Processo Kimberley reafirma desenvolvimento sustentável

  • Diamantes de Angola
Luanda - Os membros do Processo Kimberley (PK) reafirmaram nesta segunda-feira a importância de continuar a maximizar os esforços, visando contribuir para o desenvolvimento sustentável da indústria diamantífera do mundo.

Esta posição foi manifestada pelo presidente da organização e vice-ministro das Finanças da Federação Russa, Alexey Moiseev, durante a reunião intercalar do sistema de certificação do Processo Kimberley, que decorreu em formato virtual.

"Nossas prioridades incentivam (…) a se concentrar na substância da implementação do Sistema de Certificação do Processo Kimberley, por um lado, e na necessidade de garantir que o próprio processo permaneça relevante no mundo pós-pandemia, para a garantir o desenvolvimento sustentável", frisou.

Segundo disse, o objectivo é mudar e desenvolver, em conjunto com as tendências globais, onde o consumidor final entenda melhor o impacto positivo que a própria indústria de diamantes pode trazer para as nações e pessoas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das comunidades. 

Quanto à situação nos países membros, o surto de pandemia Covid-19 teve um impacto sem precedentes na vida das comunidades, em muitas regiões de mineração de diamantes do mundo, independentemente dos métodos de produção utilizados.

Em 2020, os presidentes dos órgãos de trabalho coordenaram o Processo Kimberley, dentro de suas respectivas competências, para garantir a implementação do Sistema de Certificação do Processo Kimberley (KPCS), apoiando  a indústria que enfrentou uma desaceleração, sem precedentes, da actividade empresarial e o fechamento de muitos mercados consumidores.

Apontou que o uso generalizado de plataformas online e outras formas digitais de comunicação mantiveram e mantêm o trabalho do PK em 2020-2021. 

Reconheceu também que a situação  ficou sob-controlo,  por ter havido apoio por parte dos governos, embora do ponto de vista socioeconómico tenha sido um exercício muito desafiador, com a pandemia impactando seriamente os meios de subsistência de muitas pessoas. 

 A reunião intercalar do Sistema de Certificação do Processo Kimberley, que decorre em formato virtual, termina na sexta-feira (25).

A delegação angolana participa com quadros séniores da Comissão Nacional do Processo Kimberley, Endiama e da Sodiam.

Convocados pelo presidente do Processo Kimberley, Alexey Moiseev, os participantes estão a reflectir, entre outros temas, em torno da situação na República Centro Africana (RCA), bem como a digitalização do certificado do Processo Kimberley.

A auscultação das propostas dos potenciais candidatos a albergar o Secretariado Permanente do Processo Kimberley também consta da agenda da reunião, segundo a Comissão Nacional do Processo Kimberley.

Além de Angola, fazem parte do certame os representantes dos 82 países membros do Sistema Internacional de Certificação do Processo Kimberley.

A par da reunião, prevê-se a realização de um fórum especial sobre a proveniência responsável de diamantes brutos.

O Processo Kimberley é o órgão que garante a certificação dos diamantes vendidos em todo mundo, assegurando que os mesmos não são provenientes de zonas de conflitos.

Angola é membro do Processo Kimberley desde 2003, entretanto exerceu a presidência em 2015 e a vice-presidência em 2014.

Esta posição foi manifestada pelo presidente da organização e vice-ministro das Finanças da Federação Russa, Alexey Moiseev, durante a reunião intercalar do sistema de certificação do Processo Kimberley, que decorreu em formato virtual.

"Nossas prioridades incentivam (…) a se concentrar na substância da implementação do Sistema de Certificação do Processo Kimberley, por um lado, e na necessidade de garantir que o próprio processo permaneça relevante no mundo pós-pandemia, para a garantir o desenvolvimento sustentável", frisou.

Segundo disse, o objectivo é mudar e desenvolver, em conjunto com as tendências globais, onde o consumidor final entenda melhor o impacto positivo que a própria indústria de diamantes pode trazer para as nações e pessoas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das comunidades. 

Quanto à situação nos países membros, o surto de pandemia Covid-19 teve um impacto sem precedentes na vida das comunidades, em muitas regiões de mineração de diamantes do mundo, independentemente dos métodos de produção utilizados.

Em 2020, os presidentes dos órgãos de trabalho coordenaram o Processo Kimberley, dentro de suas respectivas competências, para garantir a implementação do Sistema de Certificação do Processo Kimberley (KPCS), apoiando  a indústria que enfrentou uma desaceleração, sem precedentes, da actividade empresarial e o fechamento de muitos mercados consumidores.

Apontou que o uso generalizado de plataformas online e outras formas digitais de comunicação mantiveram e mantêm o trabalho do PK em 2020-2021. 

Reconheceu também que a situação  ficou sob-controlo,  por ter havido apoio por parte dos governos, embora do ponto de vista socioeconómico tenha sido um exercício muito desafiador, com a pandemia impactando seriamente os meios de subsistência de muitas pessoas. 

 A reunião intercalar do Sistema de Certificação do Processo Kimberley, que decorre em formato virtual, termina na sexta-feira (25).

A delegação angolana participa com quadros séniores da Comissão Nacional do Processo Kimberley, Endiama e da Sodiam.

Convocados pelo presidente do Processo Kimberley, Alexey Moiseev, os participantes estão a reflectir, entre outros temas, em torno da situação na República Centro Africana (RCA), bem como a digitalização do certificado do Processo Kimberley.

A auscultação das propostas dos potenciais candidatos a albergar o Secretariado Permanente do Processo Kimberley também consta da agenda da reunião, segundo a Comissão Nacional do Processo Kimberley.

Além de Angola, fazem parte do certame os representantes dos 82 países membros do Sistema Internacional de Certificação do Processo Kimberley.

A par da reunião, prevê-se a realização de um fórum especial sobre a proveniência responsável de diamantes brutos.

O Processo Kimberley é o órgão que garante a certificação dos diamantes vendidos em todo mundo, assegurando que os mesmos não são provenientes de zonas de conflitos.

Angola é membro do Processo Kimberley desde 2003, entretanto exerceu a presidência em 2015 e a vice-presidência em 2014.