprensa na sequência da assinatura de concessão.

"É um grande investimento fora do sector petrolífero, o que mostra como está a crescer o investimento americano em Angola", frisou a diplomata.

Nina Maria Fite referiu que os americanos trazem sempre tecnologias e vão criar mais empregos um pouco por todo o país, e consequentemente o desenvolvimento técnico, tecnológico e económico.

A Africell começa a operar de facto no terceiro trimestre do corrente ano, num investimento de mais de 300 milhões de dólares e deverá criar mais de seis mil empregos.

Para o INACOM, a assinatura do contrato resulta na necessidade do sector das comunicações electrónicas em Angola se adequar à constante evolução mundial, adaptando-se ao surgimento de novos modelos de negócios e serviços inovadores.

Esta avaliação foi feita pela embaixadora dos Estados Unidos da América (EUA) em Angola, Nina Maria Fite, quando falava à imprensa na sequência da assinatura de concessão.

"É um grande investimento fora do sector petrolífero, o que mostra como está a crescer o investimento americano em Angola", frisou a diplomata.

Nina Maria Fite referiu que os americanos trazem sempre tecnologias e vão criar mais empregos um pouco por todo o país, e consequentemente o desenvolvimento técnico, tecnológico e económico.

A Africell começa a operar de facto no terceiro trimestre do corrente ano, num investimento de mais de 300 milhões de dólares e deverá criar mais de seis mil empregos.

Para o INACOM, a assinatura do contrato resulta na necessidade do sector das comunicações electrónicas em Angola se adequar à constante evolução mundial, adaptando-se ao surgimento de novos modelos de negócios e serviços inovadores.