Reunião da OPEP prossegue hoje

  • Plataforma de Petróleo
Luanda - O fórum da OPEP e outros países produtores de petróleo, aberto segunda-feira (05), para entre outros assuntos debater questões relativas ao mercado de petróleo, prossegue esta terça-feira, a partir das 15h30, em busca de consensos.

A evolução do mercado global de petróleo, seus níveis de conformidade e perspectivas para os meses seguintes é o ponto fulcral da reunião, que se espera terminar hoje caso se esgote a agenda.

As decisões da OPEP e seus parceiros são tomadas  consensualmente, no âmbito da Declaração de Cooperação (DoC) assinada em 2016 entre membros da OPEP e dez outros países produtores. A DoC impõe às partes a decidirem juntas questões sobre a estabilização do mercado petrolífero.

O encontro é orientado a partir de Viena, Áustria, sede da OPEP, e a maioria dos stakeholders ( interessados) participam por videoconferência.

Hoje o novo presidente da OPEP, e ministro dos Recursos Minerais,  Petróleo e Gás de Angola, Diamantino Azevedo, reafirmou, ao entronizar no cargo, que Angola vai manter o empenho para dinamizar a rentabilização do mercado do petróleo,  tendo em conta a actual situação económica e financeira.

Realçou também que Angola se orgulha de fazer parte do esforço de estabilização do mercado de petróleo.

A presente reunião vem de uma deliberação de 03 Dezembro de 2020, que determinam a realização de encontros mensais, a partir de Janeiro de 2021, para avaliar as condições de mercado e decidir sobre novos ajustes de produção.

Objectivos da OPEP

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) é uma instituição intergovernamental, que visa a centralização da elaboração das políticas sobre produção e venda do petróleo dos países integrantes.

Actualmente, os países membros da OPEP são Angola Argélia, Equador, Irão, Iraque, Kuwait, Líbia, Nigéria, Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Venezuela. A Indonésia suspendeu a sua adesão em Janeiro de 2009.

Os fundadores da OPEP foram o Irão, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita e Venezuela, durante a conferência de Bagdade. Posteriormente outros países integraram a organização.

Surgimento da OPEP

Criou-se a organização a 15 de Setembro de 1960 devido à necessidade de os países produtores do petróleo se tornarem mais fortes perante as empresas que compravam o produto que, em sua maioria estavam nos Estados Unidos, Países Baixos e Inglaterra.

As grandes empresas petrolíferas eram conhecidas como as sete irmãs, pois tinham o monopólio do petróleo desde a exploração até a comercialização. As grandes corporações eram as norte-americanas Texaco, Exxon, Amoco e Chevron; a britânica British Petroleum e a anglo-holandesa Royal Dutch Shell. Juntas, conseguiam controlar o mercado mundial petrolífero.

Na época, os países produtores não se beneficiavam de forma proporcional com a exploração do produto, porque a maior parte do lucro ficava nas mãos dessas grandes empresas estrangeiras, que eram responsáveis pela extracção, refinação, transporte e venda do petróleo. Além disso, eram elas quem definiam o percentual pelo direito à exportação do petróleo e o valor pago.

A evolução do mercado global de petróleo, seus níveis de conformidade e perspectivas para os meses seguintes é o ponto fulcral da reunião, que se espera terminar hoje caso se esgote a agenda.

As decisões da OPEP e seus parceiros são tomadas  consensualmente, no âmbito da Declaração de Cooperação (DoC) assinada em 2016 entre membros da OPEP e dez outros países produtores. A DoC impõe às partes a decidirem juntas questões sobre a estabilização do mercado petrolífero.

O encontro é orientado a partir de Viena, Áustria, sede da OPEP, e a maioria dos stakeholders ( interessados) participam por videoconferência.

Hoje o novo presidente da OPEP, e ministro dos Recursos Minerais,  Petróleo e Gás de Angola, Diamantino Azevedo, reafirmou, ao entronizar no cargo, que Angola vai manter o empenho para dinamizar a rentabilização do mercado do petróleo,  tendo em conta a actual situação económica e financeira.

Realçou também que Angola se orgulha de fazer parte do esforço de estabilização do mercado de petróleo.

A presente reunião vem de uma deliberação de 03 Dezembro de 2020, que determinam a realização de encontros mensais, a partir de Janeiro de 2021, para avaliar as condições de mercado e decidir sobre novos ajustes de produção.

Objectivos da OPEP

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) é uma instituição intergovernamental, que visa a centralização da elaboração das políticas sobre produção e venda do petróleo dos países integrantes.

Actualmente, os países membros da OPEP são Angola Argélia, Equador, Irão, Iraque, Kuwait, Líbia, Nigéria, Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Venezuela. A Indonésia suspendeu a sua adesão em Janeiro de 2009.

Os fundadores da OPEP foram o Irão, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita e Venezuela, durante a conferência de Bagdade. Posteriormente outros países integraram a organização.

Surgimento da OPEP

Criou-se a organização a 15 de Setembro de 1960 devido à necessidade de os países produtores do petróleo se tornarem mais fortes perante as empresas que compravam o produto que, em sua maioria estavam nos Estados Unidos, Países Baixos e Inglaterra.

As grandes empresas petrolíferas eram conhecidas como as sete irmãs, pois tinham o monopólio do petróleo desde a exploração até a comercialização. As grandes corporações eram as norte-americanas Texaco, Exxon, Amoco e Chevron; a britânica British Petroleum e a anglo-holandesa Royal Dutch Shell. Juntas, conseguiam controlar o mercado mundial petrolífero.

Na época, os países produtores não se beneficiavam de forma proporcional com a exploração do produto, porque a maior parte do lucro ficava nas mãos dessas grandes empresas estrangeiras, que eram responsáveis pela extracção, refinação, transporte e venda do petróleo. Além disso, eram elas quem definiam o percentual pelo direito à exportação do petróleo e o valor pago.