Reclusos no Cuanza Norte aumentam área de produção agrícola

  • Projecto de produção agrícola dos reclusos
Ndalatando – Catorze hectares de terras vão ser cultivados por reclusos no Estabelecimento Prisional de Ndalatando, província do Cuanza Norte, no âmbito da campanha agrícola 2021/2022, contra oito da época passada, informou o director da instituição, Luís da Costa Dias.

Para o efeito, foram lançados quantidades consideráveis de produtos, com realce para milho, batata-doce, mandioca, amendoim, repolho, cebola e tomate, numa actividade que conta com o envolvimento de 80 reclusos.

A unidade prisional perspectiva a colheita de mais de 41 toneladas de produtos diversos, na presente campanha agrícola.

Mais de 17 toneladas foram colhidas na campanha passada, que contou com o envolvimento de 61 reclusos.

Luís Dias, que falava hoje, sexta-feira, no acto de abertura do ano agrícola naquele estabelecimento, sublinhou que a iniciativa visa melhorar e diversificar a dieta alimentar dos reclusos ali internados e dos efectivos da instituição em serviço.

Adiantou que além da actividade agrícola, os serviços prisionais no Cuanza Norte têm experimentado também a criação de animais como coelhos, galinhas, cabritos, porcos e peixes em tanques, que têm contribuído para o melhoramento das vitaminas e proteínas fornecidas aos detentos.

Apontou a falta de inputs agrícolas como estando na base do não aumento das áreas de cultivo.

A unidade prisional debate-se com a falta de tractores, motobombas, mangueiras para irrigação, sementes e produtos fitossanitários e os campos agrícolas são preparados manualmente por falta de uma brigada mecanizada.

O Serviço Penitenciário no Cuanza Norte conta com dois campos de produção, sendo um na área de Camuaxi, a 13 quilómetros de Ndalatando (capital da província), com 18 hectares, e outro adjacente a unidade prisional, com três.

Além da produção agrícola, estão em curso outras acções que visam a formação e reintegração dos reclusos como a escolarização.

A campanha agrícola decorre sob o lema: “Com binómio reabilitação - produção construímos o homem novo”

Com a capacidade para 256 detentos, estão actualmente encarcerados na unidade penitenciária do Cuanza Norte, cerca de 500 reclusos, entre detidos e condenados.

Assistiram ao evento, orientado pelo delegado provincial do Interior, comissário António do Rosário Neto, membros da delegação do Interior, do Governo da província, efectivos do Serviço Penitenciário entre outros.

 

Para o efeito, foram lançados quantidades consideráveis de produtos, com realce para milho, batata-doce, mandioca, amendoim, repolho, cebola e tomate, numa actividade que conta com o envolvimento de 80 reclusos.

A unidade prisional perspectiva a colheita de mais de 41 toneladas de produtos diversos, na presente campanha agrícola.

Mais de 17 toneladas foram colhidas na campanha passada, que contou com o envolvimento de 61 reclusos.

Luís Dias, que falava hoje, sexta-feira, no acto de abertura do ano agrícola naquele estabelecimento, sublinhou que a iniciativa visa melhorar e diversificar a dieta alimentar dos reclusos ali internados e dos efectivos da instituição em serviço.

Adiantou que além da actividade agrícola, os serviços prisionais no Cuanza Norte têm experimentado também a criação de animais como coelhos, galinhas, cabritos, porcos e peixes em tanques, que têm contribuído para o melhoramento das vitaminas e proteínas fornecidas aos detentos.

Apontou a falta de inputs agrícolas como estando na base do não aumento das áreas de cultivo.

A unidade prisional debate-se com a falta de tractores, motobombas, mangueiras para irrigação, sementes e produtos fitossanitários e os campos agrícolas são preparados manualmente por falta de uma brigada mecanizada.

O Serviço Penitenciário no Cuanza Norte conta com dois campos de produção, sendo um na área de Camuaxi, a 13 quilómetros de Ndalatando (capital da província), com 18 hectares, e outro adjacente a unidade prisional, com três.

Além da produção agrícola, estão em curso outras acções que visam a formação e reintegração dos reclusos como a escolarização.

A campanha agrícola decorre sob o lema: “Com binómio reabilitação - produção construímos o homem novo”

Com a capacidade para 256 detentos, estão actualmente encarcerados na unidade penitenciária do Cuanza Norte, cerca de 500 reclusos, entre detidos e condenados.

Assistiram ao evento, orientado pelo delegado provincial do Interior, comissário António do Rosário Neto, membros da delegação do Interior, do Governo da província, efectivos do Serviço Penitenciário entre outros.