Revista chinesa destaca potencial de Angola

  • Agricultura
Luanda - A revista da Agência de Promoção de Intercâmbio Internacional "Lookwe", da China, publicou nesta terça-feira, em Beijing, uma edição especial que privilegia o potencial económico, turístico e cultural de Angola.

Produzido em Chinês e Inglês, em parceria com os Serviços de Imprensa da Embaixada de Angola naquele país asiático, o produto, com 64 páginas, tem um total de dez mil exemplares.

Todas as páginas são dedicadas a Angola, devendo ser distribuídas pela agência Lookwe, aos potenciais investidores do território chinês.

Conforme uma nota da Embaixada de Angola na China, a versão electrónica foi distribuída hoje (10) para cerca de 145 mil assinantes.

Segundo o director-geral da Agência de Promoção de Intercambio Internacional "Lookwe", Xu Yun Zu, Angola pode sempre contar com o apoio das instituições chinesas na busca de investidores para diversificar a sua economia.

Xu Yun Zu, que falava durante a cerimónia de apresentação formal da edição especial da sua revista, assegurou que a agência coloca Angola entre os países prioritários a divulgar junto dos potenciais investidores chineses.  

Constam da revista aspectos como o ambiente de negócios e oportunidades de investimento existentes em vários sectores da economia.
      
"Angola é um país amigo e bom parceiro que sempre esteve ao lado da China nos momentos difíceis e que pode sempre contar com o apoio das instituições chinesas na divulgação do novo ambiente de negócios e das oportunidades
existentes para o empresariado chinês", afirmou o director-geral da publicação.

Já a editora-chefe da mesma revista chinesa, Wang Yan, considerou que Angola é um país com
muitas potencialidades turísticas e está aberta ao investimento privado.

"Neste mês, celebra-se o quadragésimo quinto aniversário da Independência Nacional de Angola, um país que, desde 2017, entrou numa nova era caracterizada por mudanças e reajustamento de alguns de seus instrumentos jurídicos, no intuito de melhorar o ambiente de negócios e encorajar o investimento privado,  lê-se na nota de abertura da editora-chefe.

A publicação refere que Angola deu passos significativos em termos de construção de infra-estruturas e sobre atracção turística.

Expressa que o país tem reservas naturais,  monumentos e locais históricos que registam a história, em geral, e da trajectória da luta pela independência nacional, em particular.

Por sua vez, o Embaixador de Angola na China, João Salvador dos Santos Neto, destacou o facto de os dois países estarem engajados na melhoria da qualidade da cooperação bilateral, tendo sempre em conta que as "potencialidades de cada um se complementam", expressou.

O diplomata sublinhou que Angola tem feito esforços consistentes para facilitar o investimento directo, e adoptou um quadro jurídico harmonioso, atractivo para assegurar um ambiente propício de negócios.

"O Governo angolano está a investir seriamente em infra-estruturas no domínio das vias de comunicação, como aeroportos, portos, caminhos-de-ferro e estradas, que permitirão estender para uma perspectiva sub-regional os
investimentos e a actividade comercial de quem aposta em Angola", lê-se na nota.

 

 

Produzido em Chinês e Inglês, em parceria com os Serviços de Imprensa da Embaixada de Angola naquele país asiático, o produto, com 64 páginas, tem um total de dez mil exemplares.

Todas as páginas são dedicadas a Angola, devendo ser distribuídas pela agência Lookwe, aos potenciais investidores do território chinês.

Conforme uma nota da Embaixada de Angola na China, a versão electrónica foi distribuída hoje (10) para cerca de 145 mil assinantes.

Segundo o director-geral da Agência de Promoção de Intercambio Internacional "Lookwe", Xu Yun Zu, Angola pode sempre contar com o apoio das instituições chinesas na busca de investidores para diversificar a sua economia.

Xu Yun Zu, que falava durante a cerimónia de apresentação formal da edição especial da sua revista, assegurou que a agência coloca Angola entre os países prioritários a divulgar junto dos potenciais investidores chineses.  

Constam da revista aspectos como o ambiente de negócios e oportunidades de investimento existentes em vários sectores da economia.
      
"Angola é um país amigo e bom parceiro que sempre esteve ao lado da China nos momentos difíceis e que pode sempre contar com o apoio das instituições chinesas na divulgação do novo ambiente de negócios e das oportunidades
existentes para o empresariado chinês", afirmou o director-geral da publicação.

Já a editora-chefe da mesma revista chinesa, Wang Yan, considerou que Angola é um país com
muitas potencialidades turísticas e está aberta ao investimento privado.

"Neste mês, celebra-se o quadragésimo quinto aniversário da Independência Nacional de Angola, um país que, desde 2017, entrou numa nova era caracterizada por mudanças e reajustamento de alguns de seus instrumentos jurídicos, no intuito de melhorar o ambiente de negócios e encorajar o investimento privado,  lê-se na nota de abertura da editora-chefe.

A publicação refere que Angola deu passos significativos em termos de construção de infra-estruturas e sobre atracção turística.

Expressa que o país tem reservas naturais,  monumentos e locais históricos que registam a história, em geral, e da trajectória da luta pela independência nacional, em particular.

Por sua vez, o Embaixador de Angola na China, João Salvador dos Santos Neto, destacou o facto de os dois países estarem engajados na melhoria da qualidade da cooperação bilateral, tendo sempre em conta que as "potencialidades de cada um se complementam", expressou.

O diplomata sublinhou que Angola tem feito esforços consistentes para facilitar o investimento directo, e adoptou um quadro jurídico harmonioso, atractivo para assegurar um ambiente propício de negócios.

"O Governo angolano está a investir seriamente em infra-estruturas no domínio das vias de comunicação, como aeroportos, portos, caminhos-de-ferro e estradas, que permitirão estender para uma perspectiva sub-regional os
investimentos e a actividade comercial de quem aposta em Angola", lê-se na nota.