Degradação da estrada Mbanza Kongo/Luvo preocupa automobilistas

Mbanza Kongo – Automobilistas que circulam pela Estrada Nacional EN120, que liga a cidade de Mbanza Kongo à comuna fronteiriça do Luvo, província do Zaire, estão preocupados com a degradação acentuada deste troço de acesso à República Democrática do Congo (RDC).

Abordados pela ANGOP, nesta quarta-feira, utentes dessa via afirmaram que o estado degradado da mesma, caracterizado por buracos em determinados pontos e desgaste do tapete asfáltico, tem embaraçado a circulação automóvel e, consequentemente, danificado viaturas.

Álvaro Jaime, camionista, disse que circular nos dias que correm na estrada de acesso à comuna fronteiriça do Luvo constitui uma verdadeira “odisseia”, principalmente para a sua classe profissional.

“É uma estrada internacional que recebe um volume considerável de camiões vindos de quase todo o país. O governo tem que ver essa situação o mais depressa possível”, solicitou.

Para António Júnior, anteriormente, os 60 quilómetros do traço Mbanza Kongo/Luvo eram percorridos em uma hora, tendo o tempo de viagem aumentado mais 40 minutos, actualmente.

“Pedimos ao nosso Governo para a reabilitação urgente desta estrada, que tanto contribui para a dinamização dos serviços aduaneiros no Posto local. É desconfortante circular com a carga numa via esburacada”, desabafou.

Por sua vez, Jacinto Pembele presumiu que o material usado para a construção desta estrada não seja o ideal, situação que aparentemente estará na base da sua deterioração prematura.

“É uma estrada que movimenta grandes toneladas de mercadorias que transitam para o país vizinho e não só. Devia-se ter em conta o tipo do material aplicado na sua construção”, referiu, visivelmente aborrecido.

Apontou o subtroço entre as aldeias de Sumpi e Nkoko como o mais crítico, pois a degradação da camada do asfalto e os buracos, num percurso de mais de 15 quilómetros criam constrangimentos na circulação de viaturas.

A estrada Mbanza Kongo/Luvo beneficiou de obras de reabilitação e asfaltamento, em 2012, a cargo da empresa “Tecnovia-Angola”.

Passados cerca de três anos, este eixo rodoviário internacional começava a apresentar sinais de degradação, justificados pelo elevado volume de camiões com excesso de tonelagem que nele circulam em direcção ao mercado transfronteiriço do Luvo e vice-versa.

Sobre o assunto, o Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), na província do Zaire, poderá pronunciar-se oportunamente.

 

 

 

  

Abordados pela ANGOP, nesta quarta-feira, utentes dessa via afirmaram que o estado degradado da mesma, caracterizado por buracos em determinados pontos e desgaste do tapete asfáltico, tem embaraçado a circulação automóvel e, consequentemente, danificado viaturas.

Álvaro Jaime, camionista, disse que circular nos dias que correm na estrada de acesso à comuna fronteiriça do Luvo constitui uma verdadeira “odisseia”, principalmente para a sua classe profissional.

“É uma estrada internacional que recebe um volume considerável de camiões vindos de quase todo o país. O governo tem que ver essa situação o mais depressa possível”, solicitou.

Para António Júnior, anteriormente, os 60 quilómetros do traço Mbanza Kongo/Luvo eram percorridos em uma hora, tendo o tempo de viagem aumentado mais 40 minutos, actualmente.

“Pedimos ao nosso Governo para a reabilitação urgente desta estrada, que tanto contribui para a dinamização dos serviços aduaneiros no Posto local. É desconfortante circular com a carga numa via esburacada”, desabafou.

Por sua vez, Jacinto Pembele presumiu que o material usado para a construção desta estrada não seja o ideal, situação que aparentemente estará na base da sua deterioração prematura.

“É uma estrada que movimenta grandes toneladas de mercadorias que transitam para o país vizinho e não só. Devia-se ter em conta o tipo do material aplicado na sua construção”, referiu, visivelmente aborrecido.

Apontou o subtroço entre as aldeias de Sumpi e Nkoko como o mais crítico, pois a degradação da camada do asfalto e os buracos, num percurso de mais de 15 quilómetros criam constrangimentos na circulação de viaturas.

A estrada Mbanza Kongo/Luvo beneficiou de obras de reabilitação e asfaltamento, em 2012, a cargo da empresa “Tecnovia-Angola”.

Passados cerca de três anos, este eixo rodoviário internacional começava a apresentar sinais de degradação, justificados pelo elevado volume de camiões com excesso de tonelagem que nele circulam em direcção ao mercado transfronteiriço do Luvo e vice-versa.

Sobre o assunto, o Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), na província do Zaire, poderá pronunciar-se oportunamente.