Produção de pó de calcário com níveis abaixo do potencial rochoso

Luanda - Os  níveis de produção de pó de calcário, incluindo o calcário dolomítico, passaram de 772 mil e 194 metros cúbicos, em 2018,  para uma previsão de 843 mil e 797 metros cúbicos até finais deste ano,  conforme meta do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018/2022.

Os números apresentados pelo Instituto Nacional Geológico, no segundo “Workshop sobre o Uso de Calcário Dolomítico”, uma iniciativa do Ministério dos Recursos Mineiras, Petróleos e Gás, apontam que para 2022, a produção será de 869  mil 111 metros cúbicos.

Em 2020, a produção de pó de calcário atingiu níveis na ordem dos 819 mil e 221 metros cúbicos, contra os 795 mil 360  metros cúbicos de 2019, observando uma ligeira subida ano após ano. De Janeiro a Julho de 2020, a produção  nacional  de calcário foi apenas de 800 mil e 26 metros cúbicos.

Segundo a instituição, o número de  empresas licenciadas para a exploração e fornecimento  do pó de rocha  calcaria  para a agricultura é insuficiente, a julgar pela dimensão que o país ocupa, a extensão da actividade agrícola e pelo potencial que as rochas calcárias apresentam no território nacional.

Em Angola, dos mais de 54 operadores licenciados, apenas cinco  produzem calcário dolomítico, um quadro que o sector quer inverter, tendo em conta a aposta no aumento da produção agrícola nacional.

O custo de produção,  transporte, principalmente, foram levantados neste encontro como uma das principais dificuldades que ainda travam a aposta da produção em grandes qualidades para abastecer o mercado interno, sobretudo aos agricultores para a correção dos solos.

Geralmente, o pó der calcário dolomítico é utilizado para  corrigir a acidez do solo. Ao mesmo tempo em que faz essa correcção, o calcário também fornece cálcio e magnésio, indispensáveis para a nutrição das plantas. 

A titulo de exemplo,  países como o Brasil,  o uso de pó de calcário na produção de feijão permitiu uma produtividade de nove vezes mais, com um custo de produção de cinco por centro, sendo  considerada a prática mais económica, de acordo com dados da Embrapa,  empresa ligada à pesquisa do ramo  agro-pecuario daquele país da América do Sul.

Dos benefícios do calcário destacam-se a recuperação do PH, fornecimento de cálcio e magnésio, redução ou eliminação dos efeitos tóxicos do alumínio, ferro e manganês, aumento do potencial de resposta, nutrição dos solos, melhoria nas propriedades físicas do solo, aeração,  circulação de água, entre outras propriedades.

De acordo com os mapas projectados no encontro, pelo administrador técnico do Instituto Geológico de Angola, José Manuel, as ocorrências do calcário dolomítico são registadas nas províncias da Huila, Benguela,  Cuanza Sul,  Cuanza Norte, Luanda, Bengo,  Uige, Malange e Moxico.

Em Angola além do calcário dolomítico existem outros, com diferentes classificações com base no teor  de magnésio. A lista é constituída por calcário calcifico, de magnésio, dolomito calcifico ou simplesmente dolomítico.

Quando  o mineral  predominante é o dolomite, a rocha  calcária passa a denominar-se  calcário dolomítico.

Lembrar que, os agro- minerais  foram  objecto de legislação especial por parte do Governo, que em 12 de Julho de 2004, através da Resolução 22/04 do Conselho de Ministros, aprovou a estratégia para o aproveitamento racional dos recursos agro-minerais,  para  o lançamento da indústria de fertilizantes em Angola.

Os números apresentados pelo Instituto Nacional Geológico, no segundo “Workshop sobre o Uso de Calcário Dolomítico”, uma iniciativa do Ministério dos Recursos Mineiras, Petróleos e Gás, apontam que para 2022, a produção será de 869  mil 111 metros cúbicos.

Em 2020, a produção de pó de calcário atingiu níveis na ordem dos 819 mil e 221 metros cúbicos, contra os 795 mil 360  metros cúbicos de 2019, observando uma ligeira subida ano após ano. De Janeiro a Julho de 2020, a produção  nacional  de calcário foi apenas de 800 mil e 26 metros cúbicos.

Segundo a instituição, o número de  empresas licenciadas para a exploração e fornecimento  do pó de rocha  calcaria  para a agricultura é insuficiente, a julgar pela dimensão que o país ocupa, a extensão da actividade agrícola e pelo potencial que as rochas calcárias apresentam no território nacional.

Em Angola, dos mais de 54 operadores licenciados, apenas cinco  produzem calcário dolomítico, um quadro que o sector quer inverter, tendo em conta a aposta no aumento da produção agrícola nacional.

O custo de produção,  transporte, principalmente, foram levantados neste encontro como uma das principais dificuldades que ainda travam a aposta da produção em grandes qualidades para abastecer o mercado interno, sobretudo aos agricultores para a correção dos solos.

Geralmente, o pó der calcário dolomítico é utilizado para  corrigir a acidez do solo. Ao mesmo tempo em que faz essa correcção, o calcário também fornece cálcio e magnésio, indispensáveis para a nutrição das plantas. 

A titulo de exemplo,  países como o Brasil,  o uso de pó de calcário na produção de feijão permitiu uma produtividade de nove vezes mais, com um custo de produção de cinco por centro, sendo  considerada a prática mais económica, de acordo com dados da Embrapa,  empresa ligada à pesquisa do ramo  agro-pecuario daquele país da América do Sul.

Dos benefícios do calcário destacam-se a recuperação do PH, fornecimento de cálcio e magnésio, redução ou eliminação dos efeitos tóxicos do alumínio, ferro e manganês, aumento do potencial de resposta, nutrição dos solos, melhoria nas propriedades físicas do solo, aeração,  circulação de água, entre outras propriedades.

De acordo com os mapas projectados no encontro, pelo administrador técnico do Instituto Geológico de Angola, José Manuel, as ocorrências do calcário dolomítico são registadas nas províncias da Huila, Benguela,  Cuanza Sul,  Cuanza Norte, Luanda, Bengo,  Uige, Malange e Moxico.

Em Angola além do calcário dolomítico existem outros, com diferentes classificações com base no teor  de magnésio. A lista é constituída por calcário calcifico, de magnésio, dolomito calcifico ou simplesmente dolomítico.

Quando  o mineral  predominante é o dolomite, a rocha  calcária passa a denominar-se  calcário dolomítico.

Lembrar que, os agro- minerais  foram  objecto de legislação especial por parte do Governo, que em 12 de Julho de 2004, através da Resolução 22/04 do Conselho de Ministros, aprovou a estratégia para o aproveitamento racional dos recursos agro-minerais,  para  o lançamento da indústria de fertilizantes em Angola.