Porto de Luanda encaixa USD 150 milhões

  • Assinatura de Acordo entre o Ministerio dos Transportes e a DP World para Concessão do Terminal Multiuso do Porto de Luanda
Luanda – Cento e cinquenta milhões de dólares norte-americanos é o valor que o Porto de Luanda encaixou, nesta segunda-feira, com assinatura do contrato de concessão do Terminal Multiuso, a Dubai Ports World, Ltd (DP World).

Da parte do Porto de Luanda, o contrato foi assinado pelo presidente do Conselho de Administração, Adalberto António Bengue e do grupo DP World pelo seu presidente, Ahmed Bin Sulayem.

Está previsto um investimento no valor de USD 190 milhões ao longo de um período de 20 anos, bem como efectuará um pagamento à concedente superior a 440 milhões de dólares.

O acto que foi testemunhado pelo ministro dos Transportes, Ricardo D’Abreu, visa através do qual o Porto de Luanda transferir, temporariamente, os direitos de exploração e gestão do Terminal Multiuso do Porto de Luanda, a Dubai Ports World, Ltd.

Segundo o ministro, o acordo tem como objectivo promover o desenvolvimento e melhoria da eficiência da actividade portuária, através da selecção de um operador privado de referência mundial.

“O Ministério dos Transportes continuará a fortalecer as suas acções no sub-sector marítimo para que se vislumbre um futuro melhor”, referiu.

Neste sentido, Ricardo D’Abreu afirmou que os esforços incidem ainda para uma intervenção nas infra-estruturas portuárias no âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento 2018-2022, nomeadamente o Porto Caio em Cabinda, o projecto do terminal de desenvolvimento integrado na Barra do Dande (Zona Franca) no Bengo.

Está ainda em carteira, o desenvolvimento do projecto da Baía de Moçamedes do Porto do Namibe, bem como a implementação efectiva e prioritária do projecto da rede de cabotagem da região norte.

Para o presidente do grupo DP World, Ahmed Bin Sulayem, o contrato assinado para operar por 20 anos o Terminal Multiuso, irá transformar o Porto de Luanda numa porta de entrada para o país e a região, de grandes investimentos em tecnologia, automação e plataformas digitais.

Outros ganhos com a concessão

Com essa concessão, o Porto de Luanda contará com ganhos de natureza do investimento, cujo plano compreenderá a reabilitação da infra-estrutura física do cais do Terminal, com 610 metros, uma profundidade de 12,5 metros, numa área de 181 mil e 70 metros quadrados e uma capacidade para movimentar 2.6 milhões de toneladas/ano.     

A nível da inovação, a relação permitirá a reabilitação e aquisição de equipamentos que permitirão a transição da operação do terminal, para uma operação alicerçada em gruas RTG, em linha com as melhores práticas internacionais, bem como a criação de uma plataforma logística externa que permitirá atingir um volume de tráfego objectivo de 700 mil TEUS (Unidade Equivalente a container 20 Pés), por ano, suportado por um moderno sistema de gestão portuário.

Já no que se refere à empregabilidade, o contrato prevê a manutenção dos postos de trabalho e dos trabalhadores afecto ao terminal e a implementação de um plano de treinamento e formação, bem como a inserção de quadros angolanos de nível médio e superior nas diferentes áreas da futura concessionária e na estrutura de decisão da mesma.

Responsável pelo tráfego de 10% de carga contentorizada, a Dubai Ports World (DP World) é uma multinacional de logística dos Emirados com sede em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. É especializada em logística de cargas, operações de terminais portuários, serviços marítimos e zonas francas.

Formada em 2005 pela fusão da Dubai Ports Authority e Dubai Ports International, a DP World lida com 70 milhões de contentores transportados por 70 mil navios anualmente.

Tal movimento equivale a cerca de 10% do tráfego global de contentores, representado pelos seus 82 terminais marítimos e terrestres, presentes em mais de 40 países.

Até 2016, a DP World era, principalmente, uma operadora portuária global e, desde então, adquiriu outras empresas na cadeia de valor.

