Programa de Combate à Pobreza consome 32,3 mil milhões de kwanzas

  • Beneficiária do Kwenda no Chongoroi
Luanda - Cerca de 32,3 mil milhões de kwanzas foram consumidos pelo Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza (PIDLCP), permitindo a execução de 4.036 actividade em 108 municípios, num universo de 5,1 milhões de pessoas, indicou, esta quinta-feira, em Luanda, o secretário de Estado para Acção Social, Lúcio Amaral.

Falando no habitual briefing do Ministério da Economia e Planeamento (MEP), Lúcio Amaral sublinhou que a execução financeira do programa está na ordem dos 57%, com destaque para os cuidados primários de saúde, com 72,49%, empoderamento da mulher 65,44%, acções de cidadania com 65%, enquanto a agricultura, pecuária e pescas, com 59,54%.

Sem revelar o valor geral que espelha o relatório, apontou que no terceiro trimestre foram identificadas 5.131 acções, para um universo de 6.066.462 pessoas, dados obtidos dos 115 relatórios do mês de Junho, 111 referentes ao mês de Agosto e 97 do mês de Setembro.

O IDLCP surge a partir da necessidade de rever os objectivos e prioridades a prosseguir no combate à pobreza.

O programa de combate à pobreza continua a ser executado nos 164 municípios, com um orçamento anual de Kz 300 milhões por municípios.

Na ocasião, o secretário de Estado do Planeamento, Milton Reis, fez saber que no arranque dos projectos surgiram dificuldades pelo facto de o sistema de protecção social não ter na altura as ferramentas para caminhar.

Milton Reis considerou o PIDLCP e o Kwenda como sendo programas de vital importância do Executivo.

“Acreditamos que hoje estamos em condições de andar mais depressa. No Kwenda, até 2020, tínhamos registadas 350 mil famílias e, para este ano, temos como meta mais 400 mil famílias”, frisou.

Kwenda gasta mais de Kz 5 mil milhões

Mais de 5 mil milhões de kwanzas foram gastos até ao momento para a implementação do programa de transferências sociais monetárias Kwenda, beneficiando 458 300 agregados familiares, revelou a directora-adjunta do Fundo de Apoio Social (FAS), Teresa Quivienguele.

Destacou que as principais linhas de trabalho passam para a agricultura, pesca, criação de animais, produção de mel, caixas comunitárias, transformação de produtos, entre outras.

Teresa Quivienguele destacou a componente da inclusão produtiva, com 6000 agregados familiares inseridos em actividades de geração de renda, correspondente a 30.000 pessoas.

O programa está avaliado em USD 420 milhões, sendo USD 320 milhões de um empréstimo reembolsável do Banco Mundial e USD 100 milhões vindos do Tesouro Nacional para implementar no período 2019 – 2023.

Durante a vigência do programa, implementado pelo Governo angolano em parceria com o Banco Mundial (BM) e executado pelo Fundo de Apoio Social (FAS), pretende-se mobilizar um milhão 608 mil agregados familiares.

A ideia é superar a condição de pobreza em que as famílias carenciadas se encontram, tendo em conta que a composição média de cada agregado é de cinco pessoas. 

O objectivo principal do Kwenda é apoiar as famílias em situação de vulnerabilidade e a sua inclusão em actividades geradoras de rendimento.

Cada agregado beneficia trimestralmente 25 mil de kwanzas, equivalente a oito mil Kwanzas/mês, durante três anos. 

 

Falando no habitual briefing do Ministério da Economia e Planeamento (MEP), Lúcio Amaral sublinhou que a execução financeira do programa está na ordem dos 57%, com destaque para os cuidados primários de saúde, com 72,49%, empoderamento da mulher 65,44%, acções de cidadania com 65%, enquanto a agricultura, pecuária e pescas, com 59,54%.

Sem revelar o valor geral que espelha o relatório, apontou que no terceiro trimestre foram identificadas 5.131 acções, para um universo de 6.066.462 pessoas, dados obtidos dos 115 relatórios do mês de Junho, 111 referentes ao mês de Agosto e 97 do mês de Setembro.

O IDLCP surge a partir da necessidade de rever os objectivos e prioridades a prosseguir no combate à pobreza.

O programa de combate à pobreza continua a ser executado nos 164 municípios, com um orçamento anual de Kz 300 milhões por municípios.

Na ocasião, o secretário de Estado do Planeamento, Milton Reis, fez saber que no arranque dos projectos surgiram dificuldades pelo facto de o sistema de protecção social não ter na altura as ferramentas para caminhar.

Milton Reis considerou o PIDLCP e o Kwenda como sendo programas de vital importância do Executivo.

“Acreditamos que hoje estamos em condições de andar mais depressa. No Kwenda, até 2020, tínhamos registadas 350 mil famílias e, para este ano, temos como meta mais 400 mil famílias”, frisou.

Kwenda gasta mais de Kz 5 mil milhões

Mais de 5 mil milhões de kwanzas foram gastos até ao momento para a implementação do programa de transferências sociais monetárias Kwenda, beneficiando 458 300 agregados familiares, revelou a directora-adjunta do Fundo de Apoio Social (FAS), Teresa Quivienguele.

Destacou que as principais linhas de trabalho passam para a agricultura, pesca, criação de animais, produção de mel, caixas comunitárias, transformação de produtos, entre outras.

Teresa Quivienguele destacou a componente da inclusão produtiva, com 6000 agregados familiares inseridos em actividades de geração de renda, correspondente a 30.000 pessoas.

O programa está avaliado em USD 420 milhões, sendo USD 320 milhões de um empréstimo reembolsável do Banco Mundial e USD 100 milhões vindos do Tesouro Nacional para implementar no período 2019 – 2023.

Durante a vigência do programa, implementado pelo Governo angolano em parceria com o Banco Mundial (BM) e executado pelo Fundo de Apoio Social (FAS), pretende-se mobilizar um milhão 608 mil agregados familiares.

A ideia é superar a condição de pobreza em que as famílias carenciadas se encontram, tendo em conta que a composição média de cada agregado é de cinco pessoas. 

O objectivo principal do Kwenda é apoiar as famílias em situação de vulnerabilidade e a sua inclusão em actividades geradoras de rendimento.

Cada agregado beneficia trimestralmente 25 mil de kwanzas, equivalente a oito mil Kwanzas/mês, durante três anos.