Paralisação do posto de combustível preocupa munícipes de Mbanza Kongo

Mbanza Kongo – Os automobilistas e outros utentes de meios rolantes na cidade de Mbanza Kongo, província do Zaire, solicitaram esta quarta-feira, às entidades competentes, a reabertura do posto de abastecimento de combustível da Sonangol, paralisado a 27 de Março deste ano.

A inoperância deste posto de abastecimento de derivados de petróleo se deve a um incêndio de pequenas proporções que havia deflagrado nesta estrutura, provocando a destruição parcial de alguns equipamentos.

José António, automobilista, disse que a paralisação das bombas da Sonangol está a criar constrangimentos aos utentes de viaturas e não só, por ser uma das bombas que não faltava combustível.

“A cidade de Mbanza Kongo não dispõe de muitos postos de abastecimento de combustível e com a paralisação da referida bomba, a carência de derivados de petróleo agudizou-se nos últimos dias na cidade”, referiu.

Por sua vez, Eduardo Kedimoneka, taxista, a compra de gasolina na cidade de Mbanza Kongo tornou-se difícil nos últimos dias devido a carência deste produto no mercado local.

“A cidade só dispõe de duas bombas oficiais. Sendo uma da Pumangol e outra da Sonangol”. Com a inoperância desta última, a situação tornou-se mais complicada”, sublinhou.

Para Nicolau António, moto taxista, o posto da Sonangol é que mais combustível recebe com regularidade e com a sua paralisação está a criar constrangimentos aos utentes de meios rolantes.

“A cidade está há dias sem combustível. Estamos a recorrer ao mercado informal para o abastecimento dos nossos meios”, disse.

Entretanto, fonte ligada ao posto de abastecimento da Sonangol disse à ANGOP, que a avaria já foi superada e aguarda-se apenas pelo trabalho de vistoria por parte do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros.

“Inclusive já dispomos de combustível nos tanques para comercializar. Estamos apenas a depender da luz verde dos bombeiros para retomarmos o atendimento ao público”, indicou.

A cidade de Mbanza Kongo conta com uma bomba da Sonangol e outra da Pumangol. Dispõe também de algumas que funcionam em estruturas contentorizadas.

 

 

A inoperância deste posto de abastecimento de derivados de petróleo se deve a um incêndio de pequenas proporções que havia deflagrado nesta estrutura, provocando a destruição parcial de alguns equipamentos.

José António, automobilista, disse que a paralisação das bombas da Sonangol está a criar constrangimentos aos utentes de viaturas e não só, por ser uma das bombas que não faltava combustível.

“A cidade de Mbanza Kongo não dispõe de muitos postos de abastecimento de combustível e com a paralisação da referida bomba, a carência de derivados de petróleo agudizou-se nos últimos dias na cidade”, referiu.

Por sua vez, Eduardo Kedimoneka, taxista, a compra de gasolina na cidade de Mbanza Kongo tornou-se difícil nos últimos dias devido a carência deste produto no mercado local.

“A cidade só dispõe de duas bombas oficiais. Sendo uma da Pumangol e outra da Sonangol”. Com a inoperância desta última, a situação tornou-se mais complicada”, sublinhou.

Para Nicolau António, moto taxista, o posto da Sonangol é que mais combustível recebe com regularidade e com a sua paralisação está a criar constrangimentos aos utentes de meios rolantes.

“A cidade está há dias sem combustível. Estamos a recorrer ao mercado informal para o abastecimento dos nossos meios”, disse.

Entretanto, fonte ligada ao posto de abastecimento da Sonangol disse à ANGOP, que a avaria já foi superada e aguarda-se apenas pelo trabalho de vistoria por parte do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros.

“Inclusive já dispomos de combustível nos tanques para comercializar. Estamos apenas a depender da luz verde dos bombeiros para retomarmos o atendimento ao público”, indicou.

A cidade de Mbanza Kongo conta com uma bomba da Sonangol e outra da Pumangol. Dispõe também de algumas que funcionam em estruturas contentorizadas.