Pescadores artesanais solicitam apoio financeiro

  • Administrador De Ombadja   Hilario Sikalepo  Credito De Luisa Dani
Ondjiva - Os pescadores artesanais do município de Ombadja, província do Cunene, necessitam de micro-créditos para aumentar a captura na região.

Durante o ano de 2020, foram capturados um total de cinco mil toneladas de pescado, menos duas mil em relação a 2019, comercializados em Ondjiva (Cunene) e nas províncias da Huíla, Namibe, Benguela, Huambo e Repúblicas da Namíbia e do Congo democrático.

 As capturas ocorreram no Rio Cunene, sendo o bagre, quimaia, tchimbululu, boca larga e sardinha, os mais pescados.

Em declarações hoje à ANGOP, o administrador municipal de Ombadja, Hilário Sikalepo, disse que a falta de micro-crédito para recuperação de algumas embarcações, bem como a aquisição de material de pesca, como redes, anzóis, chumbos, bóias, motores e balanças, condiciona o aumento dos níveis de captura.

Por outro lado, disse que está a ser levado a cabo um trabalho de fiscalização para o combate à pesca ilegal, de modo a aumentar o rendimento dos pesacadores agrupados em cooperativas.

A julgar pelas potencialidades piscatórias no rio Cunene, Hilário Sikalepo apelou os empresários a investirem na construção de lojas, fábricas e outros serviços de apoio a actividade, visando contribuir para a diversificação da economia local e nacional.

Para a implementação da produção e multiplicação dos alevinos, o município dispõe de seis lagoas, uma albufeira sobre o Rio Cunene, oito tanques escavados que explorados permitirão o aumento dos rendimentos das famílias.

Na província do Cunene, o Instituto de Pesca Artesanal (IPA) controla 49 cooperativas e 45 grupos de interesse, com um aglomerado de cinco mil 854 pessoas enquadradas.

Durante o ano de 2020, foram capturados um total de cinco mil toneladas de pescado, menos duas mil em relação a 2019, comercializados em Ondjiva (Cunene) e nas províncias da Huíla, Namibe, Benguela, Huambo e Repúblicas da Namíbia e do Congo democrático.

 As capturas ocorreram no Rio Cunene, sendo o bagre, quimaia, tchimbululu, boca larga e sardinha, os mais pescados.

Em declarações hoje à ANGOP, o administrador municipal de Ombadja, Hilário Sikalepo, disse que a falta de micro-crédito para recuperação de algumas embarcações, bem como a aquisição de material de pesca, como redes, anzóis, chumbos, bóias, motores e balanças, condiciona o aumento dos níveis de captura.

Por outro lado, disse que está a ser levado a cabo um trabalho de fiscalização para o combate à pesca ilegal, de modo a aumentar o rendimento dos pesacadores agrupados em cooperativas.

A julgar pelas potencialidades piscatórias no rio Cunene, Hilário Sikalepo apelou os empresários a investirem na construção de lojas, fábricas e outros serviços de apoio a actividade, visando contribuir para a diversificação da economia local e nacional.

Para a implementação da produção e multiplicação dos alevinos, o município dispõe de seis lagoas, uma albufeira sobre o Rio Cunene, oito tanques escavados que explorados permitirão o aumento dos rendimentos das famílias.

Na província do Cunene, o Instituto de Pesca Artesanal (IPA) controla 49 cooperativas e 45 grupos de interesse, com um aglomerado de cinco mil 854 pessoas enquadradas.