Sonangol desafiada a reforçar quota da produção nacional de hidrocarbonetos

  • Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo
Luanda - A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) deve ajustar a sua quota da produção de hidrocarbonetos, com vista a maximizar os recursos existentes e dinamizar a economia local, defendeu, hoje, o ministro dos Recursos Naturais e Petróleo, Diamantino Azevedo.

A empresa produz actualmente 220 mil barris de petróleo por dia e efectua cerca de 60 carregamentos/ano, sendo que a venda do petróleo é realizada com o concurso dos seus escritórios internacionais estabelecidos em Houston (EUA), Singapura e Londres (Reino Unido).

“ Sonangol é chamada a reforçar a sua quota na produção nacional de hidrocarbonetos aliando-se às companhias estrangeiras que actuam no país”, referiu o governante angolano, na conferência de imprensa sobre os 45 nos da companhia, celebrados recentemente.

De acordo com o governante, com a baixa do preço do petróleo a nível mundial, as previsões devem ser da contínua aposta em projectos de grande impacto que reduzirão a dependência de Angola no que toca ao mercado petrolífero.

Disse haver necessidade do aumento da capacidade de produção da refinaria de Luanda, e a construção de outras três refinarias, (em Cabinda, no Soyo e no Lobito), bem como do Terminal Oceânico da Barra do Dande para se reforçar a capacidade de estoucagem em terra.

Reconheceu que 2020 foi um ano atípico e muito difícil para todas as economias, por conta da Covid-19, por abrir profundos buracos nos orçamentos e atrasar significativamente os planos de investimento, não sendo diferente para a companhia petrolífera estatal.

Nos últimos tempos, a produção do petróleo em Angola regista anualmente um declínio na ordem dos 15%, cerca de 140 mil barris por dia.

Com a nova dinâmica que se impõe, o país pretende estender a prospecção e exploração de hidrocarbonetos às bacias terrestres do Baixo Congo e do Kwanza, em Abril próximo, por meio de lançamento do Concurso de Atribuição de Concessões Petrolíferas “Licitação 2020”, para a prospecção, pesquisa, avaliação, desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos.

A empresa produz actualmente 220 mil barris de petróleo por dia e efectua cerca de 60 carregamentos/ano, sendo que a venda do petróleo é realizada com o concurso dos seus escritórios internacionais estabelecidos em Houston (EUA), Singapura e Londres (Reino Unido).

“ Sonangol é chamada a reforçar a sua quota na produção nacional de hidrocarbonetos aliando-se às companhias estrangeiras que actuam no país”, referiu o governante angolano, na conferência de imprensa sobre os 45 nos da companhia, celebrados recentemente.

De acordo com o governante, com a baixa do preço do petróleo a nível mundial, as previsões devem ser da contínua aposta em projectos de grande impacto que reduzirão a dependência de Angola no que toca ao mercado petrolífero.

Disse haver necessidade do aumento da capacidade de produção da refinaria de Luanda, e a construção de outras três refinarias, (em Cabinda, no Soyo e no Lobito), bem como do Terminal Oceânico da Barra do Dande para se reforçar a capacidade de estoucagem em terra.

Reconheceu que 2020 foi um ano atípico e muito difícil para todas as economias, por conta da Covid-19, por abrir profundos buracos nos orçamentos e atrasar significativamente os planos de investimento, não sendo diferente para a companhia petrolífera estatal.

Nos últimos tempos, a produção do petróleo em Angola regista anualmente um declínio na ordem dos 15%, cerca de 140 mil barris por dia.

Com a nova dinâmica que se impõe, o país pretende estender a prospecção e exploração de hidrocarbonetos às bacias terrestres do Baixo Congo e do Kwanza, em Abril próximo, por meio de lançamento do Concurso de Atribuição de Concessões Petrolíferas “Licitação 2020”, para a prospecção, pesquisa, avaliação, desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos.