Telhafal esclarece diferendo com trabalhadores das indústrias vendidas na ZEE

  • Trabalhadores em funções (Foto ilustração)
Luanda - A empresa Telhafal, em representação de outras unidades industriais já vendidas na Zona Económica Especial Luanda/Bengo, deu a conhecer que os ex-trabalhadores dessas fábricas nunca tiveram qualquer tipo de relação jurídico-laboral com a Sonangol Investimentos Industriais (SIIND).

Numa nota de imprensa que a Angop teve acesso este sábado, a empresa considera que o processo de cessação dos contratos de trabalho obedeceu os procedimentos da Lei Geral do Trabalho.

“ O acto de cessação dos contratos foi do conhecimento tanto dos ex-trabalhadores como do Sindicato onde estão filiados”, refere o documento, avançando que por razões desconhecidas e de má-fé, alguns dos entendimentos alcançados em fóruns negociais têm sido reiteradamente desrespeitados por determinado núcleo de ex-trabalhadores.

O documento da Telhafal, assinado pelo gerente Joaquim Jaime José, indica que os reclamantes  têm apresentado sucessivamente novas exigências não contempladas anteriormente nas diferentes rondas negociais, situação que está a impedir o encerramento do processo.

 Tais situações têm movido manifestações de ex-trabalhadores, "tidas como ilegais, inaceitáveis e desprovidas de senso", mesmo depois das unidades industriais pagarem a compensação pela extinção da relação jurídico-laboral.

Além disso, a Telhafal informa que os reclamantes após a recepção dos montantes em causa recusaram-se a assinar os acordos.

Em função dessa realidade, a Telhafal avança que os diferendos decorrentes da extinção da relação jurídico-laboral, deverão ser necessariamente resolvidos em Tribunal.

Constituem o grupo de fábricas, a  Mangotal, Vedatela, Induplás, Inducarpim, Betonar, Galvanang, Telhafal, Indutive, Indupackage, Pipeline e Transplas.

 

 

Numa nota de imprensa que a Angop teve acesso este sábado, a empresa considera que o processo de cessação dos contratos de trabalho obedeceu os procedimentos da Lei Geral do Trabalho.

“ O acto de cessação dos contratos foi do conhecimento tanto dos ex-trabalhadores como do Sindicato onde estão filiados”, refere o documento, avançando que por razões desconhecidas e de má-fé, alguns dos entendimentos alcançados em fóruns negociais têm sido reiteradamente desrespeitados por determinado núcleo de ex-trabalhadores.

O documento da Telhafal, assinado pelo gerente Joaquim Jaime José, indica que os reclamantes  têm apresentado sucessivamente novas exigências não contempladas anteriormente nas diferentes rondas negociais, situação que está a impedir o encerramento do processo.

 Tais situações têm movido manifestações de ex-trabalhadores, "tidas como ilegais, inaceitáveis e desprovidas de senso", mesmo depois das unidades industriais pagarem a compensação pela extinção da relação jurídico-laboral.

Além disso, a Telhafal informa que os reclamantes após a recepção dos montantes em causa recusaram-se a assinar os acordos.

Em função dessa realidade, a Telhafal avança que os diferendos decorrentes da extinção da relação jurídico-laboral, deverão ser necessariamente resolvidos em Tribunal.

Constituem o grupo de fábricas, a  Mangotal, Vedatela, Induplás, Inducarpim, Betonar, Galvanang, Telhafal, Indutive, Indupackage, Pipeline e Transplas.