Zaire: Detidos funcionários de bombas de combustível acusados de contrabando

  • Combustível contrabandeado (ilustracção)
Mbanza Kongo – Cinco funcionários de um posto de abastecimento de combustível, localizado na estrada de acesso à fronteira com a República Democrática do Congo(RDC), foram na noite de terça-feira detidos pela Polícia Nacional, no município de Mbanza Kongo, província do Zaire, por suposto contrabando de derivados de petróleo.

Os detidos foram flagrados quando, na calada da noite, procediam ao transbordo do combustível de dois camiões para tambores de 200 litros, com fim de  comercializa o produto na vizinha RDC, informou nesta quarta-feira, à imprensa, o chefe de departamento de investigação de ilícitos penais do Comando Provincial do Zaire da Polícia Nacional, Neves Campos.

 

De acordo com o responsável, a detenção destes indivíduos e o subsequente encerramento provisório deste posto de abastecimento de combustível, resulta de um trabalho operativo extensivo que os especialistas de investigação de ilícitos penais do Comando Provincial da Polícia Nacional vinham desenvolvendo.

 

“Informações em nossa posse dão conta, que, por semana, este posto de abastecimento recebe dois a três camiões cisternas de combustível, mas na prática não aparece, tudo porque é contrabandeado para a RDC”, explicou.

 

Com os supostos contrabandistas, foram apreendidos dois camiões cisternas carregados com mais de 80 mil litros de combustível, motobombas e mangueiras que serviam de transbordo do produto.

 

“De dia estas bombas nunca têm combustível. Só abrem as bombas  na calada da noite para realizar suas acções ilícitas”, deplorou, para quem a situação acontece numa altura em que a cidade de Mbanza Kongo vive uma crise de combustível sem precedentes.

 

Entretanto, a ANGOP apurou de uma fonte, que o referido posto de abastecimento de combustível denominado Vemba Ngola já vinha realizando este negócio (contrabando de combustível) para a RDC há muitos anos.

 

A fonte disse que se até hoje o referido posto funciona deve-se ao facto dos responsáveis aliciarem as autoridades com somas monetárias.

 

Há dias, o sub procurador-geral da República titular, em exercício no Zaire, Luciano Wombili Daniel, instou, em Mbanza Kongo, a população local a abastecer-se de contrabandear combustível para a República Democrática do Congo (RDC), por constituir crime previsto e punível no Código Penal.

 

Para abastecer uma viatura ou motorizada em bombas de combustível da cidade de Mbanza Kongo passou a ser, desde o princípio deste ano, “um bicho-de-sete-cabeças”, dada à escassez de gasolina e gasóleo.

 

A cidade de Mbanza Kongo dispõe de duas bombas oficiais, sendo uma da Pumangol e outra da Sonangol. Possui também dezenas de postos que funcionam em estruturas contentorizadas, muitas das quais alimentam o contrabando de combustível para a RDC.

 

 

 

    

Os detidos foram flagrados quando, na calada da noite, procediam ao transbordo do combustível de dois camiões para tambores de 200 litros, com fim de  comercializa o produto na vizinha RDC, informou nesta quarta-feira, à imprensa, o chefe de departamento de investigação de ilícitos penais do Comando Provincial do Zaire da Polícia Nacional, Neves Campos.

 

De acordo com o responsável, a detenção destes indivíduos e o subsequente encerramento provisório deste posto de abastecimento de combustível, resulta de um trabalho operativo extensivo que os especialistas de investigação de ilícitos penais do Comando Provincial da Polícia Nacional vinham desenvolvendo.

 

“Informações em nossa posse dão conta, que, por semana, este posto de abastecimento recebe dois a três camiões cisternas de combustível, mas na prática não aparece, tudo porque é contrabandeado para a RDC”, explicou.

 

Com os supostos contrabandistas, foram apreendidos dois camiões cisternas carregados com mais de 80 mil litros de combustível, motobombas e mangueiras que serviam de transbordo do produto.

 

“De dia estas bombas nunca têm combustível. Só abrem as bombas  na calada da noite para realizar suas acções ilícitas”, deplorou, para quem a situação acontece numa altura em que a cidade de Mbanza Kongo vive uma crise de combustível sem precedentes.

 

Entretanto, a ANGOP apurou de uma fonte, que o referido posto de abastecimento de combustível denominado Vemba Ngola já vinha realizando este negócio (contrabando de combustível) para a RDC há muitos anos.

 

A fonte disse que se até hoje o referido posto funciona deve-se ao facto dos responsáveis aliciarem as autoridades com somas monetárias.

 

Há dias, o sub procurador-geral da República titular, em exercício no Zaire, Luciano Wombili Daniel, instou, em Mbanza Kongo, a população local a abastecer-se de contrabandear combustível para a República Democrática do Congo (RDC), por constituir crime previsto e punível no Código Penal.

 

Para abastecer uma viatura ou motorizada em bombas de combustível da cidade de Mbanza Kongo passou a ser, desde o princípio deste ano, “um bicho-de-sete-cabeças”, dada à escassez de gasolina e gasóleo.

 

A cidade de Mbanza Kongo dispõe de duas bombas oficiais, sendo uma da Pumangol e outra da Sonangol. Possui também dezenas de postos que funcionam em estruturas contentorizadas, muitas das quais alimentam o contrabando de combustível para a RDC.