Primeira exportação angolana de umbilicais segue para Indonésia

  • Plataforma de Petróleo
Lobito – O primeiro projecto angolano de exportação de umbilicais, denominado “Mirax”, com 13.2 quilómetros de extensão, seguirá hoje para a Indonésia, onde será instalado no campo de produção de gás com o mesmo nome, apurou nessa terça-feira ANGOP.

A operação de embarque das cinco bobinas que transportam o produto, a bordo do navio “Jumbo Vision Rotterdan”, de bandeira holandesa, teve início nesta terça-feira, no cais da Sonamet, no Lobito, província de Benguela,  e ficará concluída hoje, quarta-feira.

Segundo a directora geral da Angoflex (empresa angolana produtora de umbilicais), Isabel Paulo, a carta de intenção do cliente “Technip/FMC Malásia, foi escrita em 2019,  tendo a petrolífera italiana ENI como  operadora do projecto.

Informou que o prazo de entrega estava previsto para Março deste ano, mas só será possível agora devido aos constrangimentos originados pelo atraso na importação de equipamentos e acessórios, bem como a  pandemia da covid-19.

Além destas bobinas que serão instaladas em “offshore” na Indonésia, há mais duas com um total de 6,5 km que ficarão armazenadas na empresa para substituir algum umbilical  que apresentar problemas técnicos.

Participaram no “Mirax”, 59 trabalhadores da Angoflex, com assessoria de cinco expatriados, principalmente na fase de acabamentos dos equipamentos do projecto.

“Neste momento desafiante, os trabalhadores  orgulham-se  em entregar este projecto com sucesso e esperam que o mesmo  possa atrair grandes clientes e trazer outros do género para ajudar o nosso país na captação de divisas”, desabafou.

Por seu turno, o governador de Benguela, Rui Falcão, afirmou ser um motivo de orgulho na medida em que os angolanos estão a utilizar tecnologia de ponta para exportá-la a países com  desenvolvimento superior ao de Angola.

O governador revelou que acompanhou o projecto desde o início e tem estado a fazer diplomacia  com a finalidade de abrir  portas dos mercados petrolíferos para Angola.

“No ano passado estivemos nos Estados Unidos da América com este objectivo e os frutos já começam a aparecer. Vamos produzir meios para a Chevron, Total e outras companhias para dar continuidade a este trabalho”, enfatizou.

A par deste projecto, estão a ser fabricados mais três, nomeadamente o Dália, o Zínia e o Platina, todos para serem instalados em Angola.

A fábrica angolana de umbilicais, fundada em 2003 no Lobito, é uma empresa mista entre a Technip, a FMC e a Sonangol, com um record de mais de 560 quilómetros do produto instalados no offshore angolano.

Até ao momento, é a única em Angola e em África na produção de umbilicais ou cabos flexíveis (cabos eléctricos e tubos super duplex) que fazem funcionar os equipamentos petrolíferos instalados no fundo do mar.

A operação de embarque das cinco bobinas que transportam o produto, a bordo do navio “Jumbo Vision Rotterdan”, de bandeira holandesa, teve início nesta terça-feira, no cais da Sonamet, no Lobito, província de Benguela,  e ficará concluída hoje, quarta-feira.

Segundo a directora geral da Angoflex (empresa angolana produtora de umbilicais), Isabel Paulo, a carta de intenção do cliente “Technip/FMC Malásia, foi escrita em 2019,  tendo a petrolífera italiana ENI como  operadora do projecto.

Informou que o prazo de entrega estava previsto para Março deste ano, mas só será possível agora devido aos constrangimentos originados pelo atraso na importação de equipamentos e acessórios, bem como a  pandemia da covid-19.

Além destas bobinas que serão instaladas em “offshore” na Indonésia, há mais duas com um total de 6,5 km que ficarão armazenadas na empresa para substituir algum umbilical  que apresentar problemas técnicos.

Participaram no “Mirax”, 59 trabalhadores da Angoflex, com assessoria de cinco expatriados, principalmente na fase de acabamentos dos equipamentos do projecto.

“Neste momento desafiante, os trabalhadores  orgulham-se  em entregar este projecto com sucesso e esperam que o mesmo  possa atrair grandes clientes e trazer outros do género para ajudar o nosso país na captação de divisas”, desabafou.

Por seu turno, o governador de Benguela, Rui Falcão, afirmou ser um motivo de orgulho na medida em que os angolanos estão a utilizar tecnologia de ponta para exportá-la a países com  desenvolvimento superior ao de Angola.

O governador revelou que acompanhou o projecto desde o início e tem estado a fazer diplomacia  com a finalidade de abrir  portas dos mercados petrolíferos para Angola.

“No ano passado estivemos nos Estados Unidos da América com este objectivo e os frutos já começam a aparecer. Vamos produzir meios para a Chevron, Total e outras companhias para dar continuidade a este trabalho”, enfatizou.

A par deste projecto, estão a ser fabricados mais três, nomeadamente o Dália, o Zínia e o Platina, todos para serem instalados em Angola.

A fábrica angolana de umbilicais, fundada em 2003 no Lobito, é uma empresa mista entre a Technip, a FMC e a Sonangol, com um record de mais de 560 quilómetros do produto instalados no offshore angolano.

Até ao momento, é a única em Angola e em África na produção de umbilicais ou cabos flexíveis (cabos eléctricos e tubos super duplex) que fazem funcionar os equipamentos petrolíferos instalados no fundo do mar.