Resultados das amostras do rio Tchicapa serão conhecidos em 30 dias

  • Tubo do sistema de drenagem da bacia de rejeitados da Catoca
Dundo – Os resultados laboratoriais das amostras colhidas ao longo do rio Tchicapa e adjacentes, para se apurar a ou não presença de metais pesados na água, em consequência do incidente registado no tubo do sistema de drenagem da bacia de rejeitados da Sociedade Mineira de Catoca, serão conhecidos dentro de 30 dias.

Em consequência do incidente registado no dia 24 de Julho deste ano, a República Democrática do Congo (RDC) acusa que o vazamento terá provocado perdas humanas naquele país, facto que motivou uma expedição investigativa de três dias ao longo do rio, até à fronteira com RDC, para a recolha de amostras .

De acordo com o chefe de Departamento de Segurança de Trabalho e Ambiente da Sociedade Mineira de Catoca, Sabino Coqueia, a  expedição que contou com apoio da Força Aérea Nacional, Ministérios do Ambiente e dos Recursos Minerais e da Universidade Agostinho Neto, permitiu a colheita de 13 amostras.

As amostras serão analisadas em três laboratórios diferentes e independentes, para conferir maior credibilidade no resultado.

Avançou que os resultados preliminares confirmam que a qualidade da água do rio não está comprometida com produtos químicos, o que retira qualquer responsabilidade a Catoca das supostas mortes na RDC.

Reiterou que a  empresa não utiliza produtos químicos no seu processo de produção de diamantes, razão pela qual refuta-se de todas as acusações e criou uma equipa multidisciplinar, para esclarecer a situação, com resultados laboratoriais independentes.

Localizada na Província da Lunda Sul, a Sociedade Mineira de Catoca é a quarta maior mina do mundo, explorada a céu aberto, responsável por mais de 75% da produção de diamantes do país.

Hoje, com 26 anos de existência, Catoca é a empresa que mais gera empregos no sector privado na província da Lunda Sul, gerando mais de 5.000 empregos directos e indirectos, um número que poderá subir com o início de exploração em outros projectos, prevista para os próximos anos.

Em consequência do incidente registado no dia 24 de Julho deste ano, a República Democrática do Congo (RDC) acusa que o vazamento terá provocado perdas humanas naquele país, facto que motivou uma expedição investigativa de três dias ao longo do rio, até à fronteira com RDC, para a recolha de amostras .

De acordo com o chefe de Departamento de Segurança de Trabalho e Ambiente da Sociedade Mineira de Catoca, Sabino Coqueia, a  expedição que contou com apoio da Força Aérea Nacional, Ministérios do Ambiente e dos Recursos Minerais e da Universidade Agostinho Neto, permitiu a colheita de 13 amostras.

As amostras serão analisadas em três laboratórios diferentes e independentes, para conferir maior credibilidade no resultado.

Avançou que os resultados preliminares confirmam que a qualidade da água do rio não está comprometida com produtos químicos, o que retira qualquer responsabilidade a Catoca das supostas mortes na RDC.

Reiterou que a  empresa não utiliza produtos químicos no seu processo de produção de diamantes, razão pela qual refuta-se de todas as acusações e criou uma equipa multidisciplinar, para esclarecer a situação, com resultados laboratoriais independentes.

Localizada na Província da Lunda Sul, a Sociedade Mineira de Catoca é a quarta maior mina do mundo, explorada a céu aberto, responsável por mais de 75% da produção de diamantes do país.

Hoje, com 26 anos de existência, Catoca é a empresa que mais gera empregos no sector privado na província da Lunda Sul, gerando mais de 5.000 empregos directos e indirectos, um número que poderá subir com o início de exploração em outros projectos, prevista para os próximos anos.