Concorreram ao  concurso público internacional nove empresas, nomeadamente a Multiparques, Advanced Maritime Transportes, Internacional Container Terminal Services,Inc,  a China Harbour Engineerring Company, Bollorem Nidedutch, Investment Limited; e SIFAX Group of Companies Limited, muitas delas com proposta de investimentos na ordem dos 75 mil dólares.

 

Da parte do Porto de Luanda, o contrato foi assinado pelo presidente do Conselho de Administração, Adalberto António Bengue e do grupo DP World pelo seu presidente, Ahmed Bin Sulayem.

Está previsto um investimento no valor de USD 190 milhões ao longo de um período de 20 anos, bem como efectuará um pagamento à concedente superior a 440 milhões de dólares.

O acto que foi testemunhado pelo ministro dos Transportes, Ricardo D’Abreu, visa através do qual o Porto de Luanda transferir, temporariamente, os direitos de exploração e gestão do Terminal Multiuso do Porto de Luanda, a Dubai Ports World, Ltd.

Segundo o ministro, o acordo tem como objectivo promover o desenvolvimento e melhoria da eficiência da actividade portuária, através da selecção de um operador privado de referência mundial.

“O Ministério dos Transportes continuará a fortalecer as suas acções no sub-sector marítimo para que se vislumbre um futuro melhor”, referiu.

Neste sentido, Ricardo D’Abreu afirmou que os esforços incidem ainda para uma intervenção nas infra-estruturas portuárias no âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento 2018-2022, nomeadamente o Porto Caio em Cabinda, o projecto do terminal de desenvolvimento integrado na Barra do Dande (Zona Franca) no Bengo.

Está ainda em carteira, o desenvolvimento do projecto da Baía de Moçamedes do Porto do Namibe, bem como a implementação efectiva e prioritária do projecto da rede de cabotagem da região norte.

Para o presidente do grupo DP World, Ahmed Bin Sulayem, o contrato assinado para operar por 20 anos o Terminal Multiuso, irá transformar o Porto de Luanda numa porta de entrada para o país e a região, de grandes investimentos em tecnologia, automação e plataformas digitais.

Outros ganhos com a concessão

Com essa concessão, o Porto de Luanda contará com ganhos de natureza do investimento, cujo plano compreenderá a reabilitação da infra-estrutura física do cais do Terminal, com 610 metros, uma profundidade de 12,5 metros, numa área de 181 mil e 70 metros quadrados e uma capacidade para movimentar 2.6 milhões de toneladas/ano.     

A nível da inovação, a relação permitirá a reabilitação e aquisição de equipamentos que permitirão a transição da operação do terminal, para uma operação alicerçada em gruas RTG, em linha com as melhores práticas internacionais, bem como a criação de uma plataforma logística externa que permitirá atingir um volume de tráfego objectivo de 700 mil TEUS (Unidade Equivalente a container 20 Pés), por ano, suportado por um moderno sistema de gestão portuário.

Já no que se refere à empregabilidade, o contrato prevê a manutenção dos postos de trabalho e dos trabalhadores afecto ao terminal e a implementação de um plano de treinamento e formação, bem como a inserção de quadros angolanos de nível médio e superior nas diferentes áreas da futura concessionária e na estrutura de decisão da mesma.

Responsável pelo tráfego de 10% de carga contentorizada, a Dubai Ports World (DP World) é uma multinacional de logística dos Emirados com sede em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. É especializada em logística de cargas, operações de terminais portuários, serviços marítimos e zonas francas.

Formada em 2005 pela fusão da Dubai Ports Authority e Dubai Ports International, a DP World lida com 70 milhões de contentores transportados por 70 mil navios anualmente.

Tal movimento equivale a cerca de 10% do tráfego global de contentores, representado pelos seus 82 terminais marítimos e terrestres, presentes em mais de 40 países.

Até 2016, a DP World era, principalmente, uma operadora portuária global e, desde então, adquiriu outras empresas na cadeia de valor.

Concorreram ao  concurso público internacional nove empresas, nomeadamente a Multiparques, Advanced Maritime Transportes, Internacional Container Terminal Services,Inc,  a China Harbour Engineerring Company, Bollorem Nidedutch, Investment Limited; e SIFAX Group of Companies Limited, muitas delas com proposta de investimentos na ordem dos 75 mil dólares.