UNACA quer incremento de inputs para alargar cultivo

  • Agricultura
Luena – A UNACA (Confederação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agropecuárias de Angola) solicitou, nesta quinta-feira, no Luena, o aumento de inputs, tractores e outros instrumentos de trabalho para alargar as áreas de cultivo no Moxico.

A UNACA controla 355 associações de camponeses, 39 cooperativas agrícolas, integradas por mais de 23 mil associados, número insuficiente para contornar o previsível fracasso da campanha agrícola 2020/2021, na qual se esperava colher, em estimativa, 449 mil toneladas.

A falta de inputs e instrumentos de trabalho motivou a baixa da produção, nos últimos três anos, de cerca de um milhão e 800 toneladas, em 2017/18, para menos de 500 toneladas previstas para a presente campanha agrícola (2020/21).

A insuficiencia de insumos agrícolas, acresce-se à exiguidade de técnicos, à falta de meios de mobilidade e às limitações da pandemia da Covid-19, que começam também a concorrer para a baixa produtividade.

Perante as evidências e previsões, o representante da Confederação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agropecuárias de Angola,  no Moxico, Pedro Manuel António, lamentou que, diferente de outrora, a população se vai ressentir da escassez da mandioca, do milho,da  batata-doce e ginguba.

Em declarações à Angop, à margem do "Workshop sobre o empoderamento das cooperativas agrícolas em procedimentos legais e financeiros", no âmbito das políticas públicas, assegurou que não obstante às dificuldades, os pequenos produtores do município da Cameia prevêem intensificar a cultura do arroz.

Solicitou o reforço na atribuição de enxadas, catanas, machados, sementes e fertilizantes, alem das charruas e tractores para cultivar a terra e garantir a sustantabilidade alimentar".

Já o director municipal da Agricultura, no Moxico, Isidro Jorge Tomás, lamentou que várias culturas estão a secar devido à estiagem que afecta algumas parcelas da província.

A UNACA controla 355 associações de camponeses, 39 cooperativas agrícolas, integradas por mais de 23 mil associados, número insuficiente para contornar o previsível fracasso da campanha agrícola 2020/2021, na qual se esperava colher, em estimativa, 449 mil toneladas.

A falta de inputs e instrumentos de trabalho motivou a baixa da produção, nos últimos três anos, de cerca de um milhão e 800 toneladas, em 2017/18, para menos de 500 toneladas previstas para a presente campanha agrícola (2020/21).

A insuficiencia de insumos agrícolas, acresce-se à exiguidade de técnicos, à falta de meios de mobilidade e às limitações da pandemia da Covid-19, que começam também a concorrer para a baixa produtividade.

Perante as evidências e previsões, o representante da Confederação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agropecuárias de Angola,  no Moxico, Pedro Manuel António, lamentou que, diferente de outrora, a população se vai ressentir da escassez da mandioca, do milho,da  batata-doce e ginguba.

Em declarações à Angop, à margem do "Workshop sobre o empoderamento das cooperativas agrícolas em procedimentos legais e financeiros", no âmbito das políticas públicas, assegurou que não obstante às dificuldades, os pequenos produtores do município da Cameia prevêem intensificar a cultura do arroz.

Solicitou o reforço na atribuição de enxadas, catanas, machados, sementes e fertilizantes, alem das charruas e tractores para cultivar a terra e garantir a sustantabilidade alimentar".

Já o director municipal da Agricultura, no Moxico, Isidro Jorge Tomás, lamentou que várias culturas estão a secar devido à estiagem que afecta algumas parcelas da província.