ZCLCA prevê lançar “Janela Única de Comércio para África”

  • Computador, instrumento básico na era digital
Luanda – A Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) vai lançar, na segunda quinzena deste mês, uma plataforma digital para inclusão da conexão entre os mercados do continente africano denominado “Janela Única de Comércio para África”.

Essa plataforma trará uma tecnologia universal que vai permitir as pequenas e grandes empresas do continente a estarem interligadas, apresentando uma inter-colectividade entre os mercados.

Segundo o secretário-geral da ZCLCA, Wamkele Mene, que intervinha no workshop sobre “As perspectivas de integração regional na Zona de Comércio Livre Continental Africana”, esta janela vai permitir as novas empresas a conhecer outros mercados, que a zona vai oferecer, fortificando a economia.

“Na janela estarão disponíveis informações sobre as empresas, as regras de origem e procedimentos aduaneiros. Ali, por exemplo, Angola identificará empresas que tenham produtos e serviços de interesse, em qualquer outro país de África”, explicou.

O responsável frisou que a pretensão é criar oportunidades para a interconexão de pequenas e medias empresas, para não só beneficiar as grandes corporações, com o fim de gerar mais emprego e economia.

Acrescentou que há necessidade de se tomar medidas concretas para garantir que as pequenas e médias empresas, bem como empresários individuais possam também se beneficiar deste acordo.

Com a adesão ao mercado continental de transacções comerciais, o país terá acesso a um mercado que vai passar de 30 milhões para 1.3 biliões de pessoas.  

Angola participa activamente nas negociações para a operacionalização do acordo e deverá, nos próximos dias, remeter à Comissão da União Africana a Proposta de Oferta Tarifária para a ZCLCA, sendo que, para o comércio de serviços, uma oferta básica também poderá ser remetida após a sua aprovação.

O acordo que cria a Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) foi assinado a 21 de Março de 2018, em Kigali (Rwanda), durante a 10.ª Cimeira Extraordinária de Chefes de Estado e de Governo da União Africana.

A maior parte dos estados africanos, membros da União Africana, rubricaram o referido acordo, incluindo Angola.

Essa plataforma trará uma tecnologia universal que vai permitir as pequenas e grandes empresas do continente a estarem interligadas, apresentando uma inter-colectividade entre os mercados.

Segundo o secretário-geral da ZCLCA, Wamkele Mene, que intervinha no workshop sobre “As perspectivas de integração regional na Zona de Comércio Livre Continental Africana”, esta janela vai permitir as novas empresas a conhecer outros mercados, que a zona vai oferecer, fortificando a economia.

“Na janela estarão disponíveis informações sobre as empresas, as regras de origem e procedimentos aduaneiros. Ali, por exemplo, Angola identificará empresas que tenham produtos e serviços de interesse, em qualquer outro país de África”, explicou.

O responsável frisou que a pretensão é criar oportunidades para a interconexão de pequenas e medias empresas, para não só beneficiar as grandes corporações, com o fim de gerar mais emprego e economia.

Acrescentou que há necessidade de se tomar medidas concretas para garantir que as pequenas e médias empresas, bem como empresários individuais possam também se beneficiar deste acordo.

Com a adesão ao mercado continental de transacções comerciais, o país terá acesso a um mercado que vai passar de 30 milhões para 1.3 biliões de pessoas.  

Angola participa activamente nas negociações para a operacionalização do acordo e deverá, nos próximos dias, remeter à Comissão da União Africana a Proposta de Oferta Tarifária para a ZCLCA, sendo que, para o comércio de serviços, uma oferta básica também poderá ser remetida após a sua aprovação.

O acordo que cria a Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) foi assinado a 21 de Março de 2018, em Kigali (Rwanda), durante a 10.ª Cimeira Extraordinária de Chefes de Estado e de Governo da União Africana.

A maior parte dos estados africanos, membros da União Africana, rubricaram o referido acordo, incluindo Angola.