FACRA dispõe AKZ 4 mil milhões para apoio à juventude

  • Abertura da Feira Cidade do Empreendedor
Mbanza Kongo – Quatro mil milhões de Kwanzas é o montante global que o Fundo de Apoio ao Crédito de Risco Angolano (FACRA) dispõe, como reserva, para ajudar jovens empreendedores de todo o país.

A informação foi avançada esta quarta-feira pelo director do Gabinete Provincial para o Desenvolvimento Integrado, Sabino Maria da Conceição, durante um encontro de esclarecimento que juntou mais de cem jovens empreendedores de Mbanza Kongo.

Indicou que o valor mínimo de micro-crédito a conceder é de 100 mil Kwanzas e o máximo de sete milhões. As taxas de juros mensais variam de 03 a 3.5 por cento, com quatro meses de graça e o prazo de reembolso é de 24 meses.

Informou que a nível Zaire dez iniciativas empreendedoras já formalizaram as suas candidaturas junto do seu gabinete, tendo encorajado para que mais jovens adiram a este projecto que visa, essencialmente, dinamizar a actividade das microempresas.

Segundo a fonte, esse plano do Executivo visa a criação do auto-emprego, a redução da informalidade na economia e o aumento da inclusão económica e social.

Os sectores definidos neste fundo de apoio financeiro são os de processamento de produtos agrícolas, pesqueiros, reciclagem de resíduos sólidos, da produção cultural e artística, desenvolvimento de Softwares, entre outros ramos da actividade produtiva.

O FACRA foi criado pelo Executivo para financiar sociedades de micro-crédito e cooperativas de crédito, de modo a dinamizar a actividade das microempresas para enfrentar o impacto nefasto da pandemia da covid-19.

Exigência de avalista preocupa jovens empreendedores

Alguns jovens, que participaram no encontro, manifestaram algumas reservas face às exigências de apresentação de um avalista como um dos requisitos para obtenção do micro-crédito junto dos bancos comerciais indicados para o efeito.

Para o jovem Pedro Sousa, poucos são os que se predispõem a assumir encargos de eventual incumprimento do devedor, junto dos bancos credores, pelo que sugere que se encontre outro mecanismo mais fiável.

Em resposta, o director do gabinete provincial do Desenvolvimento Integrado, Sabino da Conceição, esclareceu que apenas os candidatos, a título individual, são exigidos a apresentar avalistas, frisando que é a forma de os bancos se precaverem dos créditos malparados.

Informou que o Instituto Nacional de Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) na região licenciou empresas de consultoria para assessorar os candidatos ao FACRA a elaborarem os seus planos de negócios que deverão anexar no processo de solicitação de micro-crédito.


 

 

 

 

 

A informação foi avançada esta quarta-feira pelo director do Gabinete Provincial para o Desenvolvimento Integrado, Sabino Maria da Conceição, durante um encontro de esclarecimento que juntou mais de cem jovens empreendedores de Mbanza Kongo.

Indicou que o valor mínimo de micro-crédito a conceder é de 100 mil Kwanzas e o máximo de sete milhões. As taxas de juros mensais variam de 03 a 3.5 por cento, com quatro meses de graça e o prazo de reembolso é de 24 meses.

Informou que a nível Zaire dez iniciativas empreendedoras já formalizaram as suas candidaturas junto do seu gabinete, tendo encorajado para que mais jovens adiram a este projecto que visa, essencialmente, dinamizar a actividade das microempresas.

Segundo a fonte, esse plano do Executivo visa a criação do auto-emprego, a redução da informalidade na economia e o aumento da inclusão económica e social.

Os sectores definidos neste fundo de apoio financeiro são os de processamento de produtos agrícolas, pesqueiros, reciclagem de resíduos sólidos, da produção cultural e artística, desenvolvimento de Softwares, entre outros ramos da actividade produtiva.

O FACRA foi criado pelo Executivo para financiar sociedades de micro-crédito e cooperativas de crédito, de modo a dinamizar a actividade das microempresas para enfrentar o impacto nefasto da pandemia da covid-19.

Exigência de avalista preocupa jovens empreendedores

Alguns jovens, que participaram no encontro, manifestaram algumas reservas face às exigências de apresentação de um avalista como um dos requisitos para obtenção do micro-crédito junto dos bancos comerciais indicados para o efeito.

Para o jovem Pedro Sousa, poucos são os que se predispõem a assumir encargos de eventual incumprimento do devedor, junto dos bancos credores, pelo que sugere que se encontre outro mecanismo mais fiável.

Em resposta, o director do gabinete provincial do Desenvolvimento Integrado, Sabino da Conceição, esclareceu que apenas os candidatos, a título individual, são exigidos a apresentar avalistas, frisando que é a forma de os bancos se precaverem dos créditos malparados.

Informou que o Instituto Nacional de Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) na região licenciou empresas de consultoria para assessorar os candidatos ao FACRA a elaborarem os seus planos de negócios que deverão anexar no processo de solicitação de micro-crédito.