Recursos minerais devem reflectir-se no bem-estar da população-Governador

  • Nuno Mahapi Dala,  Governador Provincial da Huíla
Lubango – Os recursos minerais existentes em Angola devem ser reflectidos no bem-estar dos cidadãos locais, em particular, e no crescimento e desenvolvimento sustenável do país, em geral, advogou esta quarta-feira, no Lubango, o governador provincial da Huíla, Nuno Mahapi Dala.

Em declarações à imprensa, após um encontro mantido hoje com o grupo de jornalistas que estão a radiografar as potencialidades do sector mineiro do país, o governante afirmou ser necessário que a população sinta o impacto positivo da riqueza do país na sua vida, criando empregos dignos e empoderar economicamente os cidadãos nas suas zonas de origem.

Para que esse objetivo seja concretizado, avançou, é necessário que, primeiramente, as empresas exploradoras dos recursos minerais, em particular, cumpram cabalmente com as suas responsabilidades sociais, tendo em conta o potencial e o valor do mineiro.

“Nos contratos de exploração dos recursos minerais, as empresas têm a obrigação de definir provisões (reservas financeiras) para atender as questões de responsabilidade social, junto das comunidades”, reiterou.

Para aferir o cumprimento cabal das obrigações sociais das empresas mineiras nesta região, o Governo provincial está a fazer um levantamento mais exaustivo, no sentido de avaliar as acções que os empresários têm feito em benefício da população.

Com o mesmo objectivo, o governador assegurou que visitará, brevemente, algumas empresas mineiras para interagir com os operadores e apontar soluções locais para dinamizar a actividade na província e acompanhar directamente as acções sociais dos empresários.

Paralelamente ao cumprimento das obrigações e solidariedade que os empresários devem ter com as comunidades, o governador provincial defendeu também a necessidade do Governo e as empresas trabalharem juntos, no sentido de se criar condições locais para a transformação das rochas ornamentais, por exemplo, no país, em vez de se exportar este mineral em bruto.

Conforme Nuno Mahapi Dala, a transformação do granito localmente traz mais-valia e valor acrescentado ao país, dando mais emprego aos cidadãos e aumenta o volume de arrecadação de divisas, porque a exportação do produto acabado é mais rentável, em relação ao mineral bruto.

Na ocasião, o governador reconheceu as dificuldades que os empresários enfrentam com a falta de energia eléctrica e água da rede pública nas zonas de produção, assim como a degradação das vias de acesso, mas afirmou que o Governo angolano está a trabalhar no sentido de minimizar esses problemas, priorizando as questões mais sensíveis das comunidades.  

No domínio da rede viária, afirmou, a província tem mais de três mil quilômetros de estradas, entre primárias, secundárias e terciárias, dos quais são definidas prioridades para a reabilitação das respectivas vias, consoante os recursos financeiros disponíveis.

“A actividade mineira também faz parte das nossas prioridades, tendo em conta o valor acrescentado que este sector pode trazer ao desenvolvimento sustentável do país”, assegurou.

Com uma população estimada em três milhões e 200 mil habitantes, a província da Huíla é uma das regiões com maior parque industrial de rochas ornamentais, a par do Namibe.

Para aferir as potencialidades e o desempenho das empresas mineiras no país, um grupo de jornalistas da ANGOP, TPA, Jornal de Angola, RNA e TV Zimbo está, desde segunda-feira última, a radiografar a actividade do sector mineiro da província da Huíla (Região Sul).

Estes jornalistas já percorreram as províncias da Lunda Norte e Lunda Sul (Região Leste), em Junho último, numa iniciativa da Revista Angola Minas, que conta com apoio institucional do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás e empresas do sector.      

Em declarações à imprensa, após um encontro mantido hoje com o grupo de jornalistas que estão a radiografar as potencialidades do sector mineiro do país, o governante afirmou ser necessário que a população sinta o impacto positivo da riqueza do país na sua vida, criando empregos dignos e empoderar economicamente os cidadãos nas suas zonas de origem.

Para que esse objetivo seja concretizado, avançou, é necessário que, primeiramente, as empresas exploradoras dos recursos minerais, em particular, cumpram cabalmente com as suas responsabilidades sociais, tendo em conta o potencial e o valor do mineiro.

“Nos contratos de exploração dos recursos minerais, as empresas têm a obrigação de definir provisões (reservas financeiras) para atender as questões de responsabilidade social, junto das comunidades”, reiterou.

Para aferir o cumprimento cabal das obrigações sociais das empresas mineiras nesta região, o Governo provincial está a fazer um levantamento mais exaustivo, no sentido de avaliar as acções que os empresários têm feito em benefício da população.

Com o mesmo objectivo, o governador assegurou que visitará, brevemente, algumas empresas mineiras para interagir com os operadores e apontar soluções locais para dinamizar a actividade na província e acompanhar directamente as acções sociais dos empresários.

Paralelamente ao cumprimento das obrigações e solidariedade que os empresários devem ter com as comunidades, o governador provincial defendeu também a necessidade do Governo e as empresas trabalharem juntos, no sentido de se criar condições locais para a transformação das rochas ornamentais, por exemplo, no país, em vez de se exportar este mineral em bruto.

Conforme Nuno Mahapi Dala, a transformação do granito localmente traz mais-valia e valor acrescentado ao país, dando mais emprego aos cidadãos e aumenta o volume de arrecadação de divisas, porque a exportação do produto acabado é mais rentável, em relação ao mineral bruto.

Na ocasião, o governador reconheceu as dificuldades que os empresários enfrentam com a falta de energia eléctrica e água da rede pública nas zonas de produção, assim como a degradação das vias de acesso, mas afirmou que o Governo angolano está a trabalhar no sentido de minimizar esses problemas, priorizando as questões mais sensíveis das comunidades.  

No domínio da rede viária, afirmou, a província tem mais de três mil quilômetros de estradas, entre primárias, secundárias e terciárias, dos quais são definidas prioridades para a reabilitação das respectivas vias, consoante os recursos financeiros disponíveis.

“A actividade mineira também faz parte das nossas prioridades, tendo em conta o valor acrescentado que este sector pode trazer ao desenvolvimento sustentável do país”, assegurou.

Com uma população estimada em três milhões e 200 mil habitantes, a província da Huíla é uma das regiões com maior parque industrial de rochas ornamentais, a par do Namibe.

Para aferir as potencialidades e o desempenho das empresas mineiras no país, um grupo de jornalistas da ANGOP, TPA, Jornal de Angola, RNA e TV Zimbo está, desde segunda-feira última, a radiografar a actividade do sector mineiro da província da Huíla (Região Sul).

Estes jornalistas já percorreram as províncias da Lunda Norte e Lunda Sul (Região Leste), em Junho último, numa iniciativa da Revista Angola Minas, que conta com apoio institucional do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás e empresas do sector.