População aplaude medidas de combate ao contrabando

Mbanza Kongo – Os automobilistas e outros utentes de meios rolantes na cidade de Mbanza Kongo, província do Zaire, aplaudiram esta terça-feira, as medidas tomadas, desde a semana passada, pela Polícia Nacional de combate ao contrabando de combustível para a RDC.

Essas medidas de aperto aos contrabandistas de derivados de petróleo, vulgarmente conhecidos na região por “Guimalela”, desafogou nos últimos dias o atendimento em poucas bombas de combustível existentes na cidade de Mbanza Kongo, capital da província do Zaire.

Os Guimalela, são indivíduos/comerciantes de gasolina e gasóleo, que, geralmente, adquirem o produto nas bombas em bidões para depois o transportar para a vizinha República Democrática do Congo (RDC) por vias clandestinas onde é comercializado no mercado negro a preços exorbitantes.

Este negócio tido como fabuloso para os que o praticam devido aos lucros, tem repercussões negativas para a economia nacional, pós é feito sem o pagamento de taxas aduaneiras.

Para Manuel Paulo, automobilista, desde que a polícia apertou o cerco aos contrabandistas o atendimento nas bombas de combustível em Mbanza Kongo melhorou substancialmente.

Por sua vez, Helena Baptista, considerou ser estranho uma cidade como Mbanza Kongo e com parque reduzido de automóveis registar constantemente rupturas de derivados de petróleo nos postos de atendimento.

“Há momentos em que os funcionários das bombas preferem atender os bidões em detrimento das viaturas, devido aos benefícios que eles recebem”, desabafou, esperando que as medidas tomadas pela Polícia Nacional sejam duradoiras.

Segundo fontes policiais, a que a ANGOP teve acesso, efectivos de vários órgãos do Ministério do Interior na região, intensificaram, nos últimos dias, as acções de controlo e fiscalização de viaturas que circulam na estrada nacional 120, que liga a cidade de Mbanza Kongo à comuna fronteiriça do Luvo.

Afirmam que ao longo da estrada de acesso à fronteira com a RDC foram reforçados os controlos policiais, assim como a fiscalização da mercadoria que transita de Mbanza Kongo para o Luvo, incluindo os derivados de petróleo.

“Há um combate "cerrado" de gasolina e gasóleo para a fronteira, nos últimos dias. Mesmo que for pequena quantidade de combustível não passa na barreira da polícia montada nas imediações da aldeia do Nkoko”, explicou a fonte.

Os prevericadores, acrescenta a fonte, estão a ser detidos e encaminhados para os órgãos competentes para o devido tratamento.

O comércio de derivados de petróleo para a RDC tem sido frequente e preferido por muitos cidadãos nacionais e estrangeiros devido aos seus lucros fabulosos.

Um bidão de 20 litros de gasolina que custa 3.200 Kwanzas nas bombas de Mbanza Kongo é comercializado na RDC a 20 dólares americanos, situação que faz com que muitos cidadãos se enveredem neste negócio.

A comuna fronteiriça do Luvo, dista 60 quilómetros a norte da cidade de Mbanza Kongo. É nessa localidade onde se realizavam as trocas comerciais entre Angola e a RDC antes do surgimento da pandemia da Covid-19.

 

 

 

Essas medidas de aperto aos contrabandistas de derivados de petróleo, vulgarmente conhecidos na região por “Guimalela”, desafogou nos últimos dias o atendimento em poucas bombas de combustível existentes na cidade de Mbanza Kongo, capital da província do Zaire.

Os Guimalela, são indivíduos/comerciantes de gasolina e gasóleo, que, geralmente, adquirem o produto nas bombas em bidões para depois o transportar para a vizinha República Democrática do Congo (RDC) por vias clandestinas onde é comercializado no mercado negro a preços exorbitantes.

Este negócio tido como fabuloso para os que o praticam devido aos lucros, tem repercussões negativas para a economia nacional, pós é feito sem o pagamento de taxas aduaneiras.

Para Manuel Paulo, automobilista, desde que a polícia apertou o cerco aos contrabandistas o atendimento nas bombas de combustível em Mbanza Kongo melhorou substancialmente.

Por sua vez, Helena Baptista, considerou ser estranho uma cidade como Mbanza Kongo e com parque reduzido de automóveis registar constantemente rupturas de derivados de petróleo nos postos de atendimento.

“Há momentos em que os funcionários das bombas preferem atender os bidões em detrimento das viaturas, devido aos benefícios que eles recebem”, desabafou, esperando que as medidas tomadas pela Polícia Nacional sejam duradoiras.

Segundo fontes policiais, a que a ANGOP teve acesso, efectivos de vários órgãos do Ministério do Interior na região, intensificaram, nos últimos dias, as acções de controlo e fiscalização de viaturas que circulam na estrada nacional 120, que liga a cidade de Mbanza Kongo à comuna fronteiriça do Luvo.

Afirmam que ao longo da estrada de acesso à fronteira com a RDC foram reforçados os controlos policiais, assim como a fiscalização da mercadoria que transita de Mbanza Kongo para o Luvo, incluindo os derivados de petróleo.

“Há um combate "cerrado" de gasolina e gasóleo para a fronteira, nos últimos dias. Mesmo que for pequena quantidade de combustível não passa na barreira da polícia montada nas imediações da aldeia do Nkoko”, explicou a fonte.

Os prevericadores, acrescenta a fonte, estão a ser detidos e encaminhados para os órgãos competentes para o devido tratamento.

O comércio de derivados de petróleo para a RDC tem sido frequente e preferido por muitos cidadãos nacionais e estrangeiros devido aos seus lucros fabulosos.

Um bidão de 20 litros de gasolina que custa 3.200 Kwanzas nas bombas de Mbanza Kongo é comercializado na RDC a 20 dólares americanos, situação que faz com que muitos cidadãos se enveredem neste negócio.

A comuna fronteiriça do Luvo, dista 60 quilómetros a norte da cidade de Mbanza Kongo. É nessa localidade onde se realizavam as trocas comerciais entre Angola e a RDC antes do surgimento da pandemia da Covid-19.