Produção diamantífera afectada pela Covid-19

  • Diamantes de Angola
Luanda – A Endiana prevê, até final do ano em curso, uma produção de oito milhões de quilates de diamantes, ao contrário dos 10 milhões previstos, redução causada pela pandemia da Covid -19.

Para o próximo ano, caso a pandemia seja vencida, a diamantífera prevê produzir 11 milhões de quilates, número que poderá subir para 14 milhões em 2022, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Nacional.

Em declarações à imprensa, o representante do Ministério dos Recursos Mineiras, Petróleo e Gás, Mankenda Ambroise, deu a conhecer que até 2021 o país vai ganhar a Bolsa de Diamantes de Angola e o Pólo de Desenvolvimento Diamantífero de Saurimo (Lunda Sul).

A bolsa, segundo a fonte, após o seminário via web (Webinar) denominado “ O novo centro global para o diamante a ligar os negócios de Angola com a oportunidade de comércio internacional de diamantes através do Dubai”, terá como principal objectivo proporcionar uma plataforma que coloque o enorme fluxo de diamantes sob o mesmo organismo.

Precisou que dados estatísticos apontam que nos últimos anos uma quantidade considerável de diamantes nacionais, na ordem de 90 por centos, foi exportada para os Emirados Árabes Unidos (EAU). 

Durante o seminário via web, Mankenda Ambroise convidou as empresas dos Emirados Árabes Unidos (EAU) para se juntarem a iniciativa e serem membros, de acordo com os requisitos a estabelecer-se.

A iniciativa, da Câmara de Comércio e Industria Angola – EAU, teve como objectivo atrair investidores, promover, divulgar as oportunidades de negócios, de investimentos existentes no mercado de diamantes (mineiras) de Angola, tendo em conta o potencial, nos diferentes ramos da economia nacional.

Para o próximo ano, caso a pandemia seja vencida, a diamantífera prevê produzir 11 milhões de quilates, número que poderá subir para 14 milhões em 2022, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Nacional.

Em declarações à imprensa, o representante do Ministério dos Recursos Mineiras, Petróleo e Gás, Mankenda Ambroise, deu a conhecer que até 2021 o país vai ganhar a Bolsa de Diamantes de Angola e o Pólo de Desenvolvimento Diamantífero de Saurimo (Lunda Sul).

A bolsa, segundo a fonte, após o seminário via web (Webinar) denominado “ O novo centro global para o diamante a ligar os negócios de Angola com a oportunidade de comércio internacional de diamantes através do Dubai”, terá como principal objectivo proporcionar uma plataforma que coloque o enorme fluxo de diamantes sob o mesmo organismo.

Precisou que dados estatísticos apontam que nos últimos anos uma quantidade considerável de diamantes nacionais, na ordem de 90 por centos, foi exportada para os Emirados Árabes Unidos (EAU). 

Durante o seminário via web, Mankenda Ambroise convidou as empresas dos Emirados Árabes Unidos (EAU) para se juntarem a iniciativa e serem membros, de acordo com os requisitos a estabelecer-se.

A iniciativa, da Câmara de Comércio e Industria Angola – EAU, teve como objectivo atrair investidores, promover, divulgar as oportunidades de negócios, de investimentos existentes no mercado de diamantes (mineiras) de Angola, tendo em conta o potencial, nos diferentes ramos da economia nacional.