Recursos energéticos impedem desenvolvimento agrícola no Dombe Grande

  • Transformadores de energia eléctrica
Lobito – O défice de energia eléctrica e a falta de desassoreamento do rio Coporolo, na comuna do Dombe Grande, município da Baia farta, província de Benguela, estão a impedir o fomento agrícola na região, soube a ANGOP, esta sexta-feira.

Essa afirmação é do munícipe e empresário local Rosa  Flores, adiantando que há necessidade urgente de colocar uma estação fotovoltaica no Dombe Grande para reabilitar o complexo industrial ali existente.

Falando no primeiro Fórum sobre as potencialidades socioeconómicas e ambientais do município, o empresário informou que já disponibilizou 100 hectares de terreno agrícola à administração para colocar a estação, mas até ao momento não obteve nenhuma resposta, lamentou.

Na sua opinião, a implementação de uma estação do género na sede municipal da Baía Farta é um desperdício, na medida em que já existe uma subestação de energia eléctrica com capacidade de 40 Megawatts que é aproveitada em menos de 50 por cento.

Por outro lado, queixou-se do estado do rio Coporolo, que não é desassoreado há mais de 30 anos, provocando a deslocação de camponeses para outras localidades à procura de melhores condições para subsistência.

Para ele, a gestão do rio  devia passar para a administração do município para evitar, além da falta de seu tratamento, a exploração ilegal de inertes pelos populares.

O empresário também apontou algumas soluções para o reaproveitamento do rio Coporolo, recorrendo a práticas utilizadas na era colonial, onde as máquinas eram colocadas no seu leito para limpeza, bem como a plantação de bambús e a colocação de pedras nas bermas, para evitar o transbordo das águas que têm causado muitos estragos.

Em resposta, o administrador José Francisco ferreira afirmou que  uma equipa do ministério da Energia e Águas já fez o levantamento em todas as localidades do município e achou que a sede municipal da Baía Farta reúne melhores condições climáticas para albergar a referida estação fotovoltaica.

Disse, no entanto, que os estudos para levar energia ao Dombe Grande, assim como no Chamume, onde há grande produção de sal, já estão feitos.

A sua implementação está condicionada pelo mau momento económico que o país atravessa, aguardando por financiamento, segundo o administrador.

No fim do encontro, José Ferreira considerou que o evento correspondeu às expectativas, almejando que o próximo ano seja mais abrangente para recolher mais contribuições para o desenvolvimento do município, tanto nos sectores agrícola, pecuário e do turismo.

O primeiro Fórum as potencialidades socioeconómicas da Baía farta foi organizado pela administração local em parceria com a Universidade Katyavala Bwila, com vista a discutir formas para o desenvolvimento do município.

Essa afirmação é do munícipe e empresário local Rosa  Flores, adiantando que há necessidade urgente de colocar uma estação fotovoltaica no Dombe Grande para reabilitar o complexo industrial ali existente.

Falando no primeiro Fórum sobre as potencialidades socioeconómicas e ambientais do município, o empresário informou que já disponibilizou 100 hectares de terreno agrícola à administração para colocar a estação, mas até ao momento não obteve nenhuma resposta, lamentou.

Na sua opinião, a implementação de uma estação do género na sede municipal da Baía Farta é um desperdício, na medida em que já existe uma subestação de energia eléctrica com capacidade de 40 Megawatts que é aproveitada em menos de 50 por cento.

Por outro lado, queixou-se do estado do rio Coporolo, que não é desassoreado há mais de 30 anos, provocando a deslocação de camponeses para outras localidades à procura de melhores condições para subsistência.

Para ele, a gestão do rio  devia passar para a administração do município para evitar, além da falta de seu tratamento, a exploração ilegal de inertes pelos populares.

O empresário também apontou algumas soluções para o reaproveitamento do rio Coporolo, recorrendo a práticas utilizadas na era colonial, onde as máquinas eram colocadas no seu leito para limpeza, bem como a plantação de bambús e a colocação de pedras nas bermas, para evitar o transbordo das águas que têm causado muitos estragos.

Em resposta, o administrador José Francisco ferreira afirmou que  uma equipa do ministério da Energia e Águas já fez o levantamento em todas as localidades do município e achou que a sede municipal da Baía Farta reúne melhores condições climáticas para albergar a referida estação fotovoltaica.

Disse, no entanto, que os estudos para levar energia ao Dombe Grande, assim como no Chamume, onde há grande produção de sal, já estão feitos.

A sua implementação está condicionada pelo mau momento económico que o país atravessa, aguardando por financiamento, segundo o administrador.

No fim do encontro, José Ferreira considerou que o evento correspondeu às expectativas, almejando que o próximo ano seja mais abrangente para recolher mais contribuições para o desenvolvimento do município, tanto nos sectores agrícola, pecuário e do turismo.

O primeiro Fórum as potencialidades socioeconómicas da Baía farta foi organizado pela administração local em parceria com a Universidade Katyavala Bwila, com vista a discutir formas para o desenvolvimento do município.