Sodiam e Endiama serão proprietárias da Bolsa de Diamantes

  • Diamantes de Angola
Luanda - A Sociedade de Comercialização de Diamantes de Angola (Sodiam) e a Empresa Nacional de Diamantes de Angola (Endiama) serão as proprietárias da Bolsa de Diamantes, que prevê entrar em funcionamento de forma experimental, em 2022, soube hoje a ANGOP.

 Segundo uma fonte do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (Mirempet), a Bolsa de Diamantes, que visa promover a comercialização e o leilão de pedras especiais com maior regularidade no país, ainda está em via da sua criação.

Sem especificar o capital financeiro que as duas instituições públicas (Sodiam e Endiama) irão injectar para assegurar a gestão da Bolsa, a fonte desmente a informação segundo a qual “a Sodiam vai deixar de existir para dar lugar à Bolsa”, veiculada recentemente.

A Bolsa de Diamantes, cujo processo de implementação decorre desde 2019, vai operar como principal centro de venda dos diamantes produzidos no país, com base na experiência de comercialização utilizada em outros países.

A entrada em funcionamento da Bolsa, segundo a edição do Jornal Expansão, de 4 de Abril deste ano, estava prevista para 2021, mas foi transferida para 2022 a fim de permitir a criação de condições por parte das empresas operadoras.

Actualmente, grande parte dos diamantes extraídos em Angola ainda são comercializados no exterior do País.  

Angola tem, desde 2019, quatro fábricas de lapidação de diamantes, nomeadamente, Angola Polishing Diamonds,  APD, SPD e Pedra Rubra .

 Segundo uma fonte do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (Mirempet), a Bolsa de Diamantes, que visa promover a comercialização e o leilão de pedras especiais com maior regularidade no país, ainda está em via da sua criação.

Sem especificar o capital financeiro que as duas instituições públicas (Sodiam e Endiama) irão injectar para assegurar a gestão da Bolsa, a fonte desmente a informação segundo a qual “a Sodiam vai deixar de existir para dar lugar à Bolsa”, veiculada recentemente.

A Bolsa de Diamantes, cujo processo de implementação decorre desde 2019, vai operar como principal centro de venda dos diamantes produzidos no país, com base na experiência de comercialização utilizada em outros países.

A entrada em funcionamento da Bolsa, segundo a edição do Jornal Expansão, de 4 de Abril deste ano, estava prevista para 2021, mas foi transferida para 2022 a fim de permitir a criação de condições por parte das empresas operadoras.

Actualmente, grande parte dos diamantes extraídos em Angola ainda são comercializados no exterior do País.  

Angola tem, desde 2019, quatro fábricas de lapidação de diamantes, nomeadamente, Angola Polishing Diamonds,  APD, SPD e Pedra Rubra .