Secretária de Estado enaltece leilão dos activos imobiliários do BPC

  • Secretária de Estado para o Ordenamento do Território, Ana Paula de Carvalho
Luanda - O processo de venda, via leilão, dos activos imobiliários constituído por 480 imóveis, a nível nacional, do Banco de Poupança e Crédito, vai ajudar a diminuir a pressão habitacional sobre o Estado, considerou hoje, em Luanda, a secretária de Estado para Ordenamento do Território, Ana Paula de Carvalho.

Falando à imprensa, na cerimónia de início da comercialização dos activos imobiliários sob gestão do BPC, sublinhou que o processo acaba sendo um ponto de partida, porque este banco abre agora e, depois, outros irão seguir, para que o sector tenha maior capacidade de resposta no que diz respeito à habitação.

Por seu turno, o secretário de Estado para a Juventude, disse que o processo do BPC surge numa altura certa, porque vai desafogar o programa que tem estado a ser desenvolvido pelo Ministro das Obras Públicas e Ordenamento do Território.

Em seu entender abre-se uma nova porta para a juventude angolana, na concretização do sonho da casa própria.

“O processo estará aberto a todos, com primazia àqueles que têm os salários domiciliados no BPC. Deste modo, apelamos a juventude a inscrever-se no site para ver concretizado o sonho”, reforçou.

O processo de gestão e alienação do património não core (não faz parte do negócio principal) do BPC, com um portfólio de activos imobiliários constituído por 480 imóveis, a nível nacional, tem uma área bruta de cerca de 5,5 milhões m².

Dos imóveis existentes, 66% estão em zonas urbanas e 34% em rurais, sendo que cerca de 80% dos imóveis estão concentrados nas províncias de Luanda, Bengo, Huíla e Benguela.

Falando à imprensa, na cerimónia de início da comercialização dos activos imobiliários sob gestão do BPC, sublinhou que o processo acaba sendo um ponto de partida, porque este banco abre agora e, depois, outros irão seguir, para que o sector tenha maior capacidade de resposta no que diz respeito à habitação.

Por seu turno, o secretário de Estado para a Juventude, disse que o processo do BPC surge numa altura certa, porque vai desafogar o programa que tem estado a ser desenvolvido pelo Ministro das Obras Públicas e Ordenamento do Território.

Em seu entender abre-se uma nova porta para a juventude angolana, na concretização do sonho da casa própria.

“O processo estará aberto a todos, com primazia àqueles que têm os salários domiciliados no BPC. Deste modo, apelamos a juventude a inscrever-se no site para ver concretizado o sonho”, reforçou.

O processo de gestão e alienação do património não core (não faz parte do negócio principal) do BPC, com um portfólio de activos imobiliários constituído por 480 imóveis, a nível nacional, tem uma área bruta de cerca de 5,5 milhões m².

Dos imóveis existentes, 66% estão em zonas urbanas e 34% em rurais, sendo que cerca de 80% dos imóveis estão concentrados nas províncias de Luanda, Bengo, Huíla e Benguela.