Taxa de ocupação hoteleira regista ligeira subida

  • Huíla: Osvaldo Lunda, director da Hotelaria, Turismo, juventude e Desportos
Lubango – A taxa de ocupação em hotéis do Lubango, capital da Huíla, aumentou nos últimos três meses, de três para 25 por cento, ainda assim tida como insuficiente para cobrir os custos operacionais.

A pandemia que chegou a Angola em Março de 2020, e com a Huíla a registar os primeiros casos em Agosto do mesmo ano, afectou o funcionamento do sector, forçando a despedimentos, em alguns casos, e, noutras situações, reinvenções na actividade para se manter empregos.

Em declarações hoje, quarta-feira, à ANGOP, no Lubango, o director do Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos da Huíla, Osvaldo Lunda, afirmou estar-se a registar uma procura que indica a retoma do sector, mas ainda aquém das necessidades.

Segundo conta, algumas unidades chegaram a taxa de ocupação de três a quatro por cento no período mais crítico, mas hoje a média chega já nos 25%.

Expressou que algumas unidades estão a implementar políticas que atraem hóspedes, como pacotes especiais e melhoramento das medidas de biossegurança para tranquilizar os clientes, porém outras não resistiram e dispensaram parte do pessoal.

Admitiu que a situação é ainda preocupante, mas que o ministério de tutela está a fazer um trabalho para melhor direccionar eventuais apoios.

Realçou que se vai continuar a pressionar as companhias aéreas, no sentido de olharem para a Huíla como um destino preferencial para negócios, visita e trabalho, aumentando os voos e melhorias dos preços para que possam ter cada vez mais visitantes.

Operadores reavivam esperança em dias melhores

Por sua vez, a subdirectora do Pululukwa Resort (uma das mais visitadas unidades do Lubango), Maria Manuela Matos, disse que estão com uma taxa de ocupação que varia de 15 a 20 por cento, e que aos finais de semana chega atingir 70.

Para ela, é uma taxa que ainda não cobre os gastos operacionais, pois estão implantados numa área com mais de 250 hectares.

Para superar a problemática, detalhou Maria manuela Matos, a unidade tem contado com a ajuda da empresa detentora, a COSAL, o que evitou despedimentos de funcionários e alteração nas diárias.

Por sua vez, o gerente interino do hotel Infotur Lubango, Jelvânio Carvalho, disse que a unidade foi “forçada” a reduzir o número de trabalhadores, de 59 para 24, estando 14 deles com os contratos suspensos, enquanto 18 foram despedidos mediante um procedimento indemnizatório.

Relatou que optaram também em reduzir os preços na ordem dos dez por cento em alguns quartos luxuosos e houve uma ligeira subida nos mais baratos, estando com uma taxa de ocupação de sete por cento, que às vezes atinge os 70 quando recebem delegações maioritariamente de Luanda, Cabinda e Namibe.

Já o director comercial do Hotel Lubango, Quaresma Kinavuidi, a taxa de ocupação tem variado de 10 a 12 por cento, sobretudo com clientes provenientes maioritariamente do Namibe, Benguela e Luanda.

Destacou que o preço dos quartos variam de 15 mil a 20 mil Kwanzas, e que até aqui ainda não sofreram alteração, devido à necessidade da realização de um estudo.

A província da Huíla tem mil e 74 unidades hoteleiras e similares, das quais 13 são hotéis, 17 pensões, 14 complexos turísticos, um conjunto turístico, 86 hospedarias e 920 restaurantes e semelhantes. Tem ainda 111 monumentos e sítios classificados e 23 agências de viagens.

A pandemia que chegou a Angola em Março de 2020, e com a Huíla a registar os primeiros casos em Agosto do mesmo ano, afectou o funcionamento do sector, forçando a despedimentos, em alguns casos, e, noutras situações, reinvenções na actividade para se manter empregos.

Em declarações hoje, quarta-feira, à ANGOP, no Lubango, o director do Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos da Huíla, Osvaldo Lunda, afirmou estar-se a registar uma procura que indica a retoma do sector, mas ainda aquém das necessidades.

Segundo conta, algumas unidades chegaram a taxa de ocupação de três a quatro por cento no período mais crítico, mas hoje a média chega já nos 25%.

Expressou que algumas unidades estão a implementar políticas que atraem hóspedes, como pacotes especiais e melhoramento das medidas de biossegurança para tranquilizar os clientes, porém outras não resistiram e dispensaram parte do pessoal.

Admitiu que a situação é ainda preocupante, mas que o ministério de tutela está a fazer um trabalho para melhor direccionar eventuais apoios.

Realçou que se vai continuar a pressionar as companhias aéreas, no sentido de olharem para a Huíla como um destino preferencial para negócios, visita e trabalho, aumentando os voos e melhorias dos preços para que possam ter cada vez mais visitantes.

Operadores reavivam esperança em dias melhores

Por sua vez, a subdirectora do Pululukwa Resort (uma das mais visitadas unidades do Lubango), Maria Manuela Matos, disse que estão com uma taxa de ocupação que varia de 15 a 20 por cento, e que aos finais de semana chega atingir 70.

Para ela, é uma taxa que ainda não cobre os gastos operacionais, pois estão implantados numa área com mais de 250 hectares.

Para superar a problemática, detalhou Maria manuela Matos, a unidade tem contado com a ajuda da empresa detentora, a COSAL, o que evitou despedimentos de funcionários e alteração nas diárias.

Por sua vez, o gerente interino do hotel Infotur Lubango, Jelvânio Carvalho, disse que a unidade foi “forçada” a reduzir o número de trabalhadores, de 59 para 24, estando 14 deles com os contratos suspensos, enquanto 18 foram despedidos mediante um procedimento indemnizatório.

Relatou que optaram também em reduzir os preços na ordem dos dez por cento em alguns quartos luxuosos e houve uma ligeira subida nos mais baratos, estando com uma taxa de ocupação de sete por cento, que às vezes atinge os 70 quando recebem delegações maioritariamente de Luanda, Cabinda e Namibe.

Já o director comercial do Hotel Lubango, Quaresma Kinavuidi, a taxa de ocupação tem variado de 10 a 12 por cento, sobretudo com clientes provenientes maioritariamente do Namibe, Benguela e Luanda.

Destacou que o preço dos quartos variam de 15 mil a 20 mil Kwanzas, e que até aqui ainda não sofreram alteração, devido à necessidade da realização de um estudo.

A província da Huíla tem mil e 74 unidades hoteleiras e similares, das quais 13 são hotéis, 17 pensões, 14 complexos turísticos, um conjunto turístico, 86 hospedarias e 920 restaurantes e semelhantes. Tem ainda 111 monumentos e sítios classificados e 23 agências de viagens.