Pescangola com quebras estimadas em mais de Kz 4 milhões

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Luanda - A Pescangola registou uma quebra nas vendas de 4,9 milhões de kwanzas em 2020, por conta dos desvios que se verificaram na comercialização de combustíveis, indica o relatório do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE).

Uma nota de imprensa do IGAPE, chegada esta segunda-feira à Angop, refere que os indicadores de rendibilidade dos capitais próprios, do activo e das vendas, no período em análise corresponderam a 56,05% e 11,7%, respectivamente.

Entretanto, os activos não correntes apresentam uma variação negativa de 35% em comparação com o período homólogo, facto que deriva da diminuição, por via das amortizações, do valor das imobilizações corpóreas e dos outros activos financeiros.

O documento indica ainda que os activos correntes apresentam um aumento de 85% em comparação com o período homólogo.

O referido aumento foi influenciado pelas variações positivas nas contas a receber de 61% e nas disponibilidades de 267%, em relação ao exercício anterior.

O informe ressalta que, em comparação com o período homólogo, o activo total apresenta uma variação negativa de 10%.

Durante o período em referência, o quadro de trabalhadores no exercício da sua actividade em 2020 teve 185 colaboradores, contra os 191 reportados no período homólogo de 2019.

Quanto aos passivos não correntes, a nota espelha que não registaram qualquer variação ao longo do período, porém, os passivos correntes apresentaram uma diminuição de 20%, em comparação com o período de 2019, tendo sido influenciados pela diminuição nas contas a pagar, nos empréstimos e em outros passivos correntes.

“O resultado operacional resulta, por um lado, do aumento do volume de negócios em 11%, face ao ano transacto. Por outro lado, a estrutura de custos operacionais reduziu em 17% face ao ano anterior, sobretudo a rubrica dos CMVMC (custos com aquisição do gasóleo e outros) em 99,9%”, lê-se no documento.

O resultado líquido teve um impacto negativo dos resultados não operacionais, tendo variado de 14,2 milhões Kz para 66,2 milhões Kz negativos, relativamente ao exercício anterior, e decorrem essencialmente das regularizações de exercícios anteriores

Os fluxos de caixa das actividades operacionais cifraram-se em 260 milhões Kz, revelando que os recebimentos foram superiores aos pagamentos, verificando-se um desembolso líquido de 345 milhões Kz em investimentos, resultando assim num aumento do caixa e seus equivalentes 182 milhões Kz para um saldo de 669 milhões Kz no final do ano.

Foi registada uma autonomia financeira de 19%, superior em 6,23% comparativamente ao exercício anterior, significando que o nível de financiamento é muito elevado, considerando que a empresa é suportada por 81% de capitais alheios.

Os passivos continuam a ser superiores aos capitais próprios, e consequentemente o rácio de solvabilidade de 23% revela a fraca capacidade da empresa em cumprir com os seus compromissos a médio e longo prazo.

No entanto, a empresa melhorou em 9%, comparativamente ao ano de 2019.

Uma nota de imprensa do IGAPE, chegada esta segunda-feira à Angop, refere que os indicadores de rendibilidade dos capitais próprios, do activo e das vendas, no período em análise corresponderam a 56,05% e 11,7%, respectivamente.

Entretanto, os activos não correntes apresentam uma variação negativa de 35% em comparação com o período homólogo, facto que deriva da diminuição, por via das amortizações, do valor das imobilizações corpóreas e dos outros activos financeiros.

O documento indica ainda que os activos correntes apresentam um aumento de 85% em comparação com o período homólogo.

O referido aumento foi influenciado pelas variações positivas nas contas a receber de 61% e nas disponibilidades de 267%, em relação ao exercício anterior.

O informe ressalta que, em comparação com o período homólogo, o activo total apresenta uma variação negativa de 10%.

Durante o período em referência, o quadro de trabalhadores no exercício da sua actividade em 2020 teve 185 colaboradores, contra os 191 reportados no período homólogo de 2019.

Quanto aos passivos não correntes, a nota espelha que não registaram qualquer variação ao longo do período, porém, os passivos correntes apresentaram uma diminuição de 20%, em comparação com o período de 2019, tendo sido influenciados pela diminuição nas contas a pagar, nos empréstimos e em outros passivos correntes.

“O resultado operacional resulta, por um lado, do aumento do volume de negócios em 11%, face ao ano transacto. Por outro lado, a estrutura de custos operacionais reduziu em 17% face ao ano anterior, sobretudo a rubrica dos CMVMC (custos com aquisição do gasóleo e outros) em 99,9%”, lê-se no documento.

O resultado líquido teve um impacto negativo dos resultados não operacionais, tendo variado de 14,2 milhões Kz para 66,2 milhões Kz negativos, relativamente ao exercício anterior, e decorrem essencialmente das regularizações de exercícios anteriores

Os fluxos de caixa das actividades operacionais cifraram-se em 260 milhões Kz, revelando que os recebimentos foram superiores aos pagamentos, verificando-se um desembolso líquido de 345 milhões Kz em investimentos, resultando assim num aumento do caixa e seus equivalentes 182 milhões Kz para um saldo de 669 milhões Kz no final do ano.

Foi registada uma autonomia financeira de 19%, superior em 6,23% comparativamente ao exercício anterior, significando que o nível de financiamento é muito elevado, considerando que a empresa é suportada por 81% de capitais alheios.

Os passivos continuam a ser superiores aos capitais próprios, e consequentemente o rácio de solvabilidade de 23% revela a fraca capacidade da empresa em cumprir com os seus compromissos a médio e longo prazo.

No entanto, a empresa melhorou em 9%, comparativamente ao ano de 2019.