Receitas petrolíferas e não petrolíferas na ordem dos AKz 5 biliões

  • Parte do edifício da SONANGOL
Luanda - As receitas petrolíferas e não petrolíferas foram cifradas em cinco biliões de kwanzas, de Janeiro a Outubro deste ano, de acordo com dados avançados pelo presidente da Administração Geral Tributária (AGT).

Paulino dos Santos, que foi  convidado, terça-feira, pelo grupo Media Rumo para falar das principais Alterações do Sistema Tributário Angolano, fez saber que do referido valor, 57,5% representa receitas fiscais do sector petrolífero e 42,5%  do não petrolífera.

As receitas petrolíferas, de Janeiro a  Setembro deste ano,  fixaram-se em dois biliões 864 mil milhões 41 milhões 944 mil e 361 kwanzas,  com a exportação de  360 milhões 418 mil e 745 barris de crude ao preço médio de  43,07 dólares americanos por barril de petróleo.

Sem precisar o valor, referiu ter-se registado um ligeiro acréscimo em relação à receita fiscal não petrolífera, comparando com os exercícios de 2018 e 2019.

Em 2010, altura em que  se deu o início  da reforma tributária  em Angola, a receita não petrolífera  era de 33%, uma percentagem que não chegava a um bilião  de kwanzas, ou seja, cifra-se apenas em 688 mil milhões de kwanzas.

O Imposto Industrial e o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) são os que mais contribuíram  para a arrecadação de receitas não petrolíferas, nos últimos 10 meses deste ano.

Em um ano de vigência (01 de Outubro de 2019 a 01 de Outubro de 2020), o IVA (com taxa de 14% única para importações de  bens) teve uma contribuição de mais de 300 mil milhões de kwanzas.

Com sete regiões  tributárias, congregando as 18 províncias do país,  a  Administração Geral Tributária  controla, actualmente,  cinco milhões 737 mil e 426 contribuintes, dos quais cinco milhões 205 mil e 380 singulares sem actividade comercial,  320 mil 440 particulares  com actividade  comercial,  196 mil 290 colectivos  e 15 mil e 316 instituições.

A nível do país, a AGT conta ainda com   47 repartições  fiscais,  27 postos  fiscais,  15 delegações  aduaneiras, igual número de postos aduaneiros, 92 postos de controlo.

Paulino dos Santos, que foi  convidado, terça-feira, pelo grupo Media Rumo para falar das principais Alterações do Sistema Tributário Angolano, fez saber que do referido valor, 57,5% representa receitas fiscais do sector petrolífero e 42,5%  do não petrolífera.

As receitas petrolíferas, de Janeiro a  Setembro deste ano,  fixaram-se em dois biliões 864 mil milhões 41 milhões 944 mil e 361 kwanzas,  com a exportação de  360 milhões 418 mil e 745 barris de crude ao preço médio de  43,07 dólares americanos por barril de petróleo.

Sem precisar o valor, referiu ter-se registado um ligeiro acréscimo em relação à receita fiscal não petrolífera, comparando com os exercícios de 2018 e 2019.

Em 2010, altura em que  se deu o início  da reforma tributária  em Angola, a receita não petrolífera  era de 33%, uma percentagem que não chegava a um bilião  de kwanzas, ou seja, cifra-se apenas em 688 mil milhões de kwanzas.

O Imposto Industrial e o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) são os que mais contribuíram  para a arrecadação de receitas não petrolíferas, nos últimos 10 meses deste ano.

Em um ano de vigência (01 de Outubro de 2019 a 01 de Outubro de 2020), o IVA (com taxa de 14% única para importações de  bens) teve uma contribuição de mais de 300 mil milhões de kwanzas.

Com sete regiões  tributárias, congregando as 18 províncias do país,  a  Administração Geral Tributária  controla, actualmente,  cinco milhões 737 mil e 426 contribuintes, dos quais cinco milhões 205 mil e 380 singulares sem actividade comercial,  320 mil 440 particulares  com actividade  comercial,  196 mil 290 colectivos  e 15 mil e 316 instituições.

A nível do país, a AGT conta ainda com   47 repartições  fiscais,  27 postos  fiscais,  15 delegações  aduaneiras, igual número de postos aduaneiros, 92 postos de controlo.