Planeamento identifica Projectos de Investimento Público para 2022

  • Milton Reis, Secretário de Estado do Planeamento
Luanda - Os órgãos do Sistema Nacional de Planeamento continuam a trabalhar na identificação das actividades de apoio ao desenvolvimento e de Projectos de Investimento Público para o Plano Anual de Desenvolvimento Nacional (PADN-2022), disse hoje o secretário de Estado para o Planeamento, Milton Reis.

Segundo o secretário de Estado, que falava nesta quinta-feira, no briefing bissemanal do MEP, os trabalhos decorrem com apoio metodológico do Ministério da Economia e Planeamento (MEP).

Disse que o Plano tem por objectivo a materialização das metas estabelecidas em todas as acções do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN 2018-2022), que constitui a base programática para o Orçamento Geral do Estado (OGE2022).

Por outro lado, Milton Reis fez saber que começou, no dia 14 deste Junho, a formação sobre Parcerias Público-Privadas promovida pelo MEP, em coordenação com o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).

De acordo com o responsável, essa formação aborda, nos sete (7) dias, temas ligados ao “Quadro jurídico e institucional das PPPs”, “Lançamento e contratação de PPPs”, “Contrato PPP – aspectos essenciais”, “Contrato PPP – alocação de risco e financiamento”, “Observações preliminares”, “Técnicas de Negociação e Organização e liderança de equipas”.

Milton Reis fez saber que, em relação ao Desenvolvimento do Modelo de previsão e análise da política monetária da União Económica e Monetária da África Ocidental, o MEP participou, a 16 do corrente mês, no 11º seminário de pesquisa de pares sobre o referido modelo, realizado em formato online, pelo Instituto de desenvolvimento de Capacidades do Departamento Africano do FMI.

O seminário tem como objectivo desenvolver um modelo semi-estrutural Neo-keynesiano (uma das correntes de pensamentos socio-económicas), que visa melhorar o sistema de análise e de previsão macroeconómica do Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO).

Visa igualmente estruturar os debates em torno de hipóteses, cenários alternativos, riscos e políticas discricionárias, reforçar a transparência nas decisões políticas e na comunicação, apresentar os aspectos técnicos específicos da zona e realização de simulações de combinações de políticas.

Os Países membros da União Económica e Monetária da África Ocidental são Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal e Togo.

 

Segundo o secretário de Estado, que falava nesta quinta-feira, no briefing bissemanal do MEP, os trabalhos decorrem com apoio metodológico do Ministério da Economia e Planeamento (MEP).

Disse que o Plano tem por objectivo a materialização das metas estabelecidas em todas as acções do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN 2018-2022), que constitui a base programática para o Orçamento Geral do Estado (OGE2022).

Por outro lado, Milton Reis fez saber que começou, no dia 14 deste Junho, a formação sobre Parcerias Público-Privadas promovida pelo MEP, em coordenação com o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).

De acordo com o responsável, essa formação aborda, nos sete (7) dias, temas ligados ao “Quadro jurídico e institucional das PPPs”, “Lançamento e contratação de PPPs”, “Contrato PPP – aspectos essenciais”, “Contrato PPP – alocação de risco e financiamento”, “Observações preliminares”, “Técnicas de Negociação e Organização e liderança de equipas”.

Milton Reis fez saber que, em relação ao Desenvolvimento do Modelo de previsão e análise da política monetária da União Económica e Monetária da África Ocidental, o MEP participou, a 16 do corrente mês, no 11º seminário de pesquisa de pares sobre o referido modelo, realizado em formato online, pelo Instituto de desenvolvimento de Capacidades do Departamento Africano do FMI.

O seminário tem como objectivo desenvolver um modelo semi-estrutural Neo-keynesiano (uma das correntes de pensamentos socio-económicas), que visa melhorar o sistema de análise e de previsão macroeconómica do Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO).

Visa igualmente estruturar os debates em torno de hipóteses, cenários alternativos, riscos e políticas discricionárias, reforçar a transparência nas decisões políticas e na comunicação, apresentar os aspectos técnicos específicos da zona e realização de simulações de combinações de políticas.

Os Países membros da União Económica e Monetária da África Ocidental são Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal e Togo.