PRODESI disponibiliza mais  sete mil milhões de Kwanzas na Huíla

Lubango - Pelo menos sete mil milhões, 404 milhões e 42 mil kwanzas já foram disponibilizados de 2019 até à data para financiamento de 14 projectos de diversos sectores da actividade, no âmbito do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI), na província da Huíla.

A província tem até o momento um total de 426 candidaturas para o acesso ao crédito, das quais 34 foram aprovadas. No entanto, destas, apenas 14 receberam o financiamento, duas em 2019 e as restantes no ano corrente.

Do global de pedidos foram igualmente desactivados 151 projectos, seis de empresas desistiram, quatro não foram aprovados pela banca comercial e 38 não estão enquadrados no PRODESI, estando 214 activos, dos quais 18 fazem parte da fase mais avançada, entre a  aprovação e em negociação para o desembolso.

Dos 14 projectos desembolsados, nove foram custeados pela linha de financiamento para a compra da produção nacional, no Programa de Apoio ao Crédito (PAC) e cinco no Aviso 10 do Banco Nacional de Angola (BNA), de concepção de crédito ao sector real da economia.

Em declarações à Angop hoje, no Lubango, o director do gabinete provincial para o Desenvolvimento Económico Integrado, Manuel Machado Quilende, afirmou tratar-se de projectos ligados aos sectores da agricultura, comércio e distribuição, indústria transformadora, prestação de serviços, pecuária, indústria alimentar e bebidas, turismo e lazer, recursos geológicos, aquicultura e pesca marítima.

Explicou que as empresas têm de passar por cinco fases para a recepção do crédito  nomeadamente, o pedido de apoio,   triagem do projecto, dossier de crédito, negociação com a banca e a última, o desembolso e  acompanhamento da implementação do crédito desembolsado.

O responsável esclareceu que os valores solicitados pelas empresas nem sempre são aprovados pelos bancos, numa primeira fase, na maioria das vezes só é possível determinar a quantia, depois da sua aprovação do projecto.

“A fase mais difícil das empresas no pedido de crédito é a terceira, a do dossier de crédito, onde as empresas devem apresentar os documentos legais da empresa, a constituição dos processos e documentos de identificação dos sócios”, continuou.

Destacou que os programas criados pelo PRODESI têm impacto directo na vida das empresas e das comunidades, dando maior visibilidade à produção local, com a realização de feiras de escoamento de produtos nacionais, publicidade nos órgãos de comunicação como no Portal de divulgação da produção nacional, permitindo saber quem e quanto se produz, bem como as quantidades disponíveis e sua localização.

A província tem até o momento um total de 426 candidaturas para o acesso ao crédito, das quais 34 foram aprovadas. No entanto, destas, apenas 14 receberam o financiamento, duas em 2019 e as restantes no ano corrente.

Do global de pedidos foram igualmente desactivados 151 projectos, seis de empresas desistiram, quatro não foram aprovados pela banca comercial e 38 não estão enquadrados no PRODESI, estando 214 activos, dos quais 18 fazem parte da fase mais avançada, entre a  aprovação e em negociação para o desembolso.

Dos 14 projectos desembolsados, nove foram custeados pela linha de financiamento para a compra da produção nacional, no Programa de Apoio ao Crédito (PAC) e cinco no Aviso 10 do Banco Nacional de Angola (BNA), de concepção de crédito ao sector real da economia.

Em declarações à Angop hoje, no Lubango, o director do gabinete provincial para o Desenvolvimento Económico Integrado, Manuel Machado Quilende, afirmou tratar-se de projectos ligados aos sectores da agricultura, comércio e distribuição, indústria transformadora, prestação de serviços, pecuária, indústria alimentar e bebidas, turismo e lazer, recursos geológicos, aquicultura e pesca marítima.

Explicou que as empresas têm de passar por cinco fases para a recepção do crédito  nomeadamente, o pedido de apoio,   triagem do projecto, dossier de crédito, negociação com a banca e a última, o desembolso e  acompanhamento da implementação do crédito desembolsado.

O responsável esclareceu que os valores solicitados pelas empresas nem sempre são aprovados pelos bancos, numa primeira fase, na maioria das vezes só é possível determinar a quantia, depois da sua aprovação do projecto.

“A fase mais difícil das empresas no pedido de crédito é a terceira, a do dossier de crédito, onde as empresas devem apresentar os documentos legais da empresa, a constituição dos processos e documentos de identificação dos sócios”, continuou.

Destacou que os programas criados pelo PRODESI têm impacto directo na vida das empresas e das comunidades, dando maior visibilidade à produção local, com a realização de feiras de escoamento de produtos nacionais, publicidade nos órgãos de comunicação como no Portal de divulgação da produção nacional, permitindo saber quem e quanto se produz, bem como as quantidades disponíveis e sua localização.