Apresentada Estratégia dos Direitos Humanos na Educação

Caxito – A Estratégia Provincial dos Direitos Humanos no sector da Educação, que visa promover a formação e o aumento da consciência jurídica no sistema de ensino, foi apresentada hoje, segunda-feira, em Caxito, Bengo.

A iniciativa tem por objectivo erradicar toda a forma de violência ou males que ocorrem no sector da educação, com realce para o combate aos chicotes, puxões de orelha, ofensas morais, corrupção activa e passiva, absentismo e abuso do poder nas escolas.

Na ocasião, a secretária de Estado da Justiça para os Direitos Humanos, Ana Celeste Januário, ressaltou que ter uma estratégia específica no sector da educação é das melhores respostas que se pode dar diante dos desafios sobre esse fenómeno.

Por isso, desafiou o sector da educação no país a estender este modelo às demais províncias.

O secretário de Estado da Educação, Pacheco Francisco, frisou que os professores, a par das matérias lectivas, devem proporcionar conhecimentos sobre valores humanos, com destaque para o respeito pelo outro.

Recordou aos professores que a profissão que exercem deve ser assumida na íntegra,  para que possam ser o exemplo dentro e fora da escola.

Já o vice-governador do Bengo, Agostinho da Silva, espera que a estratégia sirva de catalisador na luta contra qualquer tipo de violência na escola e permita um desenvolvimento humano baseado no respeito entre as pessoas.

Diminuir para menos de 10 por cento de alunos sem registo civil e Bilhete de identidade nas escolas, baixar para menos de 10 por cento os casos de abusos sexuais de professores e, principalmente, de assédio sexual fazem, igualmente, parte da estratégia.

Com esta iniciativa, perspectiva-se que 168.000 pessoas, dentre alunos, professores, pais e encarregados de educação, funcionários escolares e membros das comunidades, sejam informados e formados sobre os seus direitos e deveres, para a defesa dos direitos humanos no sector da educação.

 

A iniciativa tem por objectivo erradicar toda a forma de violência ou males que ocorrem no sector da educação, com realce para o combate aos chicotes, puxões de orelha, ofensas morais, corrupção activa e passiva, absentismo e abuso do poder nas escolas.

Na ocasião, a secretária de Estado da Justiça para os Direitos Humanos, Ana Celeste Januário, ressaltou que ter uma estratégia específica no sector da educação é das melhores respostas que se pode dar diante dos desafios sobre esse fenómeno.

Por isso, desafiou o sector da educação no país a estender este modelo às demais províncias.

O secretário de Estado da Educação, Pacheco Francisco, frisou que os professores, a par das matérias lectivas, devem proporcionar conhecimentos sobre valores humanos, com destaque para o respeito pelo outro.

Recordou aos professores que a profissão que exercem deve ser assumida na íntegra,  para que possam ser o exemplo dentro e fora da escola.

Já o vice-governador do Bengo, Agostinho da Silva, espera que a estratégia sirva de catalisador na luta contra qualquer tipo de violência na escola e permita um desenvolvimento humano baseado no respeito entre as pessoas.

Diminuir para menos de 10 por cento de alunos sem registo civil e Bilhete de identidade nas escolas, baixar para menos de 10 por cento os casos de abusos sexuais de professores e, principalmente, de assédio sexual fazem, igualmente, parte da estratégia.

Com esta iniciativa, perspectiva-se que 168.000 pessoas, dentre alunos, professores, pais e encarregados de educação, funcionários escolares e membros das comunidades, sejam informados e formados sobre os seus direitos e deveres, para a defesa dos direitos humanos no sector da educação.