SMC prevê produzir 104 milhões de quilates de diamantes até 2037

  • Diamantes de Angola
Dundo – A Sociedade Mineira de Catoca (SMC), quarta maior empresa diamantífera de Angola e a quarta do mundo a produzir a céu aberto, prevê produzir, até 2037, 104 milhões quilates de diamantes, numa reserva aprovada de 138 milhões, 100 mil toneladas de minério.

Analisando o actual cenário do subsector dos diamantes face À Covid-19, o diretor-geral da SMC, Benedito Manuel, disse que caso sejam atingidas as perspectivas, Catoca pode faCturar 9 mil milhões, 360 milhões de dólares norte-americanos (USD), se o preço no mercado rondar os 90 USD por quilate.

Com este preço  a consequente faCturação, a empresa localizada na cidade de Saurimo, província da Lunda Sul, vai contribuir no Orçamento Geral do Estado (OGE) do presente ano até 2037, com cerca de 585 milhões de dólares de imposto industrial e USD mil milhões, 62 milhões, 360 mil de receitas fiscais, no actual cenário.

Em termos percentuais, no que toca as receitas fiscais, para o actual cenário em que se prevê 11,4%, os números apontam para uma redução de 3%, comparativamente aos anos 2017 (15,6%), 2018 (15,1%) e 2019 (14,5%).

Justificou que as margens fiscais têm a previsão de reduzir neste período (2020-2037) face ao aprofundamento da mina e a utilização de trabalhos de perfuração e detonação para a remoção do estéril e extração do minério.

Conforme o responsável, a empresa vai aproveitar ao máximo os futuros centros de formação que estão a ser erguidos no Polo de Desenvolvimento Diamantífero de Saurimo, para formar os quadros na especialidade de corte e polimento de diamantes brutos, joalheiros, geólogos e mecânicos, com vista a agregar valor na cadeia dos diamantes brutos, bem como reduzir os custos na contratação da mão-de-obra estrangeira.

Mercado

Benedito Manuel avançou que as vendas dos diamantes paralisaram em Abril do ano e em Maio registou-se uma reabertura “tímida”, em que a pedra estava a ser comercializada a 73,46 dólares/quilates, o preço médio, contra os 100,20 dólares/quilates no primeiro trimestre.

Nos últimos dois meses (Setembro e Outubro) houve um aumento significativo dos preços médios, com o diamante a ser comercializado a 93,1 e 92,35 dólares/quilates, respectivamente.  

Adaptação ao actual contexto

Com vista a adaptar-se ao actual contexto epidemiológico, marcado pela Covid-19, a Sociedade Mineira de Catoca elaborou um programa de contingência no qual incluiu a negociação dos preços dos contratos que, dentre outras acções, reduziu a produção em 30%.

A empre trabalha para a preservação ao máximo dos postos de trabalho e a remuneração dos trabalhadores, criando um comité de crise para prever a gestão de quaisquer problemas, sobretudo associados com possíveis casos de Covid-19.

Em 2019, a Sociedade Mineira de Catoca, que iniciou a explorar a sua mina em 1997, produziu 7 milhões, 466 mil, 147 quilates de diamantes, que lhe permitiram uma faturação de 804,2 milhões de dólares norte-americanos.

 

Analisando o actual cenário do subsector dos diamantes face À Covid-19, o diretor-geral da SMC, Benedito Manuel, disse que caso sejam atingidas as perspectivas, Catoca pode faCturar 9 mil milhões, 360 milhões de dólares norte-americanos (USD), se o preço no mercado rondar os 90 USD por quilate.

Com este preço  a consequente faCturação, a empresa localizada na cidade de Saurimo, província da Lunda Sul, vai contribuir no Orçamento Geral do Estado (OGE) do presente ano até 2037, com cerca de 585 milhões de dólares de imposto industrial e USD mil milhões, 62 milhões, 360 mil de receitas fiscais, no actual cenário.

Em termos percentuais, no que toca as receitas fiscais, para o actual cenário em que se prevê 11,4%, os números apontam para uma redução de 3%, comparativamente aos anos 2017 (15,6%), 2018 (15,1%) e 2019 (14,5%).

Justificou que as margens fiscais têm a previsão de reduzir neste período (2020-2037) face ao aprofundamento da mina e a utilização de trabalhos de perfuração e detonação para a remoção do estéril e extração do minério.

Conforme o responsável, a empresa vai aproveitar ao máximo os futuros centros de formação que estão a ser erguidos no Polo de Desenvolvimento Diamantífero de Saurimo, para formar os quadros na especialidade de corte e polimento de diamantes brutos, joalheiros, geólogos e mecânicos, com vista a agregar valor na cadeia dos diamantes brutos, bem como reduzir os custos na contratação da mão-de-obra estrangeira.

Mercado

Benedito Manuel avançou que as vendas dos diamantes paralisaram em Abril do ano e em Maio registou-se uma reabertura “tímida”, em que a pedra estava a ser comercializada a 73,46 dólares/quilates, o preço médio, contra os 100,20 dólares/quilates no primeiro trimestre.

Nos últimos dois meses (Setembro e Outubro) houve um aumento significativo dos preços médios, com o diamante a ser comercializado a 93,1 e 92,35 dólares/quilates, respectivamente.  

Adaptação ao actual contexto

Com vista a adaptar-se ao actual contexto epidemiológico, marcado pela Covid-19, a Sociedade Mineira de Catoca elaborou um programa de contingência no qual incluiu a negociação dos preços dos contratos que, dentre outras acções, reduziu a produção em 30%.

A empre trabalha para a preservação ao máximo dos postos de trabalho e a remuneração dos trabalhadores, criando um comité de crise para prever a gestão de quaisquer problemas, sobretudo associados com possíveis casos de Covid-19.

Em 2019, a Sociedade Mineira de Catoca, que iniciou a explorar a sua mina em 1997, produziu 7 milhões, 466 mil, 147 quilates de diamantes, que lhe permitiram uma faturação de 804,2 milhões de dólares norte-americanos.