Angola e Cuba analisaram cooperação na educação

  • Luisa Grilo Ministra da Educaçao, quando falava a imprensa no final de um video Conferencia com os Governadores Provincias.
Luanda - A cooperação entre Angola e Cuba, no sector da educação, foi analisada, esta quarta-feira, entre as ministras de Angola, Luísa Grilo, e de Cuba, Ena Elsa Velázquez.

A reunião, que se realizou por vídeo-conferência, abordou vários aspectos da cooperação cubana no sector da educação, traduzindo-se na relação contratual entre o MED e a empresa ANTEX, responsável pelo envio de especialistas para leccionarem nos institutos técnicos e politécnicos a nível nacional.

Entretanto, Luísa Grilo frisou que de momento a orientação é reduzir o número de professores cubanos no país, sendo que a nova estratégia passa pela formação de formadores nacionais.

Segundo a governante angolana, desde 2018 que o Ministério da Educação tem reduzido gradualmente o contingente de professores cubanos e em contrapartida tem aberto concursos públicos para cidadãos nacionais, nas componentes técnica, tecnológica e prática, prevendo para o efeito a substituição dos especialistas cubanos em Angola.

Por seu turno, a ministra da Educação de Cuba, Ena Elsa Velázquez, afirmou que o seu país tem uma história longa com Angola no ramo da educação e compreende que o actual cenário não permite o evoluir desta cooperação.

Recorde-se que Cuba ajudou a formar e alfabetizar mais de três milhões de angolanos.


 

A reunião, que se realizou por vídeo-conferência, abordou vários aspectos da cooperação cubana no sector da educação, traduzindo-se na relação contratual entre o MED e a empresa ANTEX, responsável pelo envio de especialistas para leccionarem nos institutos técnicos e politécnicos a nível nacional.

Entretanto, Luísa Grilo frisou que de momento a orientação é reduzir o número de professores cubanos no país, sendo que a nova estratégia passa pela formação de formadores nacionais.

Segundo a governante angolana, desde 2018 que o Ministério da Educação tem reduzido gradualmente o contingente de professores cubanos e em contrapartida tem aberto concursos públicos para cidadãos nacionais, nas componentes técnica, tecnológica e prática, prevendo para o efeito a substituição dos especialistas cubanos em Angola.

Por seu turno, a ministra da Educação de Cuba, Ena Elsa Velázquez, afirmou que o seu país tem uma história longa com Angola no ramo da educação e compreende que o actual cenário não permite o evoluir desta cooperação.

Recorde-se que Cuba ajudou a formar e alfabetizar mais de três milhões de angolanos.