Sonangol com necessidades financeiras na ordem dos USD sete mil milhões

  • Edifício da Sonangol na baixa de Luanda
Luanda - A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) tem necessidades financeiras cifradas em sete mil milhões de dólares, até 2027, para suportar o conjunto de compromissos financeiros em carteira.

De acordo com o administrador executivo  da petrolífera,  Joaquim de Sousa Fernandes, trata-se de despesas e compromissos voltados  em  investimentos de campos em desenvolvimento, manutenção dos equipamentos, pagamento de dívidas junto da banca e do “cash call”  (operações de antecipações financeiras solicitadas pelo operador).

Falando à imprensa, nesta segunda-feria, à margem da cerimômia do lançamento do processo de alienação parcial das participações de 8 blocos petrolíferos, Joaquim Fernandes, lembrou que a dívida da Sonangol rondava os 900 milhões de dólares, até  finais de 2020.

O referido volume  está relacionado com aquisições  ainda não pagas  de combustível, despesas em investimento de manutenção dos equipamentos e outros serviços.

Sem avançar as estimadas  financeiras feitas com a alienação parcial dos 8 blocos petrolíferos, Joaquim Fernandes, disse estarem mais focados em tudo quanto representa os compromissos que a Sonangol tem em perspectivas para o desenvolvimento.

“Também  queremos trabalhar, naquilo que consideramos mais importante no mundo, que é a  transição energética”, apontou.

As participações  detidas  em blocos em offshore e onshore, na sua maioria em produção, e outros em exploração e desenvolvimento, são o Bloco 03/05, onde a Sonangol vai vender entre 15 a 20%,  igual percentagem para o 4/05, o 5/06 com 30 a 65%, e o 15/06 com uma alienação de até 10%.

A lista da Sonangol, apresentada neste dia, no acto do lançamento  do processo de alienação, integra também o Bloco 18, onde se prevê desinvestir até 8,28%, o 23, com uma venda exposta  entre 30 a 70%,  igual número para o  27,  e o 31, até 10%.

As mesmas apresentam, “grandes” reservas remanescentes e a  Sonangol quer, com estas vendas, assegurar os compromissos da empresa nos blocos  em que apoia como parceiro e garantir o contínuo investimento  nas concessões em que opera.

 

De acordo com o administrador executivo  da petrolífera,  Joaquim de Sousa Fernandes, trata-se de despesas e compromissos voltados  em  investimentos de campos em desenvolvimento, manutenção dos equipamentos, pagamento de dívidas junto da banca e do “cash call”  (operações de antecipações financeiras solicitadas pelo operador).

Falando à imprensa, nesta segunda-feria, à margem da cerimômia do lançamento do processo de alienação parcial das participações de 8 blocos petrolíferos, Joaquim Fernandes, lembrou que a dívida da Sonangol rondava os 900 milhões de dólares, até  finais de 2020.

O referido volume  está relacionado com aquisições  ainda não pagas  de combustível, despesas em investimento de manutenção dos equipamentos e outros serviços.

Sem avançar as estimadas  financeiras feitas com a alienação parcial dos 8 blocos petrolíferos, Joaquim Fernandes, disse estarem mais focados em tudo quanto representa os compromissos que a Sonangol tem em perspectivas para o desenvolvimento.

“Também  queremos trabalhar, naquilo que consideramos mais importante no mundo, que é a  transição energética”, apontou.

As participações  detidas  em blocos em offshore e onshore, na sua maioria em produção, e outros em exploração e desenvolvimento, são o Bloco 03/05, onde a Sonangol vai vender entre 15 a 20%,  igual percentagem para o 4/05, o 5/06 com 30 a 65%, e o 15/06 com uma alienação de até 10%.

A lista da Sonangol, apresentada neste dia, no acto do lançamento  do processo de alienação, integra também o Bloco 18, onde se prevê desinvestir até 8,28%, o 23, com uma venda exposta  entre 30 a 70%,  igual número para o  27,  e o 31, até 10%.

As mesmas apresentam, “grandes” reservas remanescentes e a  Sonangol quer, com estas vendas, assegurar os compromissos da empresa nos blocos  em que apoia como parceiro e garantir o contínuo investimento  nas concessões em que opera.