Ravina do Aço intervencionada dentro de um mês

  • Ravinas nas imediações da centralidade do Zango 5
Luena - A ravina do bairro Aço, que ameaça destruir a parte sul da cidade do Luena, começa a ser intervencionada em finais do próximo mês de Outubro, soube, nesta segunda-feira, a ANGOP, nesta cidade.

O estancamento dessa temível erosão, será feito em sete meses, pela empresa Afavia, que venceu um concurso promovido pelo Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território.

Ao contrário das anteriores intervenções, o trabalho de contenção vai começar onde finda a ravina até o seu início, de modo a ter-se melhor encaminhamento das águas da chuva e permitir maior consistência e robustez ao projecto.

Em declarações à ANGOP, o encarregado da empresa Afavia, Artur Monteiro, disse que o projecto vai cingir-se na construção de uma vala de drenagem robusta ao longo canal com capacidade de conduzir as águas, de modo seguro, ao rio Luena.

“ Vamos fazer um trabalho de engenharia, construindo um canal com as devidas inclinações que permitirá as águas encaminharem-se até ao rio”, prometeu.

De acordo com o encarregado, o principal constrangimento que poderá condicionar o início dos trabalhos está relacionado com a carência de combustível na província do Moxico, tendo apelado a sensibilidade da Sonangol na disponibilidade do produto.

Na passada época chuvosa, a ravina do bairro Aço, a mais temida devido a sua progressão, desalojou 500 pessoas e destruiu um número considerável de residências construídas sobre os canais de passagem de água ao redor.

Na época chuvosa transacta, a ravina do Aço, surgida no extremo sul da cidade do Luena nos anos 90, apesar de sofrer várias intervenções desde há 10 anos, ganhou contornos alarmantes.

As enxurradas que caíram entre Janeiro e Abril levaram a ravina a ramificar-se e a progredir em mais de 360 metros (já possuía quase 1 km de extensão), encontrando-se a escassos 20 metros de destruir uma das centrais térmicas, 40 metros da instalação do Corpo de Bombeiros e 200 metros da emissora provincial da Rádio Nacional de Angola (RNA) e uma escola adjacente. 

A província está rodeada de ravinas nos quatros pontos geográficos (sul, norte este e oeste), totalizando, até ao momento, 34 erosões catalogadas, e apenas três (do 4 de Fevereiro, Caminina e Zorró) já beneficiaram de intervenção.

O estancamento dessa temível erosão, será feito em sete meses, pela empresa Afavia, que venceu um concurso promovido pelo Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território.

Ao contrário das anteriores intervenções, o trabalho de contenção vai começar onde finda a ravina até o seu início, de modo a ter-se melhor encaminhamento das águas da chuva e permitir maior consistência e robustez ao projecto.

Em declarações à ANGOP, o encarregado da empresa Afavia, Artur Monteiro, disse que o projecto vai cingir-se na construção de uma vala de drenagem robusta ao longo canal com capacidade de conduzir as águas, de modo seguro, ao rio Luena.

“ Vamos fazer um trabalho de engenharia, construindo um canal com as devidas inclinações que permitirá as águas encaminharem-se até ao rio”, prometeu.

De acordo com o encarregado, o principal constrangimento que poderá condicionar o início dos trabalhos está relacionado com a carência de combustível na província do Moxico, tendo apelado a sensibilidade da Sonangol na disponibilidade do produto.

Na passada época chuvosa, a ravina do bairro Aço, a mais temida devido a sua progressão, desalojou 500 pessoas e destruiu um número considerável de residências construídas sobre os canais de passagem de água ao redor.

Na época chuvosa transacta, a ravina do Aço, surgida no extremo sul da cidade do Luena nos anos 90, apesar de sofrer várias intervenções desde há 10 anos, ganhou contornos alarmantes.

As enxurradas que caíram entre Janeiro e Abril levaram a ravina a ramificar-se e a progredir em mais de 360 metros (já possuía quase 1 km de extensão), encontrando-se a escassos 20 metros de destruir uma das centrais térmicas, 40 metros da instalação do Corpo de Bombeiros e 200 metros da emissora provincial da Rádio Nacional de Angola (RNA) e uma escola adjacente. 

A província está rodeada de ravinas nos quatros pontos geográficos (sul, norte este e oeste), totalizando, até ao momento, 34 erosões catalogadas, e apenas três (do 4 de Fevereiro, Caminina e Zorró) já beneficiaram de intervenção.