INACOQ desmente venda de arroz impróprio no país

Soyo – O director do Instituto Nacional de Qualidade (INACOQ) do Ministério da Indústria e Comércio, José Alberto Sofia, desmentiu no domingo, no município do Soyo, província do Zaire, a entrada no país de arroz impróprio para o consumo humano.

Conforme o responsável, que falava à imprensa, à sua instituição chegaram várias denúncias de consumidores insinuando haver no mercado nacional arroz impróprio para o consumo humano.

Estas alegações, prosseguiu, obrigaram a uma intervenção urgente de diversos organismos do Estado para se aferir a veracidade das queixas apresentadas, concluindo-se que se trata de falso alarme.

Realçou que os especialistas do seu ministério e outros órgãos tiveram em contacto com as amostras do arroz que foram levadas ao laboratório de avaliação da qualidade, cujos resultados provaram que o produto em causa (marca não identificada) tem qualidade para ser consumido.

Reiterou que o INACOQ continuará, de forma rigorosa, a acompanhar e fiscalizar o mercado e a rede comercial para garantir que os produtos alimentares importados e os de produção local estejam em condições que garantam segurança ao consumidor.

Informou, na ocasião, que foi criado um grupo técnico que congrega vários sectores, que trabalha na padronização dos termos de referência na produção industrial no país, visando disciplinar eventuais empresas que operam à margem das normas de higiene e segurança alimentar estabelecidas.

Explicou que a padronização vai colmatar algumas insuficiências e vazios legislativos em matérias de qualidade e definir o quadro legal para que permita maior controlo da qualidade e o licenciamento das industrias que produzem bens alimentares no país e garantir a circulação de produtos devidamente certificados.

O quadro do Ministério da Indústria e Comércio trabalhou durante três dias na cidade do Soyo onde dissertou o tema sobre “Segurança alimentar”, numa palestra promovida pelo governo da província do Zaire, no âmbito da 2ª edição da feira de produção.

Conforme o responsável, que falava à imprensa, à sua instituição chegaram várias denúncias de consumidores insinuando haver no mercado nacional arroz impróprio para o consumo humano.

Estas alegações, prosseguiu, obrigaram a uma intervenção urgente de diversos organismos do Estado para se aferir a veracidade das queixas apresentadas, concluindo-se que se trata de falso alarme.

Realçou que os especialistas do seu ministério e outros órgãos tiveram em contacto com as amostras do arroz que foram levadas ao laboratório de avaliação da qualidade, cujos resultados provaram que o produto em causa (marca não identificada) tem qualidade para ser consumido.

Reiterou que o INACOQ continuará, de forma rigorosa, a acompanhar e fiscalizar o mercado e a rede comercial para garantir que os produtos alimentares importados e os de produção local estejam em condições que garantam segurança ao consumidor.

Informou, na ocasião, que foi criado um grupo técnico que congrega vários sectores, que trabalha na padronização dos termos de referência na produção industrial no país, visando disciplinar eventuais empresas que operam à margem das normas de higiene e segurança alimentar estabelecidas.

Explicou que a padronização vai colmatar algumas insuficiências e vazios legislativos em matérias de qualidade e definir o quadro legal para que permita maior controlo da qualidade e o licenciamento das industrias que produzem bens alimentares no país e garantir a circulação de produtos devidamente certificados.

O quadro do Ministério da Indústria e Comércio trabalhou durante três dias na cidade do Soyo onde dissertou o tema sobre “Segurança alimentar”, numa palestra promovida pelo governo da província do Zaire, no âmbito da 2ª edição da feira de produção.