Sonangol encerra recepção de propostas para blocos petrolíferos

  • País ainda enfrenta dificuldades na dívida e na produção petrolífera.
Luanda- A fase de submissão de propostas para o processo de alienação parcial do interesse participativo nas concessões dos Blocos 3/05, 4/05, 5/6, 15/06, 18, 23, 27 e 31 da Sonangol encerrou a 23 deste mês, informou, esta segunda-feira, a petrolífera angolana.

De acordo com um comunicado a que a ANGOP teve acesso, o cronograma anunciado está em curso até ao dia 6 de Outubro do ano em curso, traduzindo-se na fase de avaliação das propostas remetidas pelos interessados.

Após o término, segundo a nota, a Sonangol divulgará os resultados, indicando que entre 7 de Outubro a 8 de Novembro terá início o processo negocial com as empresas habilitadas para a assinatura dos contratos de compra e venda dos referidos Blocos.

Esse processo de alienação parcial das participações detidas nesses oito blocos petrolíferos iniciou em Junho, visando reavaliar a carteira de investimento, garantir o cumprimento e a implementação da estratégia de exploração e produção da firma, passando de dois para 10%, até 2027.

Trata-se de participações detidas em blocos em offshore e onshore, na sua maioria em produção, e outros em exploração e desenvolvimento, entre os quais o Bloco 03/05, onde a Sonangol prevê vender entre 15 e 20%, igual percentagem para o 4/05, o 5/06 com 30 a 65%, e o 15/06 com uma alienação de até 10%.

No Bloco 18, a concessionária nacional prevê desinvestir até 8,28 por cento, no 23 (30 a 70%, igual número para o 27, e até 10% no bloco 31, por formas a assegurar os compromissos da empresa nos blocos em que apoia como parceiro e garantir o contínuo investimento nas concessões em que opera.

Nestes blocos, a Sonangol diz que os investidores vão deparam-se com a redução de riscos geológicos e financeiros para os activos em produção, além da existência da partilha dos esforços e risco financeiro para os blocos, em fase de exploração.

Localizado na Bacia do Congo, (offshore), o Bloco 3/05, por exemplo, dispõe de 54 poços perfurados  (33 pesquisa e 22 em avaliação).

Neste bloco existe oito campos em produção, como o Pacassa, Búfalo, Palanca, Impala-Sudeste, Cobo, Pambi e Combo, além de 11 plataformas de produção e de processamento. Este tem ainda de reservas 121 48 milhões de barris de crude, com uma produção acumulada de 1.387 milhões de barris.

Por sua vez, o Bloco 4/05, localizado na Bacia Marítima do Congo, dispõe de sete poços de desenvolvimento com reservas estimadas em 143 milhões de barris certificados, estando em produção desde Abril de 2009.

Por ocasião do arranque do processo, aos investidores interessados, a petrolífera nacional garantiu a entrada célere no mercado angolano, sem ser por meio de concurso público ou negociação directa, caso cumpram com os requisitos necessários para serem considerados associados da concessionária nacional.

Com isso, a companhia quer, de igual modo, reduzir a sua exposição financeira e o interesse participativo, primando por uma gestão eficiente dos direitos de levantamento de petróleo bruto da Sonangol, segundo o presidente da Comissão Executiva da Unidade de Exploração e Produção (UNEP), Ricardo Van-Deste.

De acordo com um comunicado a que a ANGOP teve acesso, o cronograma anunciado está em curso até ao dia 6 de Outubro do ano em curso, traduzindo-se na fase de avaliação das propostas remetidas pelos interessados.

Após o término, segundo a nota, a Sonangol divulgará os resultados, indicando que entre 7 de Outubro a 8 de Novembro terá início o processo negocial com as empresas habilitadas para a assinatura dos contratos de compra e venda dos referidos Blocos.

Esse processo de alienação parcial das participações detidas nesses oito blocos petrolíferos iniciou em Junho, visando reavaliar a carteira de investimento, garantir o cumprimento e a implementação da estratégia de exploração e produção da firma, passando de dois para 10%, até 2027.

Trata-se de participações detidas em blocos em offshore e onshore, na sua maioria em produção, e outros em exploração e desenvolvimento, entre os quais o Bloco 03/05, onde a Sonangol prevê vender entre 15 e 20%, igual percentagem para o 4/05, o 5/06 com 30 a 65%, e o 15/06 com uma alienação de até 10%.

No Bloco 18, a concessionária nacional prevê desinvestir até 8,28 por cento, no 23 (30 a 70%, igual número para o 27, e até 10% no bloco 31, por formas a assegurar os compromissos da empresa nos blocos em que apoia como parceiro e garantir o contínuo investimento nas concessões em que opera.

Nestes blocos, a Sonangol diz que os investidores vão deparam-se com a redução de riscos geológicos e financeiros para os activos em produção, além da existência da partilha dos esforços e risco financeiro para os blocos, em fase de exploração.

Localizado na Bacia do Congo, (offshore), o Bloco 3/05, por exemplo, dispõe de 54 poços perfurados  (33 pesquisa e 22 em avaliação).

Neste bloco existe oito campos em produção, como o Pacassa, Búfalo, Palanca, Impala-Sudeste, Cobo, Pambi e Combo, além de 11 plataformas de produção e de processamento. Este tem ainda de reservas 121 48 milhões de barris de crude, com uma produção acumulada de 1.387 milhões de barris.

Por sua vez, o Bloco 4/05, localizado na Bacia Marítima do Congo, dispõe de sete poços de desenvolvimento com reservas estimadas em 143 milhões de barris certificados, estando em produção desde Abril de 2009.

Por ocasião do arranque do processo, aos investidores interessados, a petrolífera nacional garantiu a entrada célere no mercado angolano, sem ser por meio de concurso público ou negociação directa, caso cumpram com os requisitos necessários para serem considerados associados da concessionária nacional.

Com isso, a companhia quer, de igual modo, reduzir a sua exposição financeira e o interesse participativo, primando por uma gestão eficiente dos direitos de levantamento de petróleo bruto da Sonangol, segundo o presidente da Comissão Executiva da Unidade de Exploração e Produção (UNEP), Ricardo Van-Deste.