Única cerâmica no Bié aumenta produção de tijolos

  • Largo do Governo Provincial do Bié, no município do Cuito
Cuito – A única cerâmica em funcionamento na província do Bié produz actualmente 320 mil tijolos por mês, que corresponde a 60 por cento da sua capacidade.

Essa unidade fabril, denominada Cerâmica Orquídea, que pertence a um grupo privado, situa-se na comuna do Cunje, município do Cuito.

Em declarações a ANGOP o chefe de produção da fábrica, Raúl Pinheiro, o aumento na produção de tijolos resulta da introdução de novas máquinas, para corresponder à demanda, sobretudo de clientes provenientes das províncias do Huambo, Cuando Cubango e Moxico.

Raúl Pinheiro, que não revelou o investimento feito até hoje, sublinhou que a maior parte das obras do Governo, relacionadas com o Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) destas províncias são feitas com tijolo do Bié.

A cerâmica, que funciona em regime experimental desde Maio do ano passado, ainda não atingiu a sua capacidade real, que é de 150 toneladas/dia, devido as dificuldades na aquisição de divisas, para a compra de mais equipamentos.

O responsável avançou não haver constrangimentos na aquisição da matéria-prima (barro), por estar acessível, quer no Cuito, quer em outros municípios, que permite fabricar tijolos dos tipos 20, 15, 11 e 9.

A cerâmica conta com 26 trabalhadores, podendo chegar a cem, quando estiver a operar plenamente,  prevendo-se igualmente o fabrico de telhas e outros materiais.

Na comuna da Chipeta, município de Catabola, existe outra cerâmica, mas encontra-se paralisada há mais de dois anos, por dificuldades financeiras. Produzia cinco mil tijolos/dia.

Essa unidade fabril, denominada Cerâmica Orquídea, que pertence a um grupo privado, situa-se na comuna do Cunje, município do Cuito.

Em declarações a ANGOP o chefe de produção da fábrica, Raúl Pinheiro, o aumento na produção de tijolos resulta da introdução de novas máquinas, para corresponder à demanda, sobretudo de clientes provenientes das províncias do Huambo, Cuando Cubango e Moxico.

Raúl Pinheiro, que não revelou o investimento feito até hoje, sublinhou que a maior parte das obras do Governo, relacionadas com o Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) destas províncias são feitas com tijolo do Bié.

A cerâmica, que funciona em regime experimental desde Maio do ano passado, ainda não atingiu a sua capacidade real, que é de 150 toneladas/dia, devido as dificuldades na aquisição de divisas, para a compra de mais equipamentos.

O responsável avançou não haver constrangimentos na aquisição da matéria-prima (barro), por estar acessível, quer no Cuito, quer em outros municípios, que permite fabricar tijolos dos tipos 20, 15, 11 e 9.

A cerâmica conta com 26 trabalhadores, podendo chegar a cem, quando estiver a operar plenamente,  prevendo-se igualmente o fabrico de telhas e outros materiais.

Na comuna da Chipeta, município de Catabola, existe outra cerâmica, mas encontra-se paralisada há mais de dois anos, por dificuldades financeiras. Produzia cinco mil tijolos/dia